terça-feira, julho 31, 2012

Conheça as 10 mentiras que os homens mais contam

Os homens costumam falar que precisam de tempo por medo da reação feminina. Foto: Getty Images Os homens costumam falar que precisam de tempo por medo da reação feminina
Foto: Getty Images

Muitas vezes a natureza apaixonada de uma mulher permite que o "sexto sentido" tão comum seja deixado de lado e faça com que ela acreditasse nas maiores mentiras masculinas. Para que você não caia nas armadilhas e seja enganada, veja aqui quais são as 10 mentirinhas mais usadas por eles.


1. Nunca tinha sentido isso antes
Essa é uma mentira muito comum depois do sexo. "Você é sensacional, o máximo. É a primeira vez que me sinto assim". Os homens costumam falar isso para que as mulheres se sintam felizes, mas não necessariamente estejam pensando nas relações anteriores e as comparando.

2. Não é o que parece
Esta mentira é muito curiosa, porque sempre se dá quando os homens são surpreendidos, por exemplo, se você o encontra em um lugar público andando com uma mulher. Você pode até mesmo nem estar pensando em nada, nem bom, nem ruim, mas ele simplesmente se acusa dizendo: "Não é o que você está pensando".

3. Ela é só uma amiga
Essa frase é uma continuação da mentira anterior, porque quando você o encontra com outra ou quando há indícios da presença constante de outra mulher ele solta essas palavras.

4. Amanhã eu te ligo ou a gente se vê
Esta é uma das mentiras que as mulheres mais odeiam. Quando saem com um homem e ele diz "te ligo amanhã" é equivalente a quando você deixa currículos em empresas que não vão te contratar e simplesmente dizem "a gente volta a entrar em contato".

5. Não quero terminar com você, só quero um tempo
Esta é a típica frase que coloca em evidência que os homens são incapazes de enfrentar o fim da relação. Eles costumam dizer isso depois que já aprontaram "mil e uma" e para amenizar a situação usam essa desculpa: "Preciso de um tempo", por medo da reação feminina.

6. Faz tempo que eu e minha mulher não dormimos juntos
Quando eles ainda estão casados e paqueram outras mulheres, eles dizem esta mentira para que elas acreditem que existe a possibilidade de uma relação. Mas, fique esperta, porque ele dorme com a mulher e com você também.

7. Só espero meus filhos crescerem para me separar
Esta é uma das mais clássicas e é usada claramente para que eles ganhem tempo. Assim, as amantes não os pressionam. Mas não se iluda, porque eles não querem perder nada da família.

8. Fiquei sem dinheiro e, para piorar, meu celular ainda descarregou
Esta é uma mentira que os homens dizem quando estão estranhamente desaparecidos, quando não conseguiu chegar ao encontro na hora combinada e, certamente, quando ele estava com a amante.

9. Jamais sentiria atração pela sua amiga, ela é como uma irmã
Quando você por acaso percebe que ele olha excessivamente para a sua melhor amiga e você vai tirar satisfações, ele resolve usar argumentos do tipo: "Que absurdo, a gente se conhece há tanto tempo".

10. O problema não é você, sou eu
Os homens usam esta frase para amenizar o impacto da separação. "Estou confuso", eles costumam dizer por receio que a mulher dê um escândalo que eles não saibam controlar. O pior é que as mulheres acreditam e acabam quase os confortando. Em todo o caso, existem aqueles que desaparecem e nem desculpas se esforçam para oferecer.

Teste do Amor Verdadeiro

Para você saber quem te ama de verdade, faça o seguinte teste:

1-Tranque seu cachorro e sua esposa no porta mala do carro.
2-Aguarde exatamente uma hora (uma hora mesmo, senão o teste não dá certo)
3-Abra o porta mala do carro
4-Veja quem estará feliz em te ver novamente.

segunda-feira, julho 30, 2012


 Você ganha força, coragem e confiança através decada experiência em que você realmente parae encara o medo de frente.

Eleanor Roosevelt

Ame e abaixea Pressão

Ficar ao lado de quem se ama também tem bons efeitos para a saúde. Um estudo da Universidade do Estado de Nova York mostrou que estar em companhia do parceiro abaixa a pressão arterial. Isso ocorre mesmo nos casos em que a relação não é tão boa. É que a presença dele(a) dá a sensação de segurança, diminuindo o stress. O coração agradece.

Fonte: Revista Isto É

Que tal olharmos para todas as direções

Autor: Desconhecido

 

Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o voo, será um Prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu voo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.

 

O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.

 

Um zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.

 

Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.  Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima!

 

O medo é cruel, nos arranca deliberadamente a chance de sermos felizes. Nos consome, nos esconde e nos trai. A felicidade muitas vezes pode estar ali, logo virando a esquina depois do medo. Hoje me liberto de qualquer temor, me entrego a qualquer chance, e o medo? Á, esse eu deixo para os fracos.
 
Oliver A.

 

Se, em cada dez atitudes que você tomar,

você cometer um erro e, na próxima vez,

não tomar a atitude por medo de errar novamente,

perderá a oportunidade de acertar nove.

Luiz José da Matta Sobrinho

 

 

 

Parei de correr atrás, agora quem quiser sabe aonde me encontrar.

Pedir desculpas é fácil, difícil é pensar antes de magoar as pessoas

sexta-feira, julho 27, 2012

Broken Wings

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Eles Preferm as divertidas



por Ana Flora Toledo 

Mais do que a beleza, o bom humor pode conquistar


Eles preferem as divertidas!


Vestida com aquela roupa que te deixa superbem, a lingerie ideal, maquiagem perfeita e cabelos maravilhosos, você sai à noite e percebe que tudo o que os homens reparam em você se resume a bunda e peito. Será mesmo? Na verdade, depois do primeiro olhar, os meninos reparam bem mais do que só na beleza. E fica a dica: eles preferem as divertidas!

“Minha sensualidade está no bom humor”, disse recentemente a atriz Fabíula Nascimento, a Olenka de Avenida Brasil, em entrevista à revista Contigo!. E ela está coberta de razão. O Bolsa conversou com alguns meninos para entender, afinal, o que mais chama atenção nas meninas, e eles apontaram o bom humor como arma forte das mulheres.

“A aparência física influencia na hora de ficar com uma guria. Mas tudo depende da real intenção que rolar no momento. Se for apenas curtição, o peso do humor é menor. Agora, se engatar uma relação, isso tem um peso maior e pode ser um fator decisivo”, comenta o supervisor de varejo Tiago Rosa.

Portanto, se a intenção for fisgar o gato de vez, é mais importante ser natural e extrovertida. A boa companhia faz com que eles queiram mais encontros, o que pode se transformar em uma relação mais sólida e duradoura.

“Desde brincadeiras bobas até conversas bestas, o bom humor não pode faltar em uma relação saudável. Até porque precisamos de válvulas de escape em determinadas ocasiões de estresse, causadas pelo cotidiano. E o bom humor se encaixa perfeitamente como essa válvula de escape”, diz o diretor de arte Douglas Galvan.

Para completar os benefícios listados pelos meninos, não podia faltar o parecer sobre a hora H. Segundo o publicitário Rafael Lopes, neste quesito as mais extrovertidas também levam vantagem. “Essa naturalidade faz com que ela fique mais relaxada, o que é importante para que role um clima legal e que os dois consigam aproveitar bem o momento”, afirma.

I Know

quinta-feira, julho 26, 2012

Não existe uma verdadeira vida real. Sua vida de verdade é aquela que você leva, seja qual for. Você apenas faz o melhor que pode com aquilo que tem.

Do livro Eramos Adultos

Como aproveitar melhor as viagens a dois?


Como aproveitar melhor as viagens a dois

Quem não quer passar mais tempo ao lado do parceiro? São poucos os casais que conseguem se ver todos os dias ou todos os finais de semana. E para estreitar ainda mais os laços nada melhor do que uma viagem a dois, não é verdade?Entretanto, se ela não for muito bem planejada, pode virar sinônimo de briga. O primeiro problema que ocorre é a cobrança, principalmente quando uma das partes precisa adiar o passeio de última hora porque não consegue sair do trabalho a tempo.


As frases: "Mas você prometeu que isso não ia acontecer" ou "Já estava tudo programado", sempre vão aparecer. "Por isso, os compromissos do dia a dia precisam ser bem planejados para que estes imprevistos não acabem com a empolgação", explica o psicólogo Thiago de Almeida, especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos e autor do livro "A Arte da paquera: inspirações à realização afetiva" (Ed. Letras do Brasil).
Outra dica do Dr. Thiago é o casal se lembrar de fazer roteiros para as diferentes mudanças de tempo. "É preciso ter sempre um plano B. O local a ser visitado pode estar fechado ou haver um trânsito terrível para impedir algum compromisso. Essas adversidades precisam servir como ponto de união e são alguns dos fatores que contribuem para que um relacionamento dê certo", diz.
E na hora de pensar o destino, o casal deve levar em consideração os gostos dos dois. Não adianta o rapaz querer fazer rapel se ela não gosta de adrenalina, por exemplo. O passeio precisa ser estimulante para os dois.
Outra atitude errada durante viagens desse tipo é quando uma das partes leva trabalho ou um livro para o passeio. "Nada impede que você faça palavras cruzadas enquanto seu companheiro tira um cochilo ou vice-versa, mas não dá para ficar o tempo todo lendo. A viagem serve para ter mais tempo com o parceiro, conversar, investir na relação", alerta o especialista.
Dr. Thiago conta também que nessas viagens as pessoas relaxam e ficam mais próximas para reafirmarem suas presenças dentro de um relacionamento. "Todos os dias, de alguma forma, os parceiros se cortejam, mas, neste caso, sair da rotina se assemelha a um momento lúdico, para que um analise o comportamento do outro".
Na viagem acontecem muitas coisas legais quando os casais estão juntos. Nelas, o rapaz consegue perceber, por exemplo, se a moça é realmente aventureira ou mais tranquila. "Ninguém possui um repertório pronto para vivenciar este momento. E o mais interessante é poder descobrir e se surpreender com as emoções da outra pessoa. E sabendo disso, fica mais fácil encontrar roteiros que possam ajudar um a curtir o outro em suas diferentes facetas", comenta Dr. Thiago.
Um detalhe importante: o homem não deixa de ser quem é porque está em viagem. O mesmo acontece com a mulher. O ciumento ou tímido no dia a dia é assim também fora da rotina. E algumas características dos sexos são evidenciadas quando se passa a ter mais contato. "Se a mulher gosta de passar horas fazendo compras, isso ficará mais claro durante a viagem. São coisas que o rapaz não percebe no cotidiano, quando está no trabalho".


O psicólogo afirma ainda que uma viagem pode ser sim um termômetro para a relação. E se não deu certo de primeira, nem sempre significa que não vai dar certo na segunda ou que o companheiro não serve. Na verdade, esta acaba sendo uma oportunidade para remanejar o destino e acertar da próxima vez. "Após detectar os erros, é importante fazer uma prevenção para que eles não voltem a acontecer", deixa a dica.

Por Juliana Falcão (MBPress)

quarta-feira, julho 25, 2012


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Um Presente para Papai

João Ritter estava visitando seus pais. Um dia, ele e seu pai foram dar um passeio de carro. O pai, com chapéu e jaqueta de caubói, estava dirigindo.

João olhou para aquele homem na direção e pensou: “Gosto mesmo de você, papai. Você é uma pessoa legal. Estou contente porque você é meu pai. Já passamos bons momentos juntos.” João sorriu ao lembrar-se de alguns daqueles momentos.

“Conte a seu pai que o ama”, parecia dizer uma voz interior. “Diga-lhe o quanto o aprecia.”

“Não consigo fazer isso”, pensou João. “Nunca conversamos sobre coisas como essas. Ele sabe que o amo. E sei que ele me ama.”

“Diga a seu pai que o ama”, insistia a voz interior. “Conte-­lhe como gosta dele.”

João respirou fundo. Aquilo exigia um pouco de coragem.

– Papai – começou ele. – Quero agradecer-lhe por ser meu pai. Creio que você é o melhor homem que conheço, e eu o amo.

O pai sorriu, como se estivesse procurando palavras para responder. Por fim, disse:

– Sim, filho, você disse uma coisa bonita.

– Papai, eu gostaria de ouvi-lo também – disse João.

– O quê? – perguntou o pai.

– Você gosta de mim, papai?

– Bem… eu o amo.

– Preciso ouvir isso, papai.

– Filho, eu o amo – repetiu o Sr. Ritter, um pouco embaraçado.

– Obrigado, papai – disse João. – Eu também o amo.

Três semanas depois, o pai de João estava morto. João ficou contente por ter dado ouvidos à voz interior, que insistira para que ele contasse a seu pai que o amava. Guardou com carinho a lembrança daquele encontro por muito tempo.

Leo Buscaglia lecionou na universidade uma matéria sobre o amor. Uma das lições de casa dos alunos era dar um abraço no pai e dizer: “Eu o amo, papai.” Quase todos empacavam na hora de fazê-lo. Mas quando o faziam, tinham uma surpresa.

“A experiência mais comum era que a maioria dos pais se sentia muito emocionada com a experiência, e retribuía as palavras”, escreve Buscaglia.

Sendo Amigos
Os membros de nossa família precisam ouvir palavras de amor e apreço.

Fonte: Inspiração Juvenil

terça-feira, julho 24, 2012


Mulheres estão cada vez mais exigentes na busca do companheiro


Mulheres cada vez mais exigentes

"Se você escolher demais vai acabar sozinha". Atire a primeira pedra quem nunca ouviu essa frase na vida ao reclamar que falta homem no "mercado". Em tempos de namoros-relâmpago e sexo casual, escolher alguém para a vida toda tem sido uma tarefa cada vez mais difícil.Mas há gente defendendo que o problema não está na falta de pretendentes, mas sim na variedade, que deixa a mulherada cada vez mais confusa.
 
 Segundo um estudo realizado por pesquisadores britânicos e publicado no jornal britânico "Biology Letters", em março deste ano, quanto mais opções uma pessoa tiver para escolher um parceiro amoroso, maior a probabilidade de ficar sozinha. Para os autores da pesquisa, variedade é bom, mas em pequena quantidade, para que o cérebro possa assimilá-la com qualidade.Para desenvolver o estudo foram entrevistados 1.870 homens e 1.868 mulheres em 84 eventos de "speed-dating", os tradicionais rodízios de relacionamentos. Em grandes eventos, com participantes semelhantes, o número de propostas de encontro era de 123. Mas quando os pretendentes eram muito diferentes, o número caía para 88. Em pequenos eventos do gênero a média de 85 propostas caiu para 57 entre candidatos com características variadas.
Para o psicólogo Dr. Thiago de Almeida, especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos e autor do livro "A Arte da paquera: inspirações à realização afetiva" (Ed. Letras do Brasil), questões biológicas ajudam as mulheres a ficarem mais seletivas. "Quando elas estão ovulando, tendem a escolher determinados tipos de parceiros, de preferência que tenham rosto simétrico e boa saúde reprodutiva", explica.
A mulher mede a influência de um homem em sua vida a curto e longo prazos. Dependendo de seus objetivos, Dr. Thiago afirma que a seleção pode ser mais apurada. "Se ela está interessada em um relacionamento duradouro, procura alguém que possa somar e que lhe dê segurança, uma vez que os homens são mais volúveis na hora de escolher suas parceiras", comenta.
E continua: "As mulheres são mais sensíveis. Elas querem alguém que faça companhia para ela, que pense em ter filhos, que lhe mande mensagens carinhosas e de suporte emocional e que pague um jantar - este ato prova que o pretendente tem condições de garantir a alimentação e a sobrevivência dela", comenta. "Além disso, o homem é fértil praticamente durante toda a vida toda, diferente da mulher, que é desfavorecida com a idade. Este é um dos motivos pelos quais elas se tornam mais seletivas com o passar do tempo", conta.
O psicólogo garante ainda que o corpo escolhe o parceiro ideal muito antes da cabeça. "Antes de beijar o rapaz, a mulher sabe se ele serve ou não. O cérebro se encarrega de identificar a famosa ‘química’ por meio do cheiro e do aspecto físico do parceiro. E depois pelo beijo, que nada mais é do que o reconhecimento do corpo do outro", diz. "Tenho pacientes que dizem que um beijo bom tem gosto bom e que beijo ruim, sem liga, tem gosto de saliva", descreve.

Os aspectos biológicos na hora de escolher o parceiro ideal nunca mudaram. O que mudou na verdade foi a cultura. Sabe aquela típica cena de desenho animado, na qual o homem dá com o tacape na cabeça da mulher e a leva para a caverna? Isso não tem mais sentido. Ou talvez nunca teve. "Por conta da maior liberdade conquistada, a mulher passou a ter o poder do veto. Se o homem quer, mas a pretendente não, o sexo ou o beijo não acontece. Este é um dos motivos pelos quais os homens estão aprimorando constantemente suas táticas de cortejamento", esclarece.

Por Juliana Falcão (MBPress)

segunda-feira, julho 23, 2012


É Bom Ter Alguém

É bom ter alguém com quem dividir. Dividir a cama, a refeição, as tarefas, as alegrias, o dia, as novidades. Não é tão bom assim ter que dividir o banheiro, mas até isso a gente aprende.
 
É bom ter alguém pra quem perguntar sobre o jantar, sobre o que comprar no mercado, sobre o que quer fazer no dia seguinte, sobre coisas que você não sabe, mas ele deve saber. Perguntar se aquela dor passou, se melhorou da gripe, se pingou o colírio, se quer que faça gelatina. Perguntar é como dizer que você se importa, que você quer fazer algo pela pessoa e também é valorizar conhecimentos que o outro tem, e você não.
 
É bom ter alguém de quem a gente queria sempre cuidar. Pra quem a gente quer fazer um almoço, o bolo que ele gosta, um pudim. Alguém que é capaz de fazer você acordar durante a noite pra ver se a febre baixou e, se por acaso ele acorda também, você pergunta se quer água. Alguém pra você mandar se agasalhar bem, porque vai nevar.
 
É bom ter alguém com quem dormir. Principalmente no inverno. Mesmo que os pés a serem aquecidos sejam os do outro. Em você, claro! Mesmo que, sendo a cama suficiente pra mais gente, no meio da noite você tenha que empurrá-lo mais pra lá e assim poder voltar a dormir na certeza de que não vai cair.
 
É bom ter alguém com quem acordar. Aquele acordar sem pressa, onde cada um acorda num horário e dá um jeitinho de acordar o outro. Onde os dois decidem dormir mais um pouquinho e já deu a hora do almoço. Aí, quando decidem que é hora de levantar mesmo (ah! a fome!), ainda assim ficam lá abraçados por mais uns 10 minutos.
 
É bom ter alguém com quem sonhar. Alguém com quem fazer planos, com quem você quer ter filhos, alguém com quem você quer conhecer o mundo ou o outro lado da cidade. Sonhar com a casa, o futuro, o hoje e o daqui a pouco. Sonhar sem nem precisar dormir.
 
É bom ter alguém pra te ajudar. Não só pra abrir o vidro de azeitonas, ou trocar o chuveiro. Alguém que de vez em quando confira sua conta e deposite um dinheiro. Alguém que saiba consertar seu celular, caso ele não reconheça o chip, e até o botão do seu iPod. Tudo bem que o botão do iPod talvez ele não conserte, mas ele sabe onde tem um outro negocinho que faz o serviço do botão que não funciona mais.
 
É bom ter alguém com quem rir. Alguém de quem você possa rir e que ria de você. Alguém que ria com você, das suas bobeiras. E alguém que faça bobeira só pra te fazer rir. Alguém com quem você faça piadas que ninguém no mundo entende.
 
É bom ter alguém com quem se deseja estar. Hoje, amanhã e depois e depois e depois de amanhã. Alguém com quem se esteja junto, e não necessariamente perto. Alguém cuja presença, mesmo silenciosa, seja um conforto e uma segurança.
 
É bom ter alguém de quem se despedir pela manhã e pra quem voltar no fim da tarde.
 
É muito bom ter alguém.
Por Kellen Fernandes

O Poder da Leitura

Certo dia apareceu uma estranha criatura no campus do Bethel College, uma pequena instituição presbiteriana de ensino superior no Tennessee, Estados Unidos. Ele tinha um metro e oitenta de altura, cabelos ruivos despenteados e vestia uma blusa de frio tão velha que havia alfinetes por toda parte para mantê-la em condições de uso. Havia buracos nos sapatos e os dentes da frente já não existiam mais. Ele veio da minúscula vila de Rosser, constituída por apenas três casas, onde morava numa casa de fazenda caindo aos pedaços, sem encanamento interno. Ele nunca andou de bicicleta, entrou em um shopping center ou namorou. E nunca frequentou a escola.

Robert Howard Allen, 32 anos, apareceu para matricular-se na faculdade. Assim que a administração aplicou um teste para averiguar o conhecimento de Robert, todos se surpreenderam. Ele “arrasou”. Sua mente estava repleta de conhecimento em literatura clássica e histórica. A abrangência de seu conhecimento estava muito além do que o de qualquer professor da instituição. A administração o dispensou da maioria das matérias do primeiro ano de faculdade.

Dez anos mais tarde, Robert Allen concluiu a educação formal, graduando-se pela altamente prestigiada Universidade Vanderbilt em Nashville, Estados Unidos, com PhD em inglês. Ele começou a lecionar inglês para a faculdade.

A história desse homem me inspira. Ela mostra o poder do espírito humano para se erguer e ser bem-sucedido em face das situações mais desafiadoras. E que situação desafiadora! Os pais de Robert se divorciaram quando ele ainda era bem jovem. Ele foi criado por parentes de idade avançada que fizeram um acordo com a administração da escola local para que ele estudasse em casa. A princípio, um professor o visitava ocasionalmente, mas logo Robert foi esquecido.

Mesmo assim, aos 12 anos Robert já tinha aprendido a ler sozinho e logo começou a ler a Bíblia na versão King James para a tia Ida, que era deficiente visual, completando duas vezes a leitura de capa a capa do Livro Sagrado.

Em pouco tempo, estava lendo tudo o que podia encontrar, desde Shakespeare até Will Durant. Ele leu praticamente todos os livros da biblioteca pública de sua cidade e aprendeu também a ler em grego e francês. E começou a escrever poemas. Essa é uma história mais forte do que a ficção – e mais maravilhosa. E tudo começou com a leitura da Bíblia.

Fonte: Meditação Matinal

domingo, julho 22, 2012

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Casais e seus apelidinhos constrangedores


Casais e seus apelidinhos constrangedores
Namoro e casamento transformam desconhecidos em cúmplices. Amigos em amores. E Josés e Marias em ‘chuchuzinhos’ e ‘fofinhas’. Com a intimidade, cresce o desejo de chamar o que é seu de um jeito particular, único.
E na hora de criar apelido, regras não existem. Vale a criatividade de cada casal. Tem gente que abusa dos diminutivos. Vontade de infantilizar? Tem aqueles que apelam para os neologismos e inventam palavras para identificar o amor da vida.
O Vila Dois pesquisou e descobriu alguns apelidos divertidos. E apesar da criatividade ser um dos charmes do brasileiro, há bastante repetição. Muitos casais se chamam por ‘gordo’ e ‘gorda’, mesmo quando estão na melhor forma. “É carinhoso”, declaram. Gustavo Ferreira, 21 anos, é magro de dar dó, mas já foi chamado de ‘gordinho’ por uma namorada, com quem ficou por quase 2 anos. “E eu a chamava de ‘princesa’”, conta.
Mas há sim quem abuse da criatividade. Renata Farias é publicitária e quase mata o namorado de vergonha com os apelidos que inventa. “Eu chamo o Marcelo de ‘pinguim’ e ‘soldado’, esse porque ele serviu e foi bem quando eu me apaixonei”. Ela já chamou Marcelo de ‘gordo’ também.
Há quem esqueça a normalidade e crie nomes cômicos - e porque não, romanticamente patéticos. O técnico em informático Linconl Alves de Assunção, 27, declara que mantém vários com a namorada, Silvana. “Mas os mais ridículos são ‘Popinha petena’ e ‘bicho piguixa’, conta. Os dois estão juntos há um ano e meio e são só alegria.
Manoel Tavares, 28, é casado e prefere os diminutivos. “Chamo a Camila de neguinha, baixinha, coisica, nada de mais, não sou muito criativo”, se desculpa o publicitário. Solteiro, o webdesigner Caio Augusto Enokibara, 23, já teve namoradas Puccas e Bicudinhas, mas declara não repetir os apelidos para meninas diferentes. Ainda bem.
Outro que amarga recém-solteirice é André Schmann, 24. “Éramos malinha & chatinho, não é ótimo?”. O relacionamento, que durou mais de um ano, acabou há pouco - mas ele não acha que seja culpa dos apelidos.
A profissional de hotelaria, Mariana Borges, 40, diz que normalmente chama o namorado pelo nome - e só inventa algum apelido quando quer irritar. “Chamo de ‘bizunguinho. Já ele, costuma me chamar de ‘minha delícia’”. Eles estão juntos há mais de 2 anos.
Românticos ou engraçados, os apelidos fazem sentido apenas entre o casal. E é aí que mora a beleza da coisa!

Fonte - MBPress

Turn Back Around

sábado, julho 21, 2012

Meu namorado levou um tiro por mim diz vítima à TV americana


Jovem sobreviveu ao atentado porque namorado se colocou na sua frente.
O namorado, de 24 anos, levou um tiro, mas sua morte não foi confirmada.

Do G1, em São Paulo

A jovem Jansen Young, de 21 anos, sobreviveu aos tiros na estreia do novo filme "Batman" porque o namorado usou seu próprio corpo como um escudo para protegê-la, segundo relato dela à rede de TV americana NBC. "Ele levou um tiro por mim", disse ela ao programa de TV. O namorado, Jon Blunk, parece não ter sobrevivido, mas sua morte não foi confirmada pelas autoridades americanas.
Os dois estavam no cinema em que James Eagen Holmes, o homem de 24 anos que atirou contra a plateia, no estado americano do Colorado. O ataque, ocorrido durante a madrugada em uma sala lotada de cinema de shopping, deixou 12 mortos e 59 feridos, segundo a polícia.Holmes foi preso logo após o tiroteio.
Jensen e o namorado Jon, que teria levado um tipo para salvá-la (Foto: Reprodução, site NBC)Jansen e o namorado Jon, que teria levado um tipo para salvá-la (Foto: Reprodução, site NBC)
Segundo a jovem, o namorado tinha alguma experiência militar e percebeu o que estava acontecendo. "Ele me jogou no chão e tínhamos de ficar ali", ela disse à TV. A menina relatou também ter ouvido vários tiros e ter achado que um deles ia atingi-la. O tempo todo ela disse ter sentido os braços do namorado empurrando-a contra o chão, para baixo de um banco, para que ela ficasse fora da linha das balas.

Ela mostrou à reporter da NBC várias marcas do lado esquerdo do tronco, que ela acredita serem de estilhaços. Ela sentia o namorado apertá-la cada vez mais contra o chão, até passou a sentir menos e percebeu que algo tinha acontecido, mas não pensou que ele tinha sido baleado.
"Acho que não me dei conta de que ele tinha sido atingido até começar a sacudi-lo e dizer, 'Jon, Jon', temos de sair daqui", disse ela à TV. Ela disse que, quando saiu do cinema já não havia mais ninguém na sala e tentou carregar o namorado nos ombros, mas ele não se mexeu. "Eu sei que não estaria aqui se ele não estivesse comigo naquele cinema."
Eles namoravam desde outubro e estavam surpresos de ter conseguido ingressos para um filme tão popular, disse a jovem. Segundo ela, ele planejava voltar ao exército. "Era o que ele queria. Ele me salvou, fez isso por mim, mas teria feito por qualquer um."

A infidelidade e a devolução de um cheque surgem da mesma coisa: falta de cobertura.

Wave

Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho...
O resto é mar
É tudo que não sei contar
São coisas lindas que eu tenho pra te dar
Vem de mansinho à brisa e me diz
É impossível ser feliz sozinho...
Da primeira vez era a cidade
Da segunda o cais e a eternidade...
Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver...
Vou te contar...

sexta-feira, julho 20, 2012



Pesquisa analisa os pontos negativos do namoro virtual

 

Pesquisa analisa os pontos negativos do namoro virtual

Pesquisa analisa os pontos negativos do namoro vir
Conhecer alguém especial pela internet tem sido uma ótima alternativa para quem não tem muito tempo de ir aos chamados "paqueródromos". Há quem deteste estes serviços oferecidos pelos sites de namoro, até tirem sarro das pessoas que se cadastram neles, mas há muita gente que encontrou a cara-metade assim.
Independente do resultado final, é importante lembrar que os relacionamentos virtuais têm dois lados e, se não tomarmos cuidado, o tombo pode ser bem maior do que no mundo real.

Quem avaliou os benefícios e malefícios deste tipo de namoro foi Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, Centro de Estudos da Sexualidade Humana. "A internet, além de ser uma preparação para quem pretende se relacionar, é uma ótima ferramenta para aqueles que têm dificuldade em se expor no mundo real", comenta. "O problema é quando o usuário fica refém dos sites. Aí é preciso procurar ajuda", alerta.
Entre os pontos positivos está o fato de a pessoa poder procurar com detalhes o tipo de parceiro que lhe interessa. "Ela pode escolher cor do cabelo, dos olhos, tipo físico, idade, profissão, renda... Procurar alguém no mundo real que tenha exatamente as características físicas que desejamos é muito complicado e pode demorar demais", defende Maria Helena.
Dizem que o amor costuma estar mais perto do que imaginamos, mas a diretora do Instituto Kaplan acredita que a possibilidade de sair do ciclo social e poder conhecer pessoas de outras cidades e estados aumenta as chances de encontrar o par ideal. "Se uma garota, por exemplo, é muito caseira ou mora numa cidade muito pequena, com poucas oportunidades para conhecer gente nova, com um computador e um pouco de tempo, logo, logo estará namorando", diz.
Um dos argumentos de quem repudia os sites de relacionamento é o anonimato. Mas Maria Helena defende que essa condição deixa os pretendentes mais à vontade para falar de suas vidas, vontades e sonhos. "Alguns deles, principalmente os mais tímidos, se expõem mais no virtual do que no real, pela dificuldade que encontram em falar de si mesmas na presença do outro", argumenta.
Por outro lado, a pessoa não pode se fechar e criar uma dependência do site. Só querer o namoro virtual pode ser indício de problemas mais sérios, como medo ou incapacidade de enfrentar e conviver com o outro. "No namoro real, você conhece as sensações que vem do contato com o corpo do outro e aprende a respeitá-lo. No namoro virtual não há contato visual e físico e, principalmente, pode não haver respeito pelo outro. Não gostou, deleta", conta a diretora do Instituto Kaplan.
Outro malefício está no risco da decepção, que é muito maior no mundo virtual do que no real. "Se a mulher já cria um monte de expectativas olhando nos olhos do parceiro e presenciando seu comportamento, imagine nos sites de relacionamento? Ela precisa manter os pés no chão e se preservar para não sofrer demais", orienta Maria Helena.


E mais um alerta: no mundo real é possível colher referências do pretendente. Nos sites de relacionamento a única referência é o cadastro. "Quando mentimos cara a cara, somos traídos pelas atitudes e gestos. Já no virtual, as pessoas se relacionam com alguém que elas criam na sua imaginação. Portanto, a dica é fazer o namoro acontecer como consequência de uma amizade, e não de buscas desesperadas. Conversem muito antes de um contato real, observem se o pretendente entra em contradição e sempre marquem encontros em locais públicos", orienta Maria Helena.

Por Juliana Falcão (MBPress)

quinta-feira, julho 19, 2012



Homens Velhos X Meninas Novas

Por Vitor Arcoverde


Ps. Esse artigo desconsidera o “amor”. Estou tratando o relacionamento como um jogo de interesses.
Vocês, meninas, já ficaram com um cara mais velho, no mínimo gostaram de um. E principalmente logo depois da fase do príncipe encantado, vem a fase “madura” da Menina, onde ela intitula os rapazes de sua idade como “moleques”, como “crianções”. 
Tá, até entendemos o porquê das meninas preferirem caras mais velhos: Eles são maduros, “independentes”, experientes, e possuem carro. Entretanto, porque será que eles preferem as novinhas?
Não! Ai é que está, eles não preferem as novinhas. Mulheres mais velhas também têm essas qualidades, e muito mais do que “meninas”, mulheres oferecem todo o resto. E se ela tiver carro, é um abraço!
Entretanto, uma menina ficar com um cara mais velho, é muito mais fácil do que um cara ficar com uma menina mais nova. E Por quê? Porque homem que é homem não nega mulher! Não têm nada haver com você ser especial, com você ser madura, ou interessante. (Pode até ocorrer) Mas há mulheres assim mais velhas. Eu tenho um amigo que presava pela inocência, ele pegava mais novas porque gostava disso. Entretanto, com quem ele namora? Com uma mulher mais madura.
Homens mais velhos que só pegam mais novas, na minha sincera opinião, são Losers. (Esse artigo é bem parecido com: Por que dos homens preferirem as virgens? dê uma olhada.) Querendo ou não, é mais fácil, meninas são mais influenciáveis do que mulheres, meninas se impressionam fácil. Fora que contamos com essa “admiração” por homens mais velhos. Então, pegar menininhas se torna uma lei de sobrevivência na Natureza: Gaste o mínimo de energia para capturar a presa.
Moralistas de meninas podem estar querendo a morte agora, e eu realmente estou pouco me fudendo.
Prestem atenção meninas, o objetivo de você ler isso, é simplesmente abrir os olhos.
Será que o bonitão quer realmente algo sério com você?
Ênfase: Estou desconsiderando o “amor”, como disse no começo do artigo. O amor não se explica, não tem critérios, então fica complicadíssimo falar sobre algo assim. (Deixo isso para os poetas).
Então, quando o Gato, liga desmarcando, porque o pneu do carro furou. Será que realmente furou?
Quando ele fala que esse final de semana vai viajar, e acaba aparecendo no msn?
Quando ele diz que está ocupado estudando/trabalhando ?
Quando diz que não está interessado em algo sério?
Abra os olhos menininha, será que simplesmente não apareceu uma Mulher na agenda dele?
Podem até estar pensando: O vitor se acha o fodão, só pega mulheres 10 anos mais velhas.
Que isso meus leitores, eu amo TODAS as mulheres. (Desculpa de loser, eu sei).  
Ou seja, se você for uma dessas menininhas: Deixa de ser besta, e dê moral para garotos da sua idade. 
Se envolvam com os caras mais velhos, entretanto, não sejam iludidas por eles. Só isso.
Beijos para todas as leitoras Mirins.

quarta-feira, julho 18, 2012

Lembre-se de viver!

Esta é a campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors.  
 

"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."

"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"

"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."

"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas...e em seguida a esse Outdoor na Marginal Pinheiros... vinha um outro dizendo: ....”quem sabe assim você seja promovido a melhor pai do mundo!”

"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."

Nunca desvalorize ninguém
Guarde cada pessoa perto do seu coração
Porque um dia você pode acordar
E perceber que você perdeu um diamante
Enquanto você estava muito ocupado colecionando pedras

Prós e contras de ser um "casal ficante"


Prós e contras de ser um casal ficante

Há alguns dias, o Vila Mulher publicou uma pesquisa realizada pela conselheira amorosa e criadora do site Eclipse Love Eliete Matielo sobre os tipos de relacionamentos amorosos. Até incluímos um teste para descobrir qual deles tinha mais a ver com você e seu amor, lembra?Então, um dos tipos citados na matéria foi o dos ficantes, que saem juntos sem compromisso e tem um envolvimento sexual satisfatório, mas sem nenhuma fidelidade.

Pois é, mas quais serão as vantagens e desvantagens de se manter um relacionamento assim? A radialista Helena, de 33 anos, viveu assim por quase três anos com um rapaz de 28. Os dois se conheceram nas baladas paulistanas. "A vantagem principal é a falta de compromisso e de cobranças. Você não tem a 'obrigação' de prestar contas, só sai quando tem vontade e não tem discussões de relacionamentos", diz. "Quando você sai com ele só aproveita as coisas boas e ainda tem a liberdade de conhecer outros caras", completa.
Por outro lado, a radialista aponta como uma das desvantagens o fato de os dois não estarem sempre a fim de estarem juntos. "Além disso, o cara não costuma marcar presença em outras atividades simples. Você ainda não pode se envolver, por conta da falta de segurança, e tem consciência de que ele pode sair com outras mulheres, já que você não é prioridade", lamenta. "Um caso de três anos com um ficante pode representar seis encontros ou mais, já com um namorado a convivência é maior".
Outra desvantagem deste tipo de relacionamento é não poder tratar ficante como namorado. "Assuntos ligados à família são atribuídas ao namorado. Ficante não vai querer ir com você à casa da tia ou ao aniversário de um primo, muito menos conhecer sua mãe e trocar idéia com seu pai", ressalta.
A professora Ana Maria, de 40 anos, está ficando com o designer Cesar, de 33, há quase dois meses. Os dois saem todos os fins de semana e se conheceram num barzinho. "Para nós, a vantagem dessa relação está no grau de liberdade, mas eu queria namorar... Aceito a situação porque penso que ela pode evoluir e o Cesar diz que isso pode acontecer", conta.
Entre as desvantagens Ana Maria cita as incertezas, a insegurança e o fato de seu ficante poder sair com outras mulheres. Mas pondera: "O casal deve combinar suas próprias regras às claras, pois apesar de não ser um namoro, é um tipo de relacionamento. Hoje em dia essa situação é muito comum. As pessoas querem ir tentando para ver se dá certo antes para assumirem ou não algo mais sério".
A coaching amorosa Eliete Matielo diz que a relação entre ficantes fica bastante complicada quando apenas uma das partes se envolve em demasia e espera algo a mais do outro. "Neste caso, a pessoa que se apaixona sofre muito, pois acaba se calando por medo de perder o parceiro e leva em frente uma relação que não é verdadeira", diz.

Eliete conta também que a expectativa de transformar o ficante em namorado pode ser frustrante. Isso porque as partes estão tão acostumadas com a liberdade que a evolução para um relacionamento sério nem sempre dá certo. "Quando as pessoas querem namorar, saem algumas vezes para ver se rola e fazem um joguinho para que o pretendente se interesse mais. No caso do ficante não, a relação é mais fácil e ele não encontra dificuldade para ter o que quer", afirma a coaching.

Por Juliana Falcão (MBPress)

As pessoas complicam muito as coisas ...
Tá com saudades? Ligue.
Quer encontrar? Convide.
Quer compreensão? Explique-se.
Tá com dúvidas? Pergunte.

Não gostou? Fale.
Gostou? Fale mais.
Tá com vontade? Faça.

Quer algo? Pedir é a melhor maneira de começar a merecer.
Se o "não" você já tem, só corre o risco do "sim" ...

A vida é uma só!!!!
Vamos ser feliz..

terça-feira, julho 17, 2012


Homem ideal pode estar no happy hour de trabalho

 
Homem ideal pode estar no happy hour de trabalho

Certamente você acredita que o homem dos seus sonhos existe, embora não saiba onde ele se esconde. Essa é uma das maiores aflições das moças solteiras. Com a ajuda de um personal paquera o Vila Mulher listou os prováveis esconderijos dos rapazes.
Duas características universais para formar um bom rapaz é maturidade e habilidade em manter uma boa conversa. "Existem homens maduros e interessantes em todos os lugares", afirma o personal paquera Daniel Madeira, autor de "A arte da Paquera - Inspirações à realização afetiva" (Editora Livros do Brasil, 2011) em parceria com Thiago de Almeida, psicólogo especializado na área do tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso.
Daniel garante que eles podem estar no shopping, na universidade, no trabalho, no happy hour e até mesmo na balada. "Para evitar frustrações é importante que você tenha atenção para perceber quais os homens interessantes e maduros, para só depois de ter certeza investir em um relacionamento", recomenda o personal.
Na lista elaborada por Daniel Madeira, aparece como local de um provável encontro o ambiente de trabalho. "Através da convivência do dia a dia você poderá conhecer a seriedade e a responsabilidade dele", justifica. Além disso, a convivência diária permite que haja inúmeras chances de aproximação. E caso a primeira investida não saia como o esperado, você não perderá o candidato de vista.
O ambiente de estudo também é recomendado pelo personal paquera. Segundo Daniel, as afinidades educacionais e os amigos em comum facilitam a aproximação. Por falar em lazer, o happy hour é o próximo da lista. A recomendação do especialista é tentar uma aproximação com quem estiver no ambiente. "Se você quer conhecer pessoas interessantes, vá até elas e não fique parado olhando. Isso demonstra coragem e confiança, o que irá causar admiração", ensinam Daniel e Thiago no livro.

Shopping center também facilita para quem deseja conhecer alguém. "Ande pelos corredores e olhe dentro das lojas em busca de pessoas interessantes. Vale dar um ‘oi’, uma conversa despretensiosa ou até uma comprinha", indica o personal. Daniel também recomenda deixar o carro mais vezes na garagem e andar mais de transporte coletivo, deixar a preguiça de lado e levar o cachorrinho para passear nos parques ou ainda ter sempre um bom livro à mão. Atitudes como essas podem dar uma forcinha para o acaso.
E você, encontrou o seu grande amor em um desses lugares?

Por Bianca de Souza (MBPress)

 “Se você puder encontrar um caminho sem obstáculos, provavelmente não levará a lugar algum.”

Frank Clark

segunda-feira, julho 16, 2012


Devo demonstrar interesse ou deixar rolar?

  • As vezes fico sem saber como proceder. Não quero ser aquele tipo que só porque a pessoa não fala comigo um dia, já fico preocupada achando que não quer mais continuar conversando, se conhecendo. Então penso: devo procurar para saber logo se vai continuar rolando, pois caso contrário, já parto pra outra? Ou fico esperando para não parecer pegajosa e insegura? Pois é exatamente o que está acontecendo agora. Nos contatamos no site, passamos para o bate-papo, logo em seguida trocamos telefones, nos falamos, trocamos mensagens e continuamos nos falando no bate-papo. Isso ocorreu durante 5 dias consecutivos. Aí, resolvi mandar outras fotos minhas, sendo que todas que eu mandei eram exatamente como eu sou e como estou nas fotos do site. E no dia seguinte, eu enviei mensagem de bom dia avisando que eu estaria o esperando à noite no bate-papo, ele retornou a mensagem me desejando também um ótimo dia, mas não apareceu online, nem me mandou nenhuma mensagem. Agora não sei como agir, pois é uma pessoa bem dentro dos meus ideais. Grata

  • 12/07/2012

Resposta

    Um encontro, para que ele aconteça, precisa ser do desejo de ambos e não apenas de um lado. À princípio ele se mostrou tão interessado quanto você, mas surpreendentemente depois de dias conversando, ele se "desconectou" sem deixar muita explicação. Pode ser que ele reapareça e explique o aconteceu, pode ser que tenha se desinteressado sem o cuidado de te dizer. É uma sensação ruim a que vive, pois não sabe que caminho seguir já que a mudança aconteceu tão inesperadamente. Você pode tentar mais uma vez um contato com ele, apenas para tentar um esclarecimento, como poderá ter que lidar com o silêncio dele. Não se feche para outras conversas e novas oportunidades. Não o idealize tanto, estavam apenas de conhecendo, teriam muito mais para mostrar um ao outro, que poderia tanto aproximar quanto afastar. Siga conhecendo novas pessoas e não valorize essa experiência mais do que o necessário, para que não corra o risco de colocá-lo num lugar muito idealizado.

    Um abraço,
    Juliana Amaral

Depressão pós-parto atinge um em dez homens,


Pais também sofrem com depressão pós-parto Foto: Getty Images Após o nascimento do bebê, a depressão pode atingir tanto as mulheres quanto aos homens
Foto: Getty Images

Acordar várias vezes durante a noite, transformar a rotina, perder a intimidade com a parceira. Essas são algumas das mudanças que chegam junto com um bebê e, segundo informa o site da BBC de Londres, podem também contribuir para o desenvolvimento de depressão pós-parto em homens, uma doença que é mais comumente associada às mulheres.


De acordo com o Fatherhood Institute, um em cada 10 pais se sentem deprimidos antes e depois de os bebês nascerem, sendo que o mal estar dura de três a seis meses após o nascimento. Uma das fontes ouvidas pelo site explica que a alteração dos hormônios, do sono e o aumento da responsabilidade de um modo geral pode se aplicar tanto aos homens quanto às mulheres.
Ela reforça também que os sintomas podem começar a se desenvolver ainda durante a gravidez, período em que a relação já começa a sofrer alterações - o bebê torna-se o foco principal, o que faz com que as atenções ao parceiro sejam reduzidas.
Uma outra hipótese levantada pelos especialistas é que a paternidade não representa um advento de mudança tão grande quanto a maternidade para a mulher e, com isso, os homens apresentam um fator a mais para se sentirem deprimidos.
De acordo com o artigo, os caminhos para aliviar este tipo de angústia é, em primeiro lugar, aceitar a situação sem ter vergonha e, em seguida, buscar apoio na psicoterapia ou em tratamentos alternativos, como massagem e reflexologia.
" Contei meus anos e descobri
Que terei menos tempo para viver do que já tive até agora....
Tenho muito mais passado do que futuro...
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de jabuticabas...
As primeiras, ele chupou displicentemente..............
... Mas, percebendo que faltam poucas, rói o caroço...

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades...
Inquieto-me com os invejosos tentando destruir quem eles admiram.
Cobiçando seus lugares, talento e sorte.....
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas
As pessoas não debatem conteúdo, apenas rótulos...
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos...
Quero a essência.... Minha alma tem pressa....
Sem muitas jabuticabas na bacia
Quero viver ao lado de gente humana...muito humana...
Que não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade....'

Rubem Alves

sábado, julho 14, 2012



 

Aqueles que têm sucesso,

são normalmente os que vão atrás,

que agarram a oportunidade,

mesmo quando ela é inadequada.

Tom Peters

 


Coisas que Aprendi com Você

Autor: Mary Rita Schilke Korzan

 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira, e, imediatamente, tive vontade de fazer outros para você.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e aprendi que é legal tratar bem os animais.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito e aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida.

Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em quem eu posso sempre confiar.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer comida e levar para uma amiga que estava doente, e aprendi que todos nós temos que ajudar a tomar conta uns dos outros.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu percebi você me dando um beijo de boa noite e me senti uma pessoa amada e segura.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e aprendi que eu tinha que ser responsável quando crescesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você se desculpar com uma amiga, embora tivesse razão, e aprendi que às vezes vale a pena abrir mão de um ponto de vista para preservar a amizade e o bem-estar nos relacionamentos.

Quando você pensava que eu não estava olhando eu vi lágrimas nos seus olhos, e aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu percebi você cuidando do vovô com carinho e atenção, e aprendi que devemos tratar bem e respeitar aqueles que nos cuidaram na infância.

Quando você pensava que eu não estava olhando, foi que aprendi a maior parte das lições que precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando crescesse.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria lhe dizer: "obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando"!


sexta-feira, julho 13, 2012


Numa história em quadrinhos, Lucy pergunta a Charlie Brown:

– Para que você acha que somos colocados aqui neste mundo?

– Para tornar os outros felizes – diz Charlie Brown.

– Acho que não estou fazendo ninguém muito feliz, mas é lógico que os outros também não estão me fazendo feliz – replica Lucy.

Ela arma um tapa e atinge o desprevenido Charlie Brown, fazendo-o girar. E grita:

– Alguém aqui não está cumprindo a sua tarefa!

 

A provação vem, não só para testar o nosso valor,

mas para o aumentar; o carvalho não é apenas testado,

mas enrijecido pelas tempestades.

Lettie Cowman

 



O outro lado do egoísmo





Certas coisas me deixam triste. E louca. Como pode a gente gostar de uma pessoa, ver que ela está chateada e ficar de braços cruzados? Como pode você perceber que o outro está te tratando diferente e ficar indiferente? Como pode a gente só olhar para o próprio umbigo e para as necessidades pessoais? Como pode a gente só pedir apoio, calma, paciência e compreensão e não dar nada em troca? Como pode a gente não se dar por inteiro, mas esperar que a outra pessoa esteja inteira? Hoje em dia é muito fácil querer, exigir, fazer questão que o outro nos enxergue. Difícil mesmo é se colocar no lugar do outro, tentar se ver de longe e analisar onde está o nosso erro. É muito fácil pedir, pedir, pedir. Difícil é se doar. Porque normalmente as pessoas têm a triste mania de jogar na cara. Fiz tal coisa por você. E eu por você. Daí vira aquela agressão gratuita, aquela lavagem de roupa suja, aquela coisa feia e antipática que não combina com sentimento. Mas então eu me pergunto: será que tudo combina com sentimento? Claro que não. A gente não consegue ser bom o tempo inteiro. A gente não consegue deixar de lado as mágoas e seguir em frente. Tem coisa que alfineta, cutuca, aperta. E é preciso gritar, tirar, sair desse círculo vicioso e ruim. Não é fácil. Mas também não é tão complicado assim. Basta querer. Basta sair daquele pedestal. Basta realmente se importar com o que faz. A gente pensa que é muito bacana e que faz o melhor que pode. Que bobagem. Nem sempre lutamos com força e com fé. Às vezes, a gente só deixa a vida nos levar, como se fosse um rio que leva pedaços de árvores e lixo. O ser humano é egoísta demais. Se preocupa com a própria vida e finge que se importa com os outros. Então eu questiono: será que eu me importo? Será que você se importa? Até onde você é capaz de ir? Que sacrifícios você é capaz de fazer? Você consegue, por algum momento, deixar de lado sua vida para se preocupar com a do outro? Pequenas doses de egoísmo são bem-vindas e essenciais para a sobrevivência. Mas não dá pra se embriagar: tudo que é demais faz mal. Por Clarissa Corrêa | |

quinta-feira, julho 12, 2012




Reflexão

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é umdireito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba. 

ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).