Terça-feira, Maio 29, 2012
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Mulheres bem-sucedidas contam por que não ligam tanto para o amor
“É mais fácil arrumar outro namorado que uma boa colocação profissional”, justifica Jackeline Batista, 35 anos
Para a empresária Elaine Vilela, 39 anos, o segredo é administrar o tempo conciliando trabalho e vida amorosa. “Amo minha carreira, mas isso não atrapalha a minha vida. Namoro há cinco anos e procuro ser flexível”, diz. Porém, quando o trabalho aperta não dá para dar aquela ‘escapadinha’. “Nem sempre consigo ver meu namorado com a freqüência que gostaria”, confessa Elaine.
De acordo com Maria Cristina Pinto Gattai, professora do Departamento de Psicologia Social da PUC/SP, uma pesquisa realizada com 89.075 pessoas demonstrou que a participação das mulheres em cargos de chefia (presidência ou diretoria executiva) passou de 10,39% no período de 1996/1997 para 21,43% em 2009/2010. “Esses dados indicam que a busca pelo sucesso profissional têm aumentado”, analisa. E isso, segundo Maria Cristina, se deve ao aumento do grau de escolaridade feminino, além de sua inserção em profissões que antes eram exercidas somente por homens como, por exemplo, a construção civil.
Filhos? Nem pensar!
De olho em promoções, cargos importantes, salários elevados, viagens e comando, casamento e maternidade acabam sendo deixados de lado. “Não quero ter filhos porque não tenho tempo disponível”, afirma Elaine. Essa é a mesma justificativa de Jackeline, que sempre esteve determinada a dedicar-se à profissão. “Minha mãe cobra um neto, mas eu não quero. O mundo está muito complicado e ter um filho é uma loteria. Posso sentir falta mais tarde de ter alguém para compartilhar, mas nada garante que não iria arrumar um problema”, comenta sem rodeios.
A psicóloga clínica Miriam Izabel alerta que tal decisão pode pesar ao longo dos anos. “A necessidade de ter alguém e ser cuidada pode dar lugar ao desejo de ser aplaudida, reconhecida, exaltada. Porém, numa determinada hora isso acaba e o vazio se instala de forma bastante acentuada”, alerta Miriam. Por isso, ao abrir mão dos padrões convencionais – família, marido, filhos – a mulher precisa estar bem determinada do que o futuro lhe reserva. “Há pessoas com um nível tão grande de resistência que podem acreditar serem imunes à necessidade de amor e calor humano”, diz a psicóloga.
Trabalho + marido + gravidez = felicidade?
Se para algumas mulheres é incompatível conciliar uma carreira bem sucedida com casamento e filhos, para a securitária Cícera Érica Araruna de Moraes Lourenço, 33 anos, este é o seu grande desafio. Ela, que atua como coordenadora em uma grande seguradora do País, é casada há oito meses e está curtindo o início da gravidez. E não concorda que é preciso escolher um ou outro. “Sempre quis ser reconhecida em meu trabalho, mas nunca pensei em abrir mão do casamento e da maternidade. Tudo isso me completa”, avalia.
Ela concorda que não é fácil encontrar um homem que entenda e aceite as conquistas femininas. “A mulher independente assusta os homens. Por isso, sempre busquei alguém que respeitasse minha carreira”, afirma. Cícera ganha mais que o marido e, mesmo quando chega em casa, após um dia corrido de trabalho, se surgir algum ‘pepino’ precisa se pendurar ao telefone e dar as coordenadas. “Ele não fica incomodado, porque sempre conversamos sobre isso. Não dá para viver sob pressão”, afirma.
Afinal, Cícera ainda arruma tempo para estudar. “Estou fazendo quatro cursos online de especialização”, conta. Para ela, todo este esforço traz resultados para toda a família. “O fato de o meu salário ser maior não cria nenhum mal-estar entre nós. Estamos casados e uma parceria de amor não tem divisões. A carteira é uma só”, dá o recado.
Se ela ganha mais, quem paga a conta?
O casamento pede união e o namoro pede romantismo. “Se ele me convida para sair, ele paga a conta”, defende Elaine. Para ela, o fato de ser bem-sucedida profissionalmente não significa ter de arcar com as despesas. “Se eu mostrar que posso tudo o tempo todo, perde a graça”, completa a empresária.
Mas, a melhor forma de evitar dissabores amorosos é escolher bem o seu parceiro. “A mulher bem sucedida torna-se mais exigente nos seus relacionamentos principalmente pelo fato de ter conquistado sua independência financeira”, afirma a professora Maria Cristina. E deve manter sempre o radar ligado. “O homem precisa ter a mesma característica empreendedora e ter as mesmas ambições”, diz Elaine.
Para a empresária, é fundamental que seu parceiro tenha condições de levá-la para jantar em um bom restaurante. “Se estou com alguém, cobro determinação. Não posso conviver com um homem acomodado”, afirma Jackeline. A única coisa que os homens devem evitar é tentar prender essas mulheres com uma aliança. “Hoje estou namorando e feliz. Mas já fui noiva. Só de pensar em buffet, vestido e afins, surtei. A aliança só durou três meses no meu dedo”, diverte-se Jackeline.
O mesmo aconteceu com Elaine. “Fiquei noiva três vezes e a aliança foi me causando um pavor”, conta aos risos. Segundo ela, só de pensar nessa situação de rotina, ela já se apavora. “É muito gostoso beijar, namorar, receber carinho. Por isso, não concordo que pelo trabalho vale a pena se isolar. É preciso de um pouquinho de cada, independentemente do que seja a prioridade, para ser feliz”, finaliza a empresária.
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Segunda-feira, Maio 28, 2012
A importância do beijo no jogo da conquista
O simples toque dos lábios pode gerar faíscas! Saiba sobre o papel do beijo na conquista e veja dicas para um beijo irresistível
Por Rodrigo Farah
O beijo é a chave do amor, simples assim. E por isso ele pode ser mais persuasivo do que qualquer palavra ou sorriso. Se você beija bem, tem mais chances de encontrar o parceiro ideal – seja por uma noite ou por muito mais tempo. Por outro lado, se você estragar tudo no “approach”, pode não ganhar uma segunda chance com seu pretendente.
Poderia enumerar várias pesquisas a respeito do assunto e a maioria indicaria o óbvio - o beijo conta demais em uma relação. Mas uma delas me chamou mais a atenção do que as outras: um estudo detalhado sobre o assunto feito pela Universidade de Albany (EUA), que ouviu mais de mil estudantes e detalhou uma série de comportamentos de ambos os sexos.
As diferenças entre homens e mulheres
De maneira geral, um bom beijo é mais importante para as mulheres. O estudo indicou que elas usam o beijo como critério para julgar o parceiro mais do que os homens. Além disso, as mulheres enxergam o encontro dos lábios como a melhor forma de criar laços com o pretendente.
Os homens dão menos importância para o assunto do que elas. Apesar disso, eles tendem a dar mais os chamados beijos “apaixonados”, mais molhados e de boca aberta. E isso não acontece por escolha, mas sim por razões biológicas: desta forma podem liberar mais testosterona na saliva e aumentar a libido feminina.
Os elementos de um bom beijo
Segundo a pesquisa, uma das principais características do “beijo ideal” é a entrega. Amantes que realmente se comprometem na hora do contato físico são os mais procurados. E isso pode acontecer não só com os lábios e a língua, mas também com carícias e outros toques de maneira geral.
Quando der o primeiro beijo, não force a língua! Deixe-a macia e molhe levemente os lábios – este é um ponto chave no contato. Se você não tem intimidade com a pessoa, comece com um beijo mais discreto e abra a boca aos poucos.
Não se esqueça de também deixar seu parceiro “liderar” um pouco o beijo. Veja como ele se sai fazendo isso e qual é seu estilo. Depois, perceba do que ele gosta e tente se adaptar a isso se achar que vale a pena. Está é uma ótima forma de despertar atração nele.
Lembre-se ainda de deixar o homem sempre querendo mais. Se entregue durante o beijo, mas depois pare. Isso irá provocá-lo e é parte importante no Jogo da Conquista. Outra dica é olhar diretamente para ele após o beijo e depois desviar o olhar. Ele ficará com o gosto de “quero mais”.
E, é claro, não se esqueça do básico: a higiene é fundamental. Hálito fresco e boca limpa acima de tudo. Se não tiver isso, pode dar adeus a qualquer chance de conquistá-lo.
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Ex ? Não Mais
Saiba como reconquistar o namorado depois de um fora
Com a certeza de que o melhor para você é engatar o romance mais uma vez, retire da cabeça a ideia de se jogar aos pés do rapaz implorando pela volta. “Se você chegar na posição da humilhada, vai voltar para esse relacionamento já em desvantagem. Apareça sempre linda, bem arrumada e de preferência acompanhada de um amigo bem bonito, que desperte a curiosidade do ex. Não há homem que não fique balançado com essas iniciativas”, ensina a coach.
Mas não confunda atitude e autoestima lá em cima com bancar a mulher difícil. “Você deve sim forçar uma aproximação. Descubra os locais que ele está frequentando, vá até ele, troque olhares e o cumprimente. Use uma roupa que ele goste, mas sempre com um algo mais. Demonstre que você está diferente e bem melhor. Mas não banque a desesperada, porque o homem percebe logo e não gosta disso”, diverte-se ela.
Depois de mostrar que está por cima e ainda sim quer dar uma chance para ele, é hora de acertar em cheio na autoestima do rapaz. “Homem é muito inseguro e, ao mesmo tempo, bem vaidoso. Eles precisam ser elogiados o tempo todo. Então, faça dessa característica uma aliada. Diga algo diferente e ressalte alguma qualidade dele durante uma conversa. Não tem erro, essa tática é infálivel”, garante.
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Domingo, Maio 27, 2012
Será que vc é a lembrança doida na vida de alguém? Será que vc já construiu cativeiros? Ou será que já viveu em algum?
Será que já idealizou demais as situações, as pessoas e por isso perdeu a oportunidade de encontrar situações e as pessoas certas?
Sejam quais forem as respostas, não tenha medo delas. Perguntar-se é uma maneira interessante de se descobrir como pessoa, pois as perguntas são pontes que nos favorecem travessias."
Padre Fábio de Melo
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Uma geração sem Boca
Podem dizer que estou exagerando, mas acho que esta nova geração se esqueceu de que a boca existe não só para comer, mas também para falar. Estamos vivendo com uma geração sem boca! Tudo é comunicado via emails, MSN e através de blogs, facebook, twitter e que tais. Ninguém mais quer falar com outra pessoa. Às vezes tenho a impressão de que as pessoas ficaram com medo de falar sobre trabalho com seus colegas. Têm medo da reação, da resposta, de ter que argumentar. Então enviam um e-mail ou uma mensagem de texto e pensam que tudo estará resolvido dessa forma, sem ter que enfrentar a pessoa cara-a-cara, face-a-face.
Tenho um grande medo de que se um dia houver um incêndio numa empresa e o diretor perguntar se alguém chamou os bombeiros, a resposta seja "mandamos um e-mail com sinal de prioridade!".
Quantas coisas poderiam ser resolvidas se as pessoas voltassem a se falar? Quantos problemas seriam evitados se as pessoas pegassem num aparelho chamado telefone e ligassem para seu colega falando claramente do que estava acontecendo? Quantas coisas seriam resolvidas mais rapidamente se alguém se dispusesse a levantar de sua cadeira e ir até o local (às vezes a poucos metros) falar com a pessoa responsável? Quantos problemas evitaríamos se falássemos diretamente com o cliente ou com o fornecedor em vez de mandar um e-mail mal redigido passível de várias interpretações?
É preciso que esta geração aprenda a falar! Não a falar mal dos outros, mas a falar com as pessoas ao invés de falar das pessoas. Esta geração precisa compreender que o ser humano é o único animal que fala e que a comunicação verbal é realmente a mais eficaz, a que mais comunica o que pensamos, o que sentimos, o que queremos, etc.
Em vez de mandar dezenas de e-mails (que serão reencaminhados para dezenas de pessoas e que ou não serão lidos ou serão mal interpretados), pegue o telefone e fale! Em vez de ficar grudado em estado de semi-coma em frente ao seu computador, levante da cadeira e vá até aquele ser humano que poderá lhe ajudar e fale com ele(a)! Reaprenda a falar e verá como o mundo ficará mais fácil e como as coisas serão resolvidas mais rapidamente utilizando esta "nova" ferramenta, fenomenal que é fala.
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de tudo que que me tira o sono
e que me faz chorar.
Tenho me escondido de te amar.
Karla Thayse Mendes
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Sábado, Maio 26, 2012
Únicos e especiais
Por Clarissa Correa
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Sexta-feira, Maio 25, 2012
Porque queremos ser amados, por mais estranho que pareça, às vezes fechamos o coração ou abrimos só um pedacinho dele e, ainda assim, lá na porta dos fundos. Sustentamos enganos, vestimos roupas que não nos servem, fazemos pactos com a escassez, ignoramos prazeres, aguentamos privações, porque queremos ser amados. Fazemos contas, medimos palavras, contabilizamos gestos alheios, porque queremos ser amados. Mantemos a ilusão de que alguém ou alguma coisa trará, enfim, a chave que abre o nosso cárcere, e, enquanto o tal carcereiro não aparece, morremos por falta de alegria, um pouquinho a cada instante, porque queremos ser amados. Apagamos sóis, em vez de acendê-los. Soterramos sonhos, em vez de cultivá-los. Desenhamos uma história que nada tem a ver com a gente. Deixamos crescer a erva daninha até o ponto em que ela oculta as flores mais lindas e mais nossas, porque queremos ser amados.
Até que num momento de abertura, depois de muito cansaço, depois de muito doer, depois de muita neblina, depois de muita busca, sobretudo, a gente descobre, contente que nem criança diante de novidade, onde o amor estava o tempo todo. Onde estava a chave. Onde estava o alimento. Começamos a dedicar carinho e delicadeza a nós mesmos, aqueles que pensávamos que podiam vir somente dos outros. Começamos a ser também a mãe e o pai de nós mesmos, e também os filhos, os enamorados, os amigos, os benfazejos. Descobrimos que o interruptor que faz a vida acender esteve o tempo inteiro no nosso próprio coração. Esteve o tempo inteiro ao nosso alcance, muitíssimo mais do que para qualquer outra pessoa do planeta. Descobrimos que a capacidade de sentir amor é nossa. Nada, ninguém, poderá roubá-la, influenciá-la, desdizê-la ou responsabilizar-se por ela. O que nos cabe é cultivá-la. O que nos cabe é aprimorá-la.
Começamos a caminhar a partir da fonte inesgotável de amor que já nos habita. Que é a nossa essência. Que independe de outros, que são preciosos, sim, e muito, mas para enriquecer a nossa passagem pelo mundo. Para trocarmos aprendizado e entusiasmo. Para brincarmos juntos. Para partilharmos afeto. Para partilharmos também as dores que, invariavelmente, nos visitam. Começamos a caminhar, enfim, a partir do amor que é essa matéria-prima disponível em nós, que permeia tudo o que podemos criar, agora, com a nossa existência. Começamos a querer somar com a nossa contribuição, seja lá qual for, porque quando a gente começa a se amar começa também a sentir que dar é o primeiro jeito de recebimento. A vontade de fazer o amor circular é tão genuína, é tão natural, que a gente quer molhar a vida inteira nesse oceano amoroso, sabedores de que somos parte dele.
Continuamos a querer ser amados, é claro. Amados com o charme que flui. Com o olhar que abençoa. Com a atenção que enleva. Com a intimidade que ri. Mas o amor que vem dos outros não é mais salvação, a única chance de felicidade, o tapa-buracos, o paliativo para a carência que o afastamento de nós mesmos nos provoca. Não é mais remédio, fórmula, chá milagroso ou coisa que o valha; não é mais parâmetro medidor do nosso valor. É uma dádiva. É mais um espelho que reflete a nossa própria capacidade de viver um amor que inclui. Um amor que canta. Um amor que é gentil. Um amor que é paciente. Um amor que sabe perdoar quando é preciso. Um amor que cuida, porque o cuidado é da natureza dele. Um amor que é grande e que abraça com calor e sem pressa. Um amor que, generoso, nos respeita e nos acolhe, com tranquilidade, do jeitinho que a gente é. Um amor que acredita na gente com fé. Com frescor. Com alegria. Às vezes, circunstancialmente, com um bocado de desafio também. Mas, principalmente, um amor que não sabe o que é esforço.
Amor cria espaço e beleza, é só a gente olhar para o universo. Quem entende bem dessa história de aperto é o medo, esse nosso carcereiro sabotador.
Ana Jácomo
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(Lya Luft)
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Quinta-feira, Maio 24, 2012
Rodney Dangerfield
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Falar sobre sexo com o parceiro ainda é difícil para as mulheres
Elas têm receio de compartilhar preferências, dúvidas e insatisfações
Elas dominam a habilidade de discutir a relação, mas muitas mulheres ainda demonstram receio em falar com seus parceiros quando o tema é sexo. Mesmo aquelas que sabem expressar suas queixas sobre atitudes, hábitos, falta de parceria e rejeição, se sentem pouco à vontade para verbalizar interesses, preferências, fantasias e insatisfações na cama.Quando chegam ao consultório, mulheres relatam o receio à desaprovação e o medo de magoar quando o assunto é desempenho sexual. E é verdade que nem sempre os homens reagem bem: alguns tentam responsabilizá-las, outros dizem que é difícil satisfazê-las, outros justificam sua postura pelo estresse do dia a dia e há aqueles que simplesmente dizem que o sexo está bom assim.
As raras exceções são os homens que participam da conversa, aceitam, propõe e são parceiros na busca de uma solução para as dificuldades do casal. Porém, suas esposas ou namoradas revelam os mesmos medos ou tabus e se surpreendem com o interesse deles quando elas tomam coragem e rompem o silêncio.
O casal que compartilha fantasias tem uma vida sexual intensa e lúdica. Esse potente estímulo pode levar ao prazer orgástico com pouca manipulação ou carícias. Elas provocam intenso erotismo melhorando o desempenho sexual; aumentando a libido; permitindo que a mulher descubra sua potência sexual e sensual ajudando na autoestima.
Solicitar algo diferente durante a transa pode ser um potente estimulante natural, porque mexe com as fantasias. A palavra exigência está fora desse contexto, no sexo tudo deve ser compartilhado com muito prazer.
O casal precisa conversar sobre os problemas sexuais e buscar juntos a ajuda de um profissional. O apoio mútuo fortalece, facilita o enfrentamento e a resolução das dificuldades. Indico uma leitura do livro “No jardim do Desejo” (Editora Mandarim), sobre as fantasias sexuais femininas.
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Quarta-feira, Maio 23, 2012
de tudo que que me tira o sono
e que me faz chorar.
Tenho me escondido de te amar.
Karla Thayse Mendes
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Terça-feira, Maio 22, 2012
O que você nunca vai saber
Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.
Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem.
Verônica Heiss
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Sexta não dá
A mulher tira uma lista bem grande e detalhada
Finalmente, o psicólogo se levanta, aproxima-se da mulher,
A mulher fica muda e se senta meio atordoada.
O terapeuta vira para o marido e diz:
- Isto é o que sua mulher precisa pelo menos 3 vezes por semana!
O marido pensa um pouco e responde:
- Bom, eu posso trazê-la segunda e quarta, mas, às sextas, eu jogo bola!!!!
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Segunda-feira, Maio 21, 2012
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Quem criou o mal?
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Domingo, Maio 20, 2012
A gente vai aprendendo a viver assim, na marra, no grito, no sufoco, no impulso. Eu quis mudar o mundo, quis ser brilhante, quis ser reconhecida. Hoje eu quero bem pouco e prefiro me concentrar no agora do que planejar um futuro incerto. Eu me libertei da culpa e dei de cara com algo novo: não me encaixo, e aceito. Não é justo perder as asas no momento em que se descobre tê-las. É preciso poder voar, é preciso ter uma visão estratégica das janelas. Ver o sol e não poder tê-lo é absurdo.
Verônica Heiss
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Todo mundo precisa se perder um pouco pra aprender a se encontrar
Não coma entre as refeições, mas se alimente a cada três horas. Trabalhe um terço do seu dia, faça exercícios regularmente, leia mais livros, mantenha-se informado, nunca pare de estudar. Troque seu carro anualmente, você precisa de um celular novo, seu anti-vírus está desatualizado. Faça check-ups duas vezes ao ano, pague plan...o de saúde, seguro de vida, IPTU, IPVA e outros impostos que você nem sabe que paga, nem pra que servem. Trabalhe, ganhe, perca. Inspire, respire e, se der tempo, suspire. Se. Se der tempo, faça uma viagem. Se sobrar um espaço na agenda, tire um dia pra você. O prazer é um luxo e deve ser racionalizado para os momentos de desespero, quando o peso da rotina ficar insuportável.
Essas regras não servem pra mim. Não tenho vocação pra bailarina, tenho fobia de linha reta, tenho o corpo livre, o espírito solto, sou do mundo, das pessoas, das conquistas, das novidades, vou construindo fatos e lembranças nas esquinas. A vida que tem lá fora gritou e eu não ouvi. Agora me movo a passos curtos, ziguezagueando por entre mudas de flores recentes que querem ser botão. Eu quero ser flor: quero terra viva que se mova e me faça mover.
Não acho prepotência pensar que o mundo está errado enquanto estou sozinha e correta. Estão construindo uma sociedade conformada e sem vontades, que acredita na criminalidade de seus sonhos e direitos. Temos professores que não ensinam, treinam. São treinadores que tomaram de nós todos os dias as falas decoradas, as regras, as frases feitas que serão questionadas numa prova que avalia de modo imbecil os jovens perdidos, selecionando e excluindo crianças do que chamam de vida. Despejando decisões eternas nas mãos de quem só quer brincar de ser gente. Eu protesto. Eu digo que há algo além das carreiras. Eu defendo que há um mundo inteiro longe dos escritórios e das vidas corretas. Eu apoio o fim do óbvio e das obrigações infundadas que surgiram em algum momento e ficaram por preguiça de ser mais. Mais nascer do sol, um bocado de sair mais cedo do trabalho, novas amizades e experiências jamais imaginadas. O medo nunca foi motivo de orgulho.
Olha, eu acho mesmo é que falta coragem. E tempo. Tempo de olhar em volta e coragem de bater de frente. Quando foi a última vez que você tomou banho de chuva sem se preocupar com o celular no bolso, os cartões do banco, a chapinha, o sapato que não pode molhar? As pessoas têm que se permitir. Aprender o atraso, o olhar em volta. Mudar o caminho de todos os dias e se perder no seu próprio bairro. É o que tenho feito, me perder. E devo dizer que estou muito feliz por não encontrar o caminho de volta.
Verônica Heiss
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