
Como é que eu podia saber que aquelas rosas eram carnívoras?
...o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Não importa quanto vai durar - é infinito agora.
Sei que olhei a face dele. E de certa forma a sua face era a minha face...
Sem tempo para compreenderem. Abraçaram-se fortemente...
Nenhum comentário:
Postar um comentário