segunda-feira, setembro 19, 2011

Onde Encontrar Um Amor?


Quem está solteira porque ainda não encontrou alguém que ‘valesse a pena’ aproveita para curtir a vida, sair com as amigas, ir para bares e baladas. Mas se você é uma dessas pessoas, com certeza já ouviu da sua mãe, irmã casada ou qualquer outra pessoa: "Não adianta ir para balada, lá você não vai arrumar ninguém que queira algo sério". Mas então, onde encontrar o amor?

A solteira Danielle Teixeira, de 28 anos, conta que já ouviu essa história milhares de vezes, mas apesar de dizer que não tem idéia de onde encontrar o amor, ela tem uma boa resposta para quem diz que a balada não é o lugar.

"As pessoas que estão na balada são as mesmas que estão na academia, no trabalho e no café. Não sei se existe um lugar certo para encontrar um amor, mas acho que ficar em casa e não sair torna ainda mais difícil ser solteira ou pelo menos bem menos divertido", brinca.

A prova de que Danielle não precisa perder as esperanças está na história de Carolina Freitas, de 23 anos. Carolina estava solteira há um ano e nem pensava em ter nada sério com ninguém, já que antes disso havia emendado dois namoros sérios. "Um dia fui para balada com a minha turma de amigos, homens e mulheres, e um deles levou um amigo que eu não conhecia e havia acabado de terminar um noivado". Carol se interessou pelo ‘novo amigo’, mas a primeira coisa que ouviu foi que ele estava querendo curtir a vida após o longo namoro. Naquela mesma noite eles ficaram.

"Eu achei que ia parar por aí, afinal era o que tinham me falado, né? Mas depois desse dia ele não parou de me ligar e menos de um mês depois me pediu em namoro, já faz um ano e meio. Pra dizer a verdade não sei se acredito nessa história de que a pessoa decide que não quer nada sério e assim não se deixa envolver. Isso vale até a hora que encontra alguém por quem se apaixone".

Carolina tem um exemplo em casa de que o amor pode estar mesmo em qualquer lugar. "Meus pais se conheceram no Carnaval em um clube. Logo começaram a namorar e estão juntos há quase 30 anos. Acho que com uma história dessas em casa, fica fácil acreditar que é possível achar um amor em qualquer lugar", diverte-se.

Mas se você está em busca e sem muita sorte como Carolina, vale receber dicas de onde procurar. Será que existe algum lugar onde as pessoas ‘disponíveis e interessadas’ estejam? O Vila Dois conversou com o psicólogo especialista em relacionamentos, Silmar Coelho, que acredita que sim que um homem como o buscado por Danielle não é encontrado em qualquer lugar. Para ele, os melhores lugares para buscar um amor são festas familiares, locais de trabalho e escola.

Além disso, algumas características podem mostrar se o rapaz que você conheceu é um ‘homem para dar certo’ ou não. "Deve ser alguém que valoriza a família. Bom filho, já que todo bom filho é um bom marido. Quem grita com a mãe vai gritar com a esposa. Trabalhador, pois a causa número um das separações é o dinheiro".


E talvez você possa não estar procurando no lugar errado, mas agindo de forma errada. Sobre isso, o psicólogo é bem direto: "Deve procurar sem desespero, sem se expor demais. O homem nasceu para "caçar", quando à "presa" é muito fácil, ele parte para outra. Ninguém precisa procurar a pessoa certa, precisa ser a pessoa certa. Somente a pessoa certa vai encontrar a pessoa certa. O erro atrai outro erro".

Por Larissa Alvarez

Fazer o Bem Sem Ver a Quem?


Existe um ditado que diz: “Fazer o bem sem ver a quem, praticando atos irrefletidos de beleza.” Essa ideia está se espalhando pelo mundo. Uma senhora leu essa frase em algum lugar e resolveu praticá-la.


Ela estava passando por um pedágio e disse ao cobrador: “Quero pagar o pedágio dos seis próximos carros que estão atrás de mim.” Ela pagou e seguiu viagem. Quando cada um dos próximos seis carros ia passando, o cobrador falava que a taxa deles já tinha sido paga por aquela senhora. O marido dela, que é professor, gostou da ideia e a divulgou entre os alunos de sua escola. A ideia foi se divulgando e pessoas têm praticado atos de bondade para pessoas que nem conhecem. As ideias são as mais variadas. Fazer uma dupla e limpar o quintal de alguém que está doente, pintar um muro para uma pessoa idosa, pagar uma conta de água para uma pessoa pobre; enfim, fazer um “bem surpresa” para alguém.


A Bíblia conta a história da menina judia que, por causa de uma invasão militar, foi levada para servir como escrava na casa de um homem muito rico, mas que era leproso. O nome dele era Naamã. A menina contou para Naamã que em Israel havia um profeta de Deus, chamado Eliseu, que poderia curá-lo. O general aceitou a recomendação da menina escrava, procurou o profeta e foi curado. Apesar de Naamã ter sido um homem muito importante, ele precisou da ajuda de uma escrava. A bondade da menina levou Naamã a dizer: “Agora eu sei que no mundo inteiro não existe deus a não ser o Deus de Israel.” O ato de bondade dessa pequena escrava fez seu patrão glorificar a Deus.


Espalhe essa ideia em sua escola. Juntem-se e planejem “boas ações surpresa”. Muitas pessoas irão glorificar a Deus por sua causa!


Todas as vezes que fazemos um bem a alguém e não recebemos a gratidão como retorno pode ser um pouco frustrante, mas quem já vivenciou a experiência de fazer realmente sem esperar nada em troca, sabe que, na verdade, o que importa é nos tornarmos pessoas melhores para nós, para os outros e para o mundo. Faça hoje o bem, simplesmente pelo benefício que causará a alguém. O mundo ficará melhor por causa disso, e você aprenderá que essa é uma das melhores maneiras de ser feliz. Vale experimentar!

domingo, setembro 18, 2011

Porque as Mulheres Ficam Solteiras

Sua majestade, a traição



Trair é tão antigo quanto se relacionar. Basta olhar pra trás e perceber como, na história dos grandes amores, a traição já dava as caras.


Mas, se antigamente a coisa era velada, hoje nada como escancarar o sentimento. As desculpas menos esfarrapadas e a paciência bem mais curta levam homens e mulheres a repensarem a temida infidelidade. Mas, mesmo assim, o nariz não cresce para entregar o mentiroso. É preciso ficar atenta aos sinais.

No caso das mulheres, que durante muito tempo precisavam aceitar a traição dos maridos até para manter a casa e o status do casamento feliz intactos, a recém independência deu liberdade também para questionar mais, desconfiar mais e, claro, se enganar menos. Desculpinhas como "fiquei trabalhando", "estava preso no trânsito", ou "era uma amiga, no telefone", não colam mais. As mulheres investigam com mais afinco e são feitas de boba apenas quando querem. E, quando resolvem trair, adivinha quem elas culpam?

Para quem já passou por isso mais de uma vez, fica mais fácil perceber os sinais - que vão muito além de uma marca de batom no colarinho ou um recibo de um restaurante suspeito. "Se o homem se envolve de verdade, fica mais vaidoso e até passa a gostar de coisas que nunca prestou atenção", garante Rute Duarte da Silva, 46 anos. Ela foi casada por 18 anos e a infidelidade do ex foi apenas um dos motivos que levou a separação.

Mas, com a experiência de quem passou por isso mais de uma vez, assegura: "Tem homem muito esperto, que não dá sinal. Outros se empolgam tanto que, só sendo muito tapada mesmo para não perceber". Rute acha que o homem é mais controlado quanto aos sinais do corpo, tenta não deixar transparecer a traição. "Eles se entregam mais com ligações, conta corrente, mentiras".

No caso dela, a insegurança motivava toda desconfiança. Como o ex-marido tinha fama de "galinha", ela morria de medo da traição, até que soube da primeira - a mais difícil, segundo ela. "Um amigo dele, que ficou com muita pena de mim, me contou". Depois, ela foi engolindo as outras escapadas até que o relacionamento fadado ao fracasso acabou de vez.

A antropóloga Mirian Goldenberg, autora de "Por que homens e mulheres traem?" (BestBolso, 2010) concorda com Rute com relação aos sinais que o traidor libera quando está fazendo a coisa errada. E explica como eles reagem diferentemente. "Os que se declaram monogâmicos, sentem muita culpa, ficam divididos, sofrem, não sabem lidar bem com a situação e acabam provocando uma profunda crise no casamento. Muitos se separam, outros tentam resgatar o casamento. Já os poligâmicos não deixam muitas pistas, pois acreditam que o caso é passageiro e não pode abalar o casamento", define.

Mesmo com muitos comportamentos masculinos e femininos não estando mais tão distantes, inclusive no que diz respeito à traição - a pesquisa de Mirian mostra que 60% dos homens e 47% das mulheres afirmam já terem sido infiéis - os discursos femininos e masculinos são extremamente diferentes. "Os homens justificam suas traições por meio de uma suposta essência masculina e as mulheres infiéis dizem que seus parceiros, com suas faltas e infidelidades, são os verdadeiros responsáveis por suas relações extraconjugais".

Isso significa que, no discurso dos pesquisados, a culpa da traição é sempre do homem: seja por sua natureza incontrolável, seja por seus inúmeros defeitos (e faltas) no que diz respeito ao relacionamento. "Se é inquestionável que, nas últimas décadas houve uma revolução nas relações conjugais, pode-se verificar que, na questão da infidelidade, ainda parece existir um "privilégio" masculino, isto é, ele é o único que se percebe e é percebido como sujeito da traição. Enquanto a mulher, mesmo quando trai, continua se percebendo como uma vítima, que no máximo, reage à dominação masculina".

Por Sabrina Passos (MBPress)

sábado, setembro 17, 2011

Receita de Dona Cacilda


Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa.
E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.
Depois me pediu para anotar:
COMO MANTER-SE JOVEM
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão..' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio.
8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade

sexta-feira, setembro 16, 2011


Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar!
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um "game" onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo!!

Martha Medeiros

A GRANDEZA DO MAR


"Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe."


Paulo Roberto Gaefke, em "Quando é Preciso Viver!"

quinta-feira, setembro 15, 2011

Idosos


Uma viúva e um viúvo, entre 80 e 85 anos de idade, participaram de um almoço promovido pela comunidade. Na ocasião, houve troca de olhares, uma rápida conversa e uma amizade começou. Pouco tempo depois, ele decidiu pedir a mulher em casamento. Preparou-se, perfumou-se e foi visitá-la. Voltou para casa nas nuvens. Ela havia dito “sim”. Mas, naquela noite, o homem acordou e se perguntou: “Ela disse sim ou não?” Procurava conciliar o sono, mas não conseguia.


Logo de manhã cedo, chamou pelo telefone: “Ontem alguém lhe pediu em casamento, não é verdade?” E do outro lado da linha: “Ai, que bom que você está chamando. Sim, é verdade, alguém me pediu em casamento.” “E... você disse sim ou não?”, perguntou o idoso. “Eu disse sim, só que não me lembro para quem.”

Incerteza x Certeza

Queixei-me para minha amiga Betsy: “Assim que a luz do semáforo fica vermelha, as pessoas descem da calçada e começam a atravessar a rua. Não olham e nem mesmo parecem se preocupar em saber quantos veículos estão vindo, a que velocidade, ou se vão parar.” Também notei que a duração do tempo até a mudança de cor varia em diferentes lugares. Mas também é verdade que em qualquer cidade ou estado, na maior parte do mundo, uma luz amarela significa preparar-se para parar. Assim, reduzo a marcha quando a luz fica amarela.


Certo dia, um homem passou na frente do meu carro assim que parei. Eu disse: “O senhor confia no meu breque mais do que eu mesma.” Ele respondeu com um sorriso. Ele não sabia que eu tinha recentemente mandado trocar os freios. Eles estavam funcionando bem, mas quem garantiria que o automóvel fosse parar mesmo? “E se o freio tivesse falhado no momento em que ele passou na frente do veículo?” perguntei a Betsy.


Ela disse: “Quer saber de uma coisa? Acreditamos que o correio e a transportadora entreguarão nossa correspondência mais importante. Cremos que o condutor do trem nos levará com segurança ao destino e confiamos na proteção da polícia. Confiamos em cirurgiões no caso de operações delicadas, em pilotos que nos levarão de avião de uma cidade para outra, oftalmologistas que cuidam dos nossos olhos, farmacêuticos que preparam a dose da nossa medicação, que poderia resultar numa fatalidade – mas temos dificuldade para confiar em Deus.”


A sociedade depende dessas pessoas e acredita que elas executarão suas funções diariamente, e nos perturbamos se não o fizerem no mais alto nível. Deus está sempre em ação. Ele atua sempre no mais alto nível de perfeição. Sabe qual é a nossa necessidade antes que a expressemos. Conhece tudo sobre os nossos segredos. É capaz de consertar qualquer situação em que nos encontremos. O texto bíblico acima é poderoso.


Temos a tendência de contar segredos uns aos outros, mas nem mesmo oramos acerca de determinadas situações, até vermos que nada do que dizemos ou fazemos está operando em nosso favor. Quando tudo mais falhou, levamos a questão a Deus como nosso último recurso. Como seria melhor se confiássemos em Deus em primeiro lugar, você não acha?



Por Cora A. Walker

O que é Mais Importante?


Por Ivan Saraiva

A coisa mais importante da vida é decidir o que é mais importante!


Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança no colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia: “Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do mais importante. Lembre-se, porém, de uma coisa: depois que você sair a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do mais importante.”


A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas joias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente. Colocava tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente: Você só tem oito minutos.


Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre...


Essa história nunca ocorreu. É apenas uma lenda. Mas nossa vida é exatamente assim. A gente se encanta com o brilho deste mundo e acaba se esquecendo do que de fato importa. As pessoas correm atrás de dinheiro, mas se esquecem do filho que pede para o pai brincar um pouquinho de carrinho com ele. Correm atrás de poder, enquanto sua família está sendo corroída por sua ausência.


O que é mais importante para você, amigo? O que você sente no coração que está sendo prioridade em sua vida? Tem certeza de que este é o caminho para sua felicidade e para a alegria? Obedeça e honre a seus pais, seja um amigo fiel e busque todos os dias o Senhor. Assim, o importante será realmente prioritário em sua vida. Fique atento, antes que se feche a caverna!

quarta-feira, setembro 14, 2011

Viver agora, tarefa dura. De cada dia arrancar das coisas, com as unhas, uma modesta alegria; em cada noite descobrir um motivo razoável para acordar amanhã. Mas o poço não tem fundo, persiste sempre por trás, as cobras no fundo enleadas na lança. Por favor, não me empurre de volta ao sem volta de mim, há muito tempo estava acostumado a apenas consumir pessoas como se consome cigarros, a gente fuma, esmaga a ponta no cinzeiro, depois vira na privada, puxa a descarga, pronto, acabou. Desculpe, mas foi só mais um engano? E quantos mais ainda restam na palma da minha mão?

Por Caio Fernando Abreu

Casados que não dividem o mesmo teto


Quem casa quer casa? Nem sempre. Alguns casais não têm vontade de unirem as escovas de dente eternamente ou dividirem as mesmas contas.


É o caso da atriz Flavia Morais e do publicitário Carlos Azevedo. Casados há cinco anos, não moram juntos. Mas como isso funciona? “Uma noite eu durmo na casa do Carlinhos, na outra noite ele dorme na minha casa. Sexta é livre para os amigos”, se diverte a atriz, de 30 anos.

Namorados desde os 17, o casal decidiu oficializar a união oito anos depois do dia em que se conheceram, mas nunca tiveram a vontade de morar debaixo do mesmo teto. “Para que? São as contas que acabam com o relacionamento. Temos o melhor de um casamento com um plus, cada um tem seu cantinho e sua individualidade respeitada. Podemos dormir juntos sempre, mas minha casa é minha casa e a casa dele, é dele”, garante Flavia.

De acordo com a atriz, os familiares estranham, mas os amigos entendem a opção. “Os mais velhos acham estranho, não convencional. Os nossos amigos entendem. Tem a mesma idade e sabem da nossa necessidade de ter algo individual. A geração é outra, as vontades outras. Cada um já tinha sua casa antes do casamento, para que comprar outra e criar uma nova dívida?”, questiona Flavia.

Nesse caso, não seria melhor continuar namorando? “Não. Queria tornar oficial, celebrar nossa união, mostrar para o mundo todo que ele é meu. Foi assim que ele me pediu em casamento, disse que queria mostrar para o mundo que eu era a esposa dele. Mas sempre prezamos nossa individualidade. Acho que somos meio possessivos. Quero minha casa e ele a dele!”, se diverte.

O empresário João Meira, casado há 25 anos, acredita que relação assim não é casamento. “É na hora que as coisas apertam e as contas chegam que a gente vê o companheirismo e o amor. Pois é quando alguém fica com você apesar de qualquer problema que você tem a certeza de que o casamento é para valer. Morando cada um em um lugar, você permanece naquele namoro adolescente e não vive uma vida de adulto”, acredita.

Esse tipo de relacionamento é mais comum do que parece. A atriz Cássia Kiss, por exemplo, casada há doze anos, mora em uma casa separada do marido. Mas não descarta a possibilidade de morarem juntos. “O Sérgio tem as coisas dele, gosta de ficar sozinho, eu também. A gente não descarta a possibilidade de morar juntos um dia, mas vamos ter cada um o seu quarto, o seu banheiro”, garantiu a atriz em entrevista a uma revista.

A cantora Rita Lee também não divide o mesmo teto com o marido, mas acredita que a questão não é a residência ser separada, mas sim cada um ter o seu banheiro. Pelo visto esse casamento às avessas dá certo para o casal, Rita e o maestro Roberto de Carvalho já têm 32 anos de união, e se casaram oficialmente em dezembro de 1996.

E você, acha que o seu casamento seria melhor se vocês morassem em casas separadas?

Veja também: O desfio dos relacionamentos

Fonte - MBPress

terça-feira, setembro 13, 2011


"Mas o melhor do abraço não é a ideia dos braços facilitarem o encontro dos corpos. O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. ...O melhor do abraço é o charme de fazer com que a eternidade caiba em segundos. A mágica de possibilitar que duas pessoas visitem o céu no mesmo instante..."

Ana Jácomo
Você acha que o nosso amor pode fazer milagres? - Eu acho que o nosso amor pode fazer tudo aquilo que quisermos. É isso que te traz de volta pra mim o tempo todo.

Caio Fernando Abreu

Para um roxo dia de sol de fevereiro


Por Caio Fernando Abreu

Este vazio de amor todos os dias: a cabeça pesada ao meio-dia, a boca amarga, um cheiro de sono e solidão nos cabelos, uma xícara de café bem forte espantando os arcanos da madrugada, e muitos cigarros, as roupas, o espelho, os colares, as pulseiras. Procuro e não acho. Mas saio para a rua todo de roxo, a barriga de fora.

O sol bate forte na cabeça. O sol bate forte e reflete na calçada e dissolve o corpo em gotas pegajosas escorrendo nojentas e brilhantes pelos braços e pelas pernas por baixo do roxo até cair sobre o asfalto formando pequenas poças que logo se evaporam subindo pelos raios do sol cor de cenoura de fevereiro para novamente descer do alto despertando o suor roxo adormecido no meu corpo.

E na esquina riem. Eu não ligo, mas riem e falam baixinho entre si, homens dispostos na calçada com as camisas abertas entre as verduras da tenda da esquina, os homens de pelos aparecendo pelas aberturas da camisa cochicham entre si e riem. Mas eu piso firme e ergo a cabeça e dentro do meu roxo caminho só-rindo entre as verduras e os cochichos, e ninguém entende: mas silenciam e principiam a rir baixo, apenas para eles, e não têm coragem de dizer nada. Eu passo por seu silêncio irônico e perplexo, a minha bolsa oscila, é como se o sol coroasse minha cabeça e ninguém soubesse ao certo se rir ou calar, de espanto, porque nunca naquela rua passou alguém coroado por um sol roxo de fevereiro.

Depois são os corredores e as escadas e o balcão claro do bar e os grupos de pessoas que não distingo umas das outras, mas vou sorrindo, sou um projétil orientado até certo ponto, depois dele, e é agora o depois dele vou furando o desconhecido, violentando o mistério, vou penetrando no incompreensível, e sorrio para o inesperado, o corpo ereto projetado, e alguém me faz uma saudação oriental na porta de entrada e eu sorrio ainda mais largo: é alguém semelhante a um cão são bernardo, falta apenas o barrilzinho de chocolate, desses abençoados que riem o tempo todo e o tempo todo cantam e dizem coisas e soltam notas musicais por entre os pelos espessos da barba e do cabelo grande.

E entro na sala e sinto que os olhares se debruçam sobre mim e cumprimento alguns e outros e não penso nada: gozo a glória deste momento e sei que brilho mesmo sem saber para onde vou. E tombo sobre a mesa e tento arranjar no rosto um ar compungido, qualquer coisa modesta e bucólica, à beira do perdão, um olhar no horizonte nas janelas do arquivo, para que me amem, para que se condoam, para que não se ofendam com meu sol de hoje.

Mas hoje. Hoje não. É impossível perdoar no meio destas máquinas histéricas e destas pessoas que tão pouco sabem de si destas calças desbotadas do feltro verde do jornal mural das vozes que passam misturando marchas de carnaval john lennon e carlos gardel é impossível sofrer entre os telefones que gritam e o suor que escorre e as laudas numeradas e as pilhas de jornais e livros e a porta que vezenquando abre libertando vanderléias comerciais e meninos de roupas coloridas e ar desvairado.

E hoje não. Que não me doa hoje o existir dos outros, que não me doa hoje pensar nessa coisa puída de todos os dias, que não me comovam os olhos alheios e a infinita pobreza dos gestos com que cada um tenta salvar o outro deste barco furado. Que eu mergulhe no roxo deste vazio de amor de hoje e sempre e suporte o sol das cinco horas posteriores, e posteriores, e posteriores ainda.

segunda-feira, setembro 12, 2011

A Esperança Não Decepciona


Por José Maria

Usamos muitas vezes a palavra esperança com o sentido de otimismo: espero que meu time ganhe, que eu passe no concurso público, que meu projeto seja aprovado. Quando a mega-sena fica acumulada, formam-se filas enormes de pessoas que esperam ser os próximos ganhadores.


Uma definição de esperança seria “o desejo acompanhado de uma expectativa. Interesse ou desejo cujo cumprimento é acariciado”. Outra definição simples: “Atitude positiva em relação ao futuro.” Quando você diz a alguém que não há mais jeito, não há esperança, está tirando dele uma coluna de sustentação à qual ele poderia se apegar.


O sistema escolar de uma grande cidade mantinha um programa de ajuda a crianças que estivessem hospitalizadas, a fim de que elas se mantivessem em dia com os estudos durante o período de internação. Certo dia, uma professora recebeu chamada telefônica com a incumbência de visitar um garoto que estava hospitalizado. Ela anotou o nome, o número do apartamento do hospital e foi conversar brevemente com a professora dele. “Estamos estudando substantivos e advérbios, disse a professora. Eu agradeceria se você o ajudasse nesses pontos.”


Naquela tarde, ela foi visitar o garoto. Ninguém mencionou para ela que o menino tinha sido gravemente queimado e sentia muita dor. Chocada com o que viu, simplesmente gaguejou para ele: “A escola me enviou para estudar substantivos e advérbios com você.”


Ao sair, percebeu que não tinha dado toda a matéria que queria. Mas, no dia seguinte, uma enfermeira perguntou para ela: “O que é que você fez para aquele garoto?” A professora ficou preocupada de que tivesse feito algo errado e começou a se desculpar.


“Não, não, disse a enfermeira, você não entendeu o que estou querendo dizer. Nós estávamos muito preocupados com o garoto, mas desde que você o visitou ontem, a atitude dele mudou completamente. Ele está reagindo e respondendo ao tratamento. É como se ele tivesse decidido viver.”


Duas semanas mais tarde, o menino explicou que tinha desistido de tudo, até que a professora chegasse. Tudo mudou quando ele compreendeu, e expressou o seguinte: “Eles não teriam enviado um professor para ensinar substantivos e advérbios para um garoto que estivesse morrendo, não é mesmo?”


Acredite, às vezes, a diferença entre a vida e a morte é nada mais do que a esperança.

domingo, setembro 11, 2011

Quintana.....

E vai chegar o momento que num clique, meio que sem querer ela vai se tocar, vai abandonar os medos e clichês sem se importar com o que os outros vão falar e descobrir que eu sou tudo que ela precisa, vai correr em minha direção, pegar na minha mão e me dar o último primeiro beijo da minha vida.....

Lenz

Estamos com fome de amor...


O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.

Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???

Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.

E não é só sexo não!

Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...

Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...

Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...

Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?

Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...

Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

sábado, setembro 10, 2011

A Gente se Acostuma

"A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.

A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida...
Que, aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma."

Marina Colassanti

sexta-feira, setembro 09, 2011

Reinventar

Como fazer pra dá certo outra vez?
Primeiramente não querer continuar na mesma página, é preciso virá-la, em certos casos até rasgá-la! E assim não continuar de onde parou.
Tem que começar do zero, tudo de novo, passo a passo. Esquecer o que ficou pra trás.
Se já perdoou não tem porque lembrar, não tem porque ficar remoendo o que já foi enterrado.
Combinado assim, teremos que nos reinventar, fazer diferente, deixar as comparações de lado. Viver um novo tempo, conquistar o que se havia perdido, falar o que não foi dito e realizar o que não foi feito.
Para viver o novo é preciso esquecer o velho.
Para viver uma nova história é preciso trocar as velharias, as velhas manias, os velhos conselhos, os maus hábitos, têm que ser diferente, tem que inventar e reinventar pra ser feliz e isso depende de uma única pessoa...
O dia é hoje, o momento é agora e a pessoa é você.
Seja autor da sua história, seja o pintor da sua vida, faça-a colorida, alegre, tome o controle da situação e viva bem, com a certeza de que pra ser feliz é preciso muito pouco e esse pouco você já tem, depende de você.
A oportunidade é essa, comece agora!

Por Milka Lopes

Teste - Você está preparada para o amor?



Já falamos aqui no Vila Dois sobre o reaprender a namorar depois de uma decepção. Por isso, hoje propomos um teste: Você está preparada para o amor?

Você é capaz de se apaixonar por um homem/mulher à primeira vista, num primeiro encontro?
Sim
Não

Acha que um amor, para ser eterno precisa renascer todos os dias?
Sim
Não

Prefere os noivados prolongados às paixões curtas?
Sim
Não

Você se acha bonita?
Sim
Não

Você prefere que o parceiro tome a iniciativa?
Sim
Não

Quando responde a uma declaração amorosa, costuma pedir um tempo pra pensar?
Sim
Não

Ao começar um namoro, evita certas intimidades, já que prefere que a relação se afirme antes?
Sim
Não

Ficaria tranqüila (e sem ciúme) se o homem que ama fizesse uma viagem durante um mês, por compromissos de trabalho?
Sim
Não

Quando escolhe a sua roupa, prefere a que pode usar em várias ocasiões, em vez de peças de vestuário mais chamativas?
Sim
Não

Discute sempre com o seu namorado antes de resolver a que restaurante vai comer?
Sim
Não

Insiste em cumprir todas as obrigações, antes de "se dar ao luxo" de um passeio?
Sim
Não

Acha que ter amigos é mais importante que o amor?
Sim
Não

Resultado

Maioria sim:
Tem uma personalidade forte e sabe o que quer de um grande amor. Só que, para estar realmente preparada, precisa ser um pouco mais maleável, compreender também que o seu parceiro, às vezes, pode ter razão.

Você é uma pessoa segura e tem uma grande capacidade de se apaixonar. Boa sorte!

Maioria não:
Ainda não chegou a hora do grande amor. Aproveite a sua idade para ter amigos e aproveitar a vida. O amor chegará oportunamente.

Fonte - Site do livro “De Volta ao Mercado - reaprendendo a namorar depois da separação”, de Laurie A. Helgoe (Editora Nova Fronteira) - www.devoltaaomercado.com.br

Por Karina Conde

quinta-feira, setembro 08, 2011

Moral da História


Hoje um conjunto de histórias para reflexão.....rs.....

ASNO


No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.

Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!!

A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:

- Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranqüilidade o médico respondeu:

- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?

Ríspida, retorquiu:

- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?

Mantendo-se calmo, contestou:

- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!

- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...

- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....

- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...

- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da História:

UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.

BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.

BOA RESPOSTA

Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:

- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'

O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:


- “Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?”

Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:

- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'

Conclusão:

“QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.”

MUITA CALMA!

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:

- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!

O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.

Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o farmacêutico lhe diz:

- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo?

O senhor responde:

- Cagado... mas tô tranquilo.

Moral da História:

"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".

PROBLEMA É SÉRIO

O sujeito vai ao psiquiatra

- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.

- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.

- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.

O sujeito responde:

- Por R$ 10 ,00 ele cortou os pés da cama...

Moral da História:

MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!

HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Respeite o poder feminino


Cada vez mais as diferenças de comportamento entre homens e mulheres são menores.

Dizer, por exemplo, que somente os homens evitam as mulheres carentes, grudentas e que pegam no pé não é uma verdade, pois um homem que tenha estes mesmos comportamentos também será rechaçado por elas. Assim como dizer que somente os homens não gostam de mulheres feias, também é pouco atual, pois as mulheres estão bem exigentes também no quesito beleza.

Antigamente pensava-se que a ´Amélia´ é quem era mulher de verdade. Hoje em dia, no entanto, quem quer alguém a seu dispor o tempo todo? Os homens querem exercer seu poder de conquista e se, com a mulher que está sempre à disposição, não terão esta oportunidade.

O que podemos dizer é que, no geral, os homens não querem mais uma santa a seu lado. Isto é muito antigo. Foi o tempo em que as mulheres se contentavam em cuidar dos afazeres domésticos e esperar o marido com a janta pronta e a cueca lavada (e passada).

A busca hoje é por uma companheira interessante, uma pessoa que se cuida, bem-humorada, inteligente, íntegra. O que hoje apavora a grande maioria do público masculino é exatamente o contrário: a mulher travada, crítica, controladora, que só pensa na família, nos protocolos e na vida segura, sem ousadia.

Queremos aventura – de chata já basta a rotina de trabalho e contas a pagar. A mulher que não consegue proporcionar momentos divertidos e ousados provavelmente estará fora da relação logo logo, ou pior: verá seu parceiro buscar em outra aquilo que ele não tem em casa.

É lógico que ainda existem muitos homens machistas, daqueles que franzem o nariz quando veem uma mulher expressando um lado mais sedutor, por exemplo. Inseguros, eles investigam seu passado e exigem que a moça tenha tido pouca experiência, ou nenhuma, antes de conhecê-los. Sim, eles ainda existem, mas este tipo de homem está caindo em desuso e, com o tempo, não terá mais espaço em nossa sociedade.

Outro fator que devemos considerar é que atualmente as mulheres estudam mais que os homens e, por isso, não é raro encontrá-las em uma posição profissional mais promissora. Conviver com o sentimento de inferioridade pode ser insuportável para quem sempre esteve acostumado a se sentir por cima. Portanto, controle-se e respeite reconheça o alcance do sucesso feminino.




Por Sergio Savian

terça-feira, setembro 06, 2011



"Quando nos apaixonamos, poça d'água é chafariz..."

Chico Buarque

Descoberta a Fórmula Para Entender as Mulheres....


AChou dificil??? rs.....

Você Pode Fazer Mais do que Isso?




Por Ivan Saraiva

Um dia destes, recebi um e-mail interessante. Confesso que não gosto muito de e-mail com aquelas mensagens no PowerPoint, com musiquinhas de fundo. Esse era apenas um texto. Acho que foi por isso que resolvi lê-lo. Também confesso que me emocionei. Não sei se a história é verdadeira, mas quero compartilhar com você o que li.


Billy era um menino de seis anos que estava com câncer. Sua jovem mãe estava sofrendo muito porque sabia que ele não viveria para se tornar um homem e realizar seus sonhos. Um dia, ela perguntou o que ele gostaria de ser quando crescesse. Ele respondeu que gostaria de ser um bombeiro. Então, sua mãe teve uma ideia: foi até o Corpo de Bombeiros, explicou a situação de seu filho e perguntou se eles poderiam levá-lo para dar uma volta no carro dos bombeiros. O bombeiro respondeu: “Nós podemos fazer mais que isso! Traga seu filho aqui na próxima quarta-feira, às 7h, e ele poderá ir conosco atender às chamadas de incêndio.” No dia combinado, o bombeiro foi ao hospital e levou o menino ao quartel. Ele passou o dia acompanhando os bombeiros nos chamados. O menino ficou tão feliz com o amor que os bombeiros lhe dedicaram que viveu três meses mais do que o previsto. Uma noite, ele começou a passar muito mal. A enfermeira percebeu que ele poderia morrer naquela noite. Como a moça acreditava que as pessoas não deveriam morrer sozinhas, chamou toda a família do menino e ligou para o chefe dos bombeiros para saber se ele poderia enviar um bombeiro para o hospital. O chefe dos bombeiros respondeu: “Nós podemos fazer mais que isso! Avise no sistema de som do hospital que os bombeiros chegarão, mas que não se trata de incêndio. E abra a janela do quarto de Billy.”


Chegaram 16 bombeiros e subiram pela escada até a janela do quarto de Billy. Os bombeiros o seguraram, o abraçaram e disseram que o amavam muito. Billy perguntou: “Eu sou um bombeiro mesmo?” O chefe respondeu: “É, e dos melhores.” Billy sorriu, fechou os olhos e morreu.


Billy se sentiu amado porque alguém fez mais do que qualquer coisa. Aliás, lembre-se de que Jesus fez mais. Ele fez tudo para que eu e você nos sentíssemos felizes. Graças a Ele, ninguém mais precisa morrer triste, porque hoje temos a certeza de que em breve estaremos juntos para sempre. Faça um pouco a mais e você verá que vale a pena!

segunda-feira, setembro 05, 2011

POR QUE NOS DISTANCIAMOS DOS AMIGOS???


HOUVE UMA VEZ DOIS AMIGOS:
ELES ERAM INSEPARÁVEIS, ERAM UMA SÓ ALMA. MAS POR ALGUMA RAZÃO SEUS CAMINHOS TOMARAM DOIS RUMOS DISTINTOS E SE SEPARARAM.

E ISTO INICIOU ASSIM:
EU NUNCA VOLTEI A SABER DO MEU AMIGO ATÉ O DIA DE ONTEM, DEPOIS DE 10 ANOS, QUE CAMINHANDO PELA RUA ME ENCONTREI COM A MÃE DELE.
A COMPRIMENTEI E PERGUNTEI POR MEU AMIGO. NESSE MOMENTO SEUS OLHOS SE ENCHERAM DE LÁGRIMAS E ME OLHOU NOS OLHOS DIZENDO:
-MORREU ONTEM...
NÃO SOUBE O QUE DIZER A ELA, ELA SEGUIA ME OLHANDO E ENTÃO PERGUNTEI COMO ELE TINHA MORRIDO.
ELA ME CONVIDOU A IR A SUA CASA, AO CHEGAR ALI ME CHAMOU PARA SENTAR NA VELHA SALA ONDE PASSEI GRANDE PARTE DE MINHA VIDA, SEMPRE BRINCÁVAMOS ALI, MEU AMIGO E EU.
ME SENTEI E ELA COMEÇOU A CONTAR-ME A TRISTE HISTÓRIA.
FAZIA 2 ANOS QUE DIAGNOSTICARAM UMA RARA ENFERMIDADE, E SUA CURA DEPENDIA DE RECEBER TODO MÊS UMA TRANSFUSÃO DE SANGUE DURANTE 3 MESES, MAS... RECORDA QUE SEU SANGUE ERA MUITO RARO?
SIM, EU SEI, IGUAL AO MEU...

ELE DIZIA QUE DA ÚNICA PESSOA QUE RECEBERIA SANGUE SERIA DE TI, MAS NÃO QUIZ QUE TE PROCURÁSSEMOS, ELE DIZIA TODAS AS NOITES:
-NÃO O PROCUREM, TENHO CERTEZA QUE AMANHÃ ELE VIRÁ...
ASSIM PASSARAM OS MESES, E TODAS AS NOITES SE SENTAVA NESSA MESMA CADEIRA ONDE ESTÁS TU SENTADO E ORAVA PARA QUE TE LEMBRASTES DELE E VIESSE NA MANHÃ SEGUINTE.
ASSIM ACABOU SUA VIDA E ONTEM NA ÚLTIMA NOITE DE SUA VIDA, ESTAVA MUITO MAL, E SORRINDO ME DISSE:
-MÃE, EU SEI QUE LOGO MEU AMIGO VIRÁ, PERGUNTA PRA ELE POR QUE DEMOROU TANTO E ENTREGA A ELE ESSE BILHETE QUE ESTÁ NA MINHA GAVETA.
A SENHORA SE LEVANTOU, REGRESSOU E ME ENTREGOU O BILHETE QUE DIZIA:
MEU AMIGO, SABIA QUE VIRIAS, TARDASTES UM POUCO MAS NÃO IMPORTA, O IMPORTANTE É QUE VIESTES. AGORA ESTOU TE ESPERANDO EM OUTRO LUGAR, ESPERO QUE DEMORES A CHEGAR AQUI, MAS ENQUANTO ISSO QUERO DIZER DESDE O CÉU TENS UM AMIGO CUIDANDO DE TI, MEU QUERIDO MELHOR AMIGO. AH, POR CERTO, TE RECORDAS PORQUÊ NÓS NOS DISTANCIAMOS? SIM, FOI PORQUE NÃO QUIZ TE EMPRESTAR MINHA BOLA NOVA, RSRS, QUE TEMPOS HEIM... ÉRAMOS INSUPORTÁVEIS, BOM POIS QUERO DIZER QUE TE DOU ELA DE PRESENTE E ESPERO QUE GOSTES MUITO. AMO VOCÊ! TEU AMIGO DE SEMPRE E PARA SEMPRE!

MORAL DE HISTÓRIA: SE VOCÊ NÃO FALA COM ALGUM AMIGO OU AMIGA POR QUALQUER MOTIVO QUE SEJA, PROCUREO (A) PARA CONVERSAREM E FAÇAM AS PAZES HOJE, NÃO DEIXE PARA AMANHÃ, POIS NESSE MUNDO EM QUE VIVEMOS PODE SER TARDE DEMAIS, E VOCÊ PODERÁ SE ARREPENDER DE TER PERDIDO A AMIZADE DE UMA PESSOA MUITO ESPECIAL!!!

Estudo mapeia as razões mais comuns dos divórcios


Por Mauren Motta

Preocupada com o andamento de seu casamento? Um estudo australiano mapeou as principais razões e situações pelas quais as pessoas se separam. Nem sempre deixar de gostar é o motivo para um casal procurar o divórcio. Confira as razões apontadas pelos pesquisadores e veja se é hora de repensar seu casório.

Homens que casaram antes dos 25 anos e que têm uma diferença de idade igual ou superior a nove anos de suas esposas possuem duas vezes mais chances de se divorciarem.

Filhos antes do casamento também são um fator apontado pelo estudo, sejam eles fruto da atual relação ou de uniões anteriores

Ainda sobre as crianças, mulheres que querem ter filhos mais do que seus parceiros também são mais propensas a se divorciar

A família dos conjuges também influencia. Pessoas que tiveram pais divorciados têm 6% mais chances de se separar do que as pessoas que os pais mantiveram-se casados.

Casais no seu segundo ou terceiro casamento têm 90% mais chances de se separar do que os que casaram apenas uma vez.

Dinheiro, sempre ele, mais de 16% dos desempregados ou financeiramente mal sucedidos se separaram, contra 9% dos ricos.

O cigarro também desempenha um papel relevante, pois casais em que uma pessoa fuma e a outra não figuram nas estatísticas do divórcio com mais frequência.

Nem tudo é trágico. Fatores como o número de filhos durante o casamento, a situação profissional da esposa e o tempo de casamento não foram apontados como relevantes. Mas se você se encontrou alguma dessas categorias, não se desespere, são apenas estatísticas australianas. Ninguém garante que elas se aplicariam ao Brasil. Então, boa sorte e felicidades para você e seu marido.

(obs: essa foto é um papel de parede, só clicar em cima e salvar)

domingo, setembro 04, 2011

Mãe solteira: o que fazer na hora de namorar?


Encontrar uma pessoa bacana para construir um relacionamento exige tempo e muita disposição. Talvez esse acabe sendo um dos motivos que levam mulheres que já são mães a deixarem um pouco de lado suas vidas amorosas.

Entretanto, a dedicação a um filho não pode ser empecilho para se viver um novo amor. Ainda mais porque há homens por aí que não se importam com o fato de terem que incluir uma criança no relacionamento.

Para a psicoterapeuta e psicanalista Lea Michaan, a mulher que já é mãe e está disposta a viver um novo amor não pode - e nem deve - ficar presa a um só papel. "Ela precisa transitar por todas as funções que cabem a ela: dona de casa, profissional, mãe, mulher. O filho vai crescer e viver sua própria vida. E se ela não cuidar de si própria certamente vai culpar este filho e impedir que ele siga seu caminho", esclarece.

Na hora de "ir à caça", Lea acha que a mulher não deve dizer logo de cara que tem um filho. Afinal de contas, ela tem o direito de se preservar. "O ideal é que ela comente da criança numa segunda oportunidade. Antes é importante saber o grau de envolvimento que ela e essa pessoa pretendem ter", sugere. "O filho já tem a carência de uma figura paterna, portanto, o certo é evitar qualquer tipo de frustração".

Lea recomenda também que a mulher crie um vínculo bacana com o parceiro antes de apresentá-lo ao filho. "Separadamente, converse com a criança. Diga a ela que você conheceu um homem legal e a importância que esta pessoa tem na sua vida. Peça para que seu filho o conheça e sempre ressalte que, apesar da chegada do rapaz, a sua relação com a criança não será abalada", recomenda.

A opinião da criança sobre o novo namorado da mãe não pode deixar de ser ouvida. "Procure saber o que ela achou. Caso a opinião seja negativa, tenha discernimento para identificar se a crítica é verdadeira ou apenas ciúmes. Se for necessário, tenha uma conversa franca com ela e com o parceiro juntos".

Um namoro pode acabar, mas o filho é para sempre. Por este motivo, a criança deve ser sempre prioridade na vida da mãe. "Nunca deixe seu filho de lado por conta do relacionamento. Encontre um momento do dia para se dedicar integralmente a ele. Seja quando ele chega da escola ou quando você chega do trabalho. Somente depois vá ao encontro do namorado", aconselha Lea.

Aos finais de semana, a mãe também precisa incluir a criança nos programas. "Caso o homem não tenha interesse em participar desses eventos, é um alerta de que ele não serve para namorar você", afirma a psicanalista. "Outro ponto importante é preservar a sua intimidade. Lembre-se de fechar a porta quando for se deitar com seu parceiro. É difícil para o filho conviver com a sexualidade da mãe".

Em situações como essa, é normal a família dar opiniões, uma vez que está preocupada com o bem-estar da criança. Para lidar com isso é preciso ter equilíbrio. "Eu penso que os familiares querem o bem da criança e, por isso, opinam. A mulher deve escutar sempre os conselhos, mas se realmente quiser levar o namoro adiante, deve defender sua posição, alegando que se ela tiver um companheiro será melhor para o filho e que o lado feminino dela também precisa de cuidados".


Portanto, tenha a certeza de que um filho não atrapalha sua vida amorosa. Esta pode ser a grande chance de conhecer alguém verdadeiramente responsável e que queira lutar para fazer você feliz e adotar seu filho de coração.

Por Juliana Falcão (MBPres)

sábado, setembro 03, 2011

Você já se Colocou no Lugar do Outro?


Por Ivan Saraiva

Existem coisas na vida que a gente não espera. Por exemplo, ganhar um superpresente sem ter nenhuma data comemorativa perto, ou ir bem em uma prova para a qual havia a certeza de ter nota vermelha. Existem ainda as surpresas de Deus. Muitas vezes, Ele coloca anjos em nosso caminho para nos ajudar. E, às vezes, esse anjo pode ser uma colega de classe.


Um menino de nove anos estava sentado em sua carteira na escola. De repente, surgiu uma poça entre seus pés, e suas calças ficaram molhadas. O menino não sabia como isso podia ter acontecido. Assustado e embaraçado, começou a esperar pela risada dos colegas, que nunca mais o deixariam em paz. O menino fechou os olhos e fez uma oração: “Senhor, estou em uma emergência. Preciso da Tua ajuda, agora! Senhor, salva-me desta situação.” Quando o menino abriu os olhos, viu a professora se aproximando com um olhar de que havia descoberto o acontecido. Enquanto a professora se aproximava, uma coleguinha apressou-se na mesma direção com um aquário cheio de água. Quando chegou perto do menino, a coleguinha tropeçou e deixou cair toda a água do aquário em cima do menino. Ele, surpreso, não disse nada. Mas, no fundo do coração, falou a Deus: “Obrigado, Senhor!” Em um minuto, o menino, que quase foi motivo de ridículo e gozações, tornou-se vítima. Todos começaram a ajudar e a enxugar a água derramada e ficaram com pena dele. A coleguinha acabou sendo chamada de desajeitada, mas não falou nada. No fim da aula, enquanto estavam esperando por seus pais, o menino se aproximou da coleguinha e disse baixinho: “Você fez aquilo de propósito, não foi?” A coleguinha, com um sorriso e também falando baixinho, respondeu: “Eu também já molhei minha calça uma vez.”


Talvez você nunca tenha molhado as calças na sala de aula, mas, com certeza, já passou por alguns apuros. Espero que tenha sido ajudado e, mais do que isso, espero que você tenha ajudado alguém. Quando você perceber que alguém está passando por uma situação embaraçosa, ainda que todos riam, não ria! Coloque-se no lugar dessa pessoa e ajude-a. É isso que Jesus faria se estivesse em seu lugar!




"O imaturo diz: 'eu te amo pq eu preciso de vc.'
O maduro diz: 'eu preciso de vc pq eu te amo.'"

(Erich Fromm)

VOCÊ FICARIA DE PÉ?


Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto.


Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existe.

Os estudantes sempre tinham medo de argüi-lo por causa da sua lógica impecável.

Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse, nunca o venciam.

No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos:

- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

Em 20 anos ninguém ousou levantar-se.

Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria : - Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse.


Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso!
E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços.

E todos os estudantes apenas ficavam quietos,
vendo a DEMONSTRAÇÃO.

A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé.

Bem.... há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé...
ao menos era seu desejo.

Finalmente o dia chegou. O professor disse:

- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!
O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala.

O professor falou:
- Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!

O aluno levantou-se e com a coragem que só a fé nos proporciona e falou:

-Professor, não sei o que te move a dizer estas coisas...Você demonstra ter uma força no seu raciocínio que inibe as pessoas de te contrariarem. Mas, eu te olho daqui e vejo apenas um homem, que não enxerga a si mesmo, não reconhece que a sua própria vida existe independente da tua vontade, e não foi você quem a criou. Ista já basta pra mim como prova que Deus existe. Admiro sua lógica, e mais uma vez dou Graças a Deus, por tamanha beleza. Criou o homem e ainda o serviu com inteligência. Você o nega, e ainda tenta nos convencer a negá-lo também, e de novo eu encontro a Misericórdia Divina presente, aquela que Jesus tanto falou, e que nós deveríamos praticá-la, eu a vejo, a sinto fortemente através das suas aulas, porque mesmo você o negando tanto, mesmo assim ELE não retira a sua vida num só sopro da Sua Vontade, deixando que você mesmo um dia o Aceite, o Perceba, o Considere, o Ame.
Quanto ao giz, fico admirado porque, a lei da gravidade, é uma lei deste planeta, e é uma Lei da Vida, portanto, é uma lei Divina também, nenhum homem em sã consciência se atiraria de um precipício para ver se Deus existe e o salvaria de se arrebentar quando chegasse lá embaixo, simplesmente porque Deus nos proporcionou conhecimentos instintivos para nos protegermos independente de conhecermos cientificamente a lei da gravidade. Um analfabeto, sem nunca ter estudado nada sobre ela, a reconhece e a respeita. Porque Deus não discrimina ninguém para provê-lo da SUA Sabedoria.
Com tudo isto, penso então, com a ajuda de Deus, que um dia você também o reconhecerá, e saíra deste pensamento obscuro sobre Seu próprio Criador. E neste dia você se sentirá muito bem e muito mais tranquilo sem a necessidade de provar para ninguém algo completamente inexistente. Até lá, com paciência, assistiremos sua aula, e aproveito para convidar meus amigos de sala, a rezarem por ti, para que na posição que ocupa, de professor, possa nos servir em breve de exemplo a seguir.
A fé, a confiança, a perseverança e o amor em Deus é algo completamente individual, cada um a possui e a pratica conforme suas próprias limitações, e Deus também, sabe muito bem disto e a respeita em cada um, cabe a nós individualmente, no calor da nossa intimidade e em nossas ações diárias permitir que elas façam parte das nossas vidas ou não.
Já ocupei muito do seu tempo professor, gostaria de ouvi-lo, até sobre o giz novamente, se for este o assunto mais importante que você tem para nos orientar.




O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, observava a sala, o giz e todas as pessoas que uma a uma foram se levantando.

O rapaz firmemente na frente de seus colegas, havia, compartilhado sua fé. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre seu poder através do amor que tanto Jesus nos ensinou.

Muitas vezes passamos por situações em que nossa fé é testada, acreditando até que "nosso giz" vai quebrar, mas Deus, com sua infinita sabedoria, poder e amor faz o contrário, só precisamos dar espaço para Ele existir em nossos corações.

sexta-feira, setembro 02, 2011

A verdadeira decisão é medida pelo fato de que você tomou uma atitude.
Se não houver atitude,então você realmente não decidiu.

Anthony Robbins

Fim de amizade pode ser pior do que de relação amorosa


Por Michelle Achkar

Terminar o relacionamento com uma amiga pode ser mais difícil do que romper uma relação amorosa. A conclusão é de uma pesquisa divulgada pela Universidade de Manchester. O estudo foi apresentado durante a conferência anual da Associação Britânica de Sociologia, realizado em Glascow, na Noruega, entre os dias 7 e 9 de abril, e mostra que os laços de amizades podem ser tão fortes que rompimentos causam sentimento profundo de culpa mesmo quando os amigos passam a ser indesejados.

O levantamento foi feito por meio de um questionário distribuído em 2008 a fim de investigar os altos e baixos das amizades. Mulheres e homens com idades entre 29 anos até a terceira idade, entre solteiros, casados, casais formados por pessoas do mesmo sexo e divorciados participaram da pesquisa. Em resumo, o sofrimento pode ser causado pelo fim de uma amizade, principalmente quando uma das partes não entende o motivo de um rompimento, mas também por suportar amigos que passam a ser inconvenientes ou indesejáveis.

Segundo os depoimentos, a maioria acredita que amizades são para sempre e muitos relacionamentos acabam sendo mantidos por obrigação, principalmente quando o amigo está passando por momentos difíceis ou não tem outros amigos. As mulheres são mais propensas a manter amizades por obrigação. "Você não pode abandonar amigos mesmo quando eles tornam-se cansativos", disse uma participante de 73 anos.

Outra pesquisa realizada com 10 mil pessoas entre 1992 e 2002 mostrou que os homens são mais calculistas em relação às amizades e escolhem de quem devem ser amigos ou não, enquanto as mulheres tendem a manter as mesmas amizades.

Já a maioria dos homens que mantiveram amigos entre pessoas pelas quais não sentiam empatia declararam que a decisão foi tomada em benefício de suas mulheres. Assim como as mulheres se obrigam a manter vínculos com mais frequência que os homens, também sofrem mais com as agruras ou fim dos relacionamentos. A maioria das participantes declarou que já se sentiu frustrada por aguentar amigos chatos ou em dificuldades.

Traição
As entrevistadas reportaram sentimentos parecidos como se descobrissem uma traição do marido e sentiram-se abandonadas, inúteis e profundamente abaladas com o fim de amizades.

Situações relatadas na pesquisa mostram os sentimentos em situações como quando foram trocadas por outra amiga, ou quando são esquecidas quando a companheira começa um novo relacionamento amoroso.

De acordo com uma das pesquisadoras, a socióloga Katherine Davies, conhecer outras pessoas significa deixar que elas lhe conheçam, além de ser um exercício de autoconhecimento por meio dos olhos alheios. Segundo o estudo, há riscos nesse processo, e quando a confiança é abalada por algum motivo, surge insegurança em relação a ser conhecido por outros. "Se um amigo começa a lhe evitar, censurar ou torna-se desagradável, é possível que a pessoa passe a duvidar de si mesmo, principalmente se não há motivo aparente para uma mudança no relacionamento. Isso porque julgamos nossa própria conduta por meio dos olhos de outras pessoas", diz o texto da pesquisa.


quinta-feira, setembro 01, 2011

Separação: lições do abismo


A psicoterapeuta Regina Navarro Lins comenta as reações e sentimentos que envolvem o fim de um relacionamento

Tina, 32 anos, estava casada com Luís há cinco. Desde que o primeiro filho nasceu, parou de trabalhar para se dedicar a ele e ao outro que veio logo depois. Engordou 15 quilos e passou a viver em função do marido e dos filhos. Uma noite, quando preparava os enfeites para a festa do primeiro aniversário do filho mais novo, Luís a convidou para jantar num restaurante. Com muita franqueza colocou-a a par do que estava acontecendo. Apaixonou-se por uma moça que conhecera numa viagem e a partir daquele momento iria morar com ela. Reafirmou seu carinho e amizade, mas a decisão era irreversível. “Quando ouvi o que ele me disse, pensei que fosse desmaiar. Senti uma dor profunda no peito e não consegui parar de chorar por um bom tempo. A sensação era de que o mundo estava desmoronando, e me veio um enorme desejo de morrer.”

O fim de um relacionamento é tão doloroso, que muitos consideram o sofrimento comparável em intensidade à dor provocada pela morte de uma pessoa querida. Mas a separação inicia seu processo lentamente, na maior parte das vezes de forma inconsciente. A relação vai se desgastando e a vida cotidiana do casal deixa de proporcionar prazer. Chegar a perceber que o casamento traz mais frustrações do que alegrias é uma trajetória complicada. Não são raras as tentativas de desmentir o que se está sentindo, principalmente, pelas expectativas de realização afetiva depositadas na relação.

Muitas vezes, apesar de se ter uma visão clara do que está ocorrendo, adia-se qualquer tipo de decisão. “Antes de mais nada, o indivíduo começa a se sentir corroído pela dúvida e pela esperança de ter interpretado mal as coisas, apesar de seu mal-estar reiteradamente confirmar a exatidão das conclusões a que chegou. Todavia, continua a adiar uma decisão definitiva, na esperança secreta de que um milagre o faça voltar aos felizes tempos em que eram amantes e companheiros de vida.”, diz o psicólogo italiano Edoardo Giusti.

Da mesma forma que a criança pequena se desespera com a ausência da mãe, o adulto, quando perde o objeto do amor — seja porque foi abandonado ou porque o abandonou —, é invadido por uma sensação de falta e de solidão. Surgem medos variados como o de decepcionar os parentes e os amigos, fazer os filhos sofrer, ficar sozinho, ter problemas financeiros, e o mais ameaçador: o de nunca mais ser amado.

Há separações em que a hostilidade e o ódio pelo outro chegam a níveis extremos. É um sentimento de ter sido traído na crença de que através daquela relação amorosa estaria a salvo do desamparo, encontrando a mesma satisfação que tinha no útero da mãe, quando dois eram um só. A separação surge como testemunho da impossibilidade desse retorno ao estado de fusão, a essa identidade que se busca no outro. Ao se afastar, o parceiro estaria traindo as expectativas de complementação, desde sempre alimentadas. Além disso, na maioria dos casamentos as pessoas abrem mão da liberdade e da independência — incluindo aí amigos e interesses pessoais — e por isso se tornam mais frágeis em caso de ruptura.

O desespero que se observa em algumas pessoas durante e após a separação se deve também ao fato de cada experiência de perda reeditar vivências de perdas anteriores. Assim, não se chora somente a separação daquele momento, mas também todas as situações de desamparo vividas algum dia e que ficaram inconscientes. Em alguns casos, o objeto do amor na verdade nada significa, mas sua falta pode ser sentida de forma dramática.

Embora a separação seja uma experiência difícil para a maioria dos casais, nem todos se desesperam a ponto de desejar morrer. Algumas pessoas sofrem muito, outras menos e há até quem sinta certo alívio. As mentalidades estão mudando, e hoje a autorrealização das potencialidades individuais passa a ter outra importância, colocando a vida conjugal em novos termos. Acredita-se cada vez menos que a união de duas pessoas deva exigir sacrifícios. Observa-se uma tendência a não se desejar mais pagar qualquer preço apenas para ter alguém ao lado. É necessário que o outro enriqueça a relação, acrescente algo novo, possibilite o crescimento individual.

Após uma separação o alívio é maior do que o sofrimento e pode haver uma forte sensação de se estar renascendo, caso ocorram as seguintes hipóteses: ter havido qualquer tipo de opressão no casamento; se na relação que acabou já não houvesse mais desejo; se há a perspectiva de uma vida social interessante, pelo círculo de amizades; se a atividade profissional é prazerosa; se existe liberdade sexual para novas experiências e se estar só não for sinônimo de solidão ou desamparo.

Quantas Vezes Você Pode Falhar?


Por Ivan Saraiva

Conta-se que uma Guarda Costeira recebeu um chamado vindo de uma embarcação que estava afundando em uma região perigosa com muitas pedras. Quando o chamado de socorro chegou, um dos marinheiros olhou pela janela e viu as ondas enormes que se formavam. Voltou-se para o capitão e disse: “Não poderemos sair para resgatar aquele barco com esse tempo. Nunca voltaremos!” Então, o capitão respondeu: “Temos a obrigação de sair, mas não temos a de voltar.”


O que o capitão quis dizer é que a obrigação deles era tentar salvar a vida das pessoas que estavam no barco. Mas, se conseguiriam, dependia de Deus. Eles cumpririam sua missão, mas estavam sujeitos a falhar. Ninguém tem obrigação de sempre vencer ou acertar. Nossa obrigação é tentar e continuar tentando. O importante é estarmos no caminho certo!


Famosos nomes da história enfrentaram o fracasso antes do sucesso. Thomas Edison, que inventou a lâmpada elétrica, durante anos experimentou milhares de filamentos antes de descobrir qual deles funcionaria. Um belo dia, a primeira lâmpada elétrica brilhou por 48 horas seguidas. Em cada fracasso, Edson não pensava em parar, pois considerava os erros como experiências válidas. Ele até caía, mas sabia que estava no caminho certo. Todos nós cometemos erros todos os dias e, apesar de ninguém querer errar, eles nos ajudam a compreender melhor as coisas.


Abraham Lincoln, um dos mais impressionantes personagens da história, entre outras derrotas, aos 22 anos faliu nos negócios, aos 23 quis estudar direito, mas não conseguiu entrar na escola, aos 27 anos ficou doente por seis meses, foi oito vezes derrotado em campanhas políticas. Mas, aos 51 anos, foi eleito presidente dos Estados Unidos. Até hoje ele é considerado pela maioria do povo norte-americano o maior presidente de todos os tempos. Com trabalho, humildade e perseverança, tudo se alcança. Você pode falhar um milhão de vezes; Jesus estenderá Sua mão para você um milhão e uma vezes. Mas lembre-se: é fundamental estar no caminho certo! Tente não errar. Mas, se errar, saiba que isso também faz parte da vitória final ao lado de Jesus!