sexta-feira, setembro 30, 2011

Casar-se de novo

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Veja 10 coisas que não devem ser ditas a mulheres solteiras


Por vezes os homens se sentem pressionados a dizer alguma coisa quando estão na presença de uma mulher. No entanto, se a frase não for bem pensada, pode soar mal. Para as mulheres solteiras, existem coisas que não devem ser ditas, para que uma nova conversa aconteça. Confira a lista preparada pelo site Your Tango.

"Use esse tempo para você": um tempo para perseguir os próprios objetivos é sempre bom e às vezes a mulher realmente precisa disso após terminar um relacionamento. Mas ser solteiro não é a única razão para perseguir um sonho.

"Pare de ser tão exigente": uma mulher sabe o que ela quer. Mas se esperar um homem com trabalho, com boas ideias, bons costumes e todos os dentes na boca é exigir demais, então ela é culpada.

"É isso que você vai usar para sair?": nunca critique as roupas que a mulher escolheu para a ocasião. Se ela está vestida daquele jeito é porque pretende sair com a vestimenta.

"Invejo você. Tenho saudades dos meus tempos de solteiro": a verdade é que qualquer um poder ser solteiro no momento em que quiser. Então, se a vontade é tão grande, basta tomar a atitude para mudar o estado civil.

"É ele (ex-parceiro) quem perdeu": o conselho poderia até consolar a menina do colegial, mas não a mulher crescida.

"Você já tentou se inscrever em sites de namoro?": os comerciais são convincentes e basta pagar a taxa de adesão para participar, mas muitas mulheres têm amigas que já fizeram parte destas redes e não tiveram sucesso amoroso. Então, esta não é uma boa frase para se dizer a uma mulher solteira.

"Deixe-me apresentar meu sobrinho, filho, primo, irmão, mecânico, dentista, (...)": Existem momentos em que as duas pessoas precisam ficar a sós. Apresentar alguém na ocasião pode acabar com o clima romântico e fazer a mulher enxergar o homem apenas como um amigo.

"Você frequenta lugares onde pode encontrar homens?": é difícil especificar qual seria exatamente o lugar em que a mulher encontraria o homem que está procurando - maduros e dispostos a assumir um compromisso.

"Pare de se concentrar tanto nisso e deixe rolar": a frase vai parecer que você está insinuando que a mulher está desesperada para encontrar um par. Talvez ela gostaria de estar casada, mas isso pode não ser o mais importante para a mulher.

"Você é tão maravilhosa, por que ainda está solteira?": por mais que a mulher pense, dificilmente vai encontrar uma reposta à pergunta. Ela pode não saber o porquê.

quarta-feira, setembro 28, 2011

Desejo...


"Pois, desejo primeiro que você ame e que amando, também seja amado,
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos e que, mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis,
E que em pelo menos um deles você possa confiar, que confiando, não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos, nem poucos,
mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiadamente seguro.

Desejo, depois, que você seja útil, mas não insubstituivelmente útil, mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante, não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que essa tolerância, não se transform em aplauso nem em permissividade,
Para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.

Desejo que você, sendo jovem, não amadureça depressa demais e que, sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que, sendo velho, não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor
E é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.

Desejo, por sinal, que você seja triste, mas não o ano todo, nem em um mês e muito menos numa semana,
Mas apenas por um dia. Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom,
o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra, com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo,
Talvez agora mesmo, mas se for impossível, amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes,
E que estão à sua volta, porque seu pai aceitou conviver com eles.
E que eles continuarão à volta de seus filhos, se você achar a convivência inevitável.

Desejo ainda que você afague um gato, que alimento um cão e ouça pelo menos um joão-de-barro erguer
triunfante o seu canto matinal;
Porque assim você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente, por mais ridícula que seja, e acompanhe o seu crescimento dia-a-dia,
para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático.
E que, pelo menos uma vez por ano, você ponha uma porção dele na sua frente e diga:
"Isso é meu". Só para que fique bem claro quem é dono de quem.

Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal,
não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que esse frugalismo não impeça você de abusar quando o abuso se impõe.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você,
Mas que, se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.

Desejo, por fim, que sendo mulher, você tenha um bom homem,
E que sendo homem, tenha uma boa mulher.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez,
E novamente, de agora até o próximo ano acabar,
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor para recomeçar.

E se isso só acontecer, não tenho mais nada para desejar..."

Sérgio Jockymann

terça-feira, setembro 27, 2011

Sua majestade, a traição


Trair é tão antigo quanto se relacionar. Basta olhar pra trás e perceber como, na história dos grandes amores, a traição já dava as caras.

Mas, se antigamente a coisa era velada, hoje nada como escancarar o sentimento. As desculpas menos esfarrapadas e a paciência bem mais curta levam homens e mulheres a repensarem a temida infidelidade. Mas, mesmo assim, o nariz não cresce para entregar o mentiroso. É preciso ficar atenta aos sinais.

No caso das mulheres, que durante muito tempo precisavam aceitar a traição dos maridos até para manter a casa e o status do casamento feliz intactos, a recém independência deu liberdade também para questionar mais, desconfiar mais e, claro, se enganar menos. Desculpinhas como "fiquei trabalhando", "estava preso no trânsito", ou "era uma amiga, no telefone", não colam mais. As mulheres investigam com mais afinco e são feitas de boba apenas quando querem. E, quando resolvem trair, adivinha quem elas culpam?

Para quem já passou por isso mais de uma vez, fica mais fácil perceber os sinais - que vão muito além de uma marca de batom no colarinho ou um recibo de um restaurante suspeito. "Se o homem se envolve de verdade, fica mais vaidoso e até passa a gostar de coisas que nunca prestou atenção", garante Rute Duarte da Silva, 46 anos. Ela foi casada por 18 anos e a infidelidade do ex foi apenas um dos motivos que levou a separação.

Mas, com a experiência de quem passou por isso mais de uma vez, assegura: "Tem homem muito esperto, que não dá sinal. Outros se empolgam tanto que, só sendo muito tapada mesmo para não perceber". Rute acha que o homem é mais controlado quanto aos sinais do corpo, tenta não deixar transparecer a traição. "Eles se entregam mais com ligações, conta corrente, mentiras".

No caso dela, a insegurança motivava toda desconfiança. Como o ex-marido tinha fama de "galinha", ela morria de medo da traição, até que soube da primeira - a mais difícil, segundo ela. "Um amigo dele, que ficou com muita pena de mim, me contou". Depois, ela foi engolindo as outras escapadas até que o relacionamento fadado ao fracasso acabou de vez.

A antropóloga Mirian Goldenberg, autora de "Por que homens e mulheres traem?" (BestBolso, 2010) concorda com Rute com relação aos sinais que o traidor libera quando está fazendo a coisa errada. E explica como eles reagem diferentemente. "Os que se declaram monogâmicos, sentem muita culpa, ficam divididos, sofrem, não sabem lidar bem com a situação e acabam provocando uma profunda crise no casamento. Muitos se separam, outros tentam resgatar o casamento. Já os poligâmicos não deixam muitas pistas, pois acreditam que o caso é passageiro e não pode abalar o casamento", define.

Mesmo com muitos comportamentos masculinos e femininos não estando mais tão distantes, inclusive no que diz respeito à traição - a pesquisa de Mirian mostra que 60% dos homens e 47% das mulheres afirmam já terem sido infiéis - os discursos femininos e masculinos são extremamente diferentes. "Os homens justificam suas traições por meio de uma suposta essência masculina e as mulheres infiéis dizem que seus parceiros, com suas faltas e infidelidades, são os verdadeiros responsáveis por suas relações extraconjugais".

Isso significa que, no discurso dos pesquisados, a culpa da traição é sempre do homem: seja por sua natureza incontrolável, seja por seus inúmeros defeitos (e faltas) no que diz respeito ao relacionamento. "Se é inquestionável que, nas últimas décadas houve uma revolução nas relações conjugais, pode-se verificar que, na questão da infidelidade, ainda parece existir um "privilégio" masculino, isto é, ele é o único que se percebe e é percebido como sujeito da traição. Enquanto a mulher, mesmo quando trai, continua se percebendo como uma vítima, que no máximo, reage à dominação masculina".

Por Sabrina Passos (MBPress)

A S T R Ê S P E N E I R A S...

Autor:  Desconhecido

 

Olavo foi transferido. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:

- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...

Nem chegou a terminar a frase. O chefe o aparteou:

- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo julgamento das Três Peneiras?

- Peneiras? Que peneiras, chefe?

- A primeira, Olavo, é a peneira da VERDADE. Você tem certeza que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:

- Então, sua história já vazou a primeira peneira. Vamos para a segunda, que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não! Deus me livre, chefe! - diz Olavo, assustado.

- Então, - continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

- Não, chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - falou Olavo, surpreendido.

- Pois é, Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras?- disse o chefe, sorrindo. E continuou:

- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao julgamento das Três Peneiras: VERDADE, BONDADE e NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante.

 

- - - - - -

Pessoas inteligentes falam sobre ideias. Pessoas comuns falam sobre coisas. Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas.

 

segunda-feira, setembro 26, 2011

A Arte de Viver Junto

Homens "sem noção" no primeiro encontro


Há alguns dias o Vila Mulher falou sobre as ações que os homens esperam de uma mulher no primeiro encontro. E agora chegou a hora das mulheres falarem quais comportamentos masculinos merecem não apenas uma advertência, mas cartão vermelho logo de cara.

"Homens que dividem a conta no primeiro encontro, chegam atrasados, vão encontrar a mulher para sair e ficam esperando no carro e buzinando em vez de descer do veículo e falar apenas sobre o trabalho, como se estivesse em uma reunião, são algumas das atitudes que as mulheres odeiam", comenta Sheila Rigler, proprietária da agência de relacionamentos Par Ideal.

As mulheres entrevistadas pelo Vila Mulher foram unânimes em alguns aspectos: falar da ex-namorada ou só dele próprio, interromper a mulher a toda hora, ser fofoqueiro, tentar agradar demais, fazer "tipo" (intelectual, gostosão, "o bom") e falar de sexo na cara larga.

"Acho que o cúmulo do comportamento ‘sem noção’ é ele olhar para outra mulher na sua frente. De uma vez só o homem está te deixando desconfortável e te afastando dele, mostrando à outra, para quem ele olha, que é do tipo que não vale a pena", dispara Anna Cristina, de 50 anos.

"Ansiedade de agarrar, tipo adolescente, é outro problema", lembra Anna. Valentina Ventura, de 33 anos, concorda: "’Sem noção’ é o cara que começa logo a agarrar e tentar tirar sua roupa, sem ao menos conversar, como se o sexo fosse o objetivo exclusivo do encontro."

Eliza Souza, de 35 anos, acha que homem sem noção para ela é aquele que não conhece a mulher e fala como se soubesse até o pensamento delas, aquele tipo ‘eu sei que você gosta’, sabe? E se lembrou de outra situação: "Uma vez um cara falou pra mim: ‘Qual seu nome?’ Eu disse que era Eliza e ele rebateu: ‘Que legal!O mesmo nome da minha mãe!’ Na hora pensei: ‘Jesus, não tenho filho desse tamanho...’"

Falta de higiene é inaceitável na opinião de Laila Silva, de 26 anos. "Não tomar banho ou lavar o cabelo e achar bonito não dá", afirma. E enumera mais problemas: "Ressaltar os defeitos da pessoa com quem está, só para dizer que é honesto e verdadeiro, mas argumentar em tudo que é criticado nele; rir de situações desagradáveis; tirar sarro de você só para se sentir 'por cima e comer igual a um cavalo."

Ana Araújo, de 18 anos, diz que o primeiro defeito é se vestir mal. "Sei que isso é relativo, mas a roupa revela muito de uma pessoa. Por exemplo: camisa aberta com pelos aparecendo já tira pontos, pior ainda quando acompanhada de uma corrente grossa, ouro ou prata. É de matar!", reclama.

E continua: "Homem que diz que ama de primeira também não dá. É até bacana ressaltar algumas qualidades suas, mas nada de chamar de maravilhosa. Soa falso", diz. "Ah, e homem família é bacana, mas falar muito da mãe não rola. Isso significa que a dona será presente demais na futura relação, e isso não faz bem!"

Homens dependentes e que exageram nos elogios não têm a menor chance com Luciana Lemos, de 28 anos. "Acho que tudo na justa medida contribui para um relacionamento saudável. Gosto de homens educados, cavalheiros, que saibam elogiar nos momentos propícios e tenham conversas democráticas".

Sim, os homens cometem deslizes, perdoáveis ou não, mas Sheila conta que, no caso das mulheres, o problema está na ansiedade, que faz com que ela crie falsas expectativas na hora de sair com alguém. "O maior erro delas é acreditar que vão sair do primeiro encontro com um relacionamento sério, o que muitas vezes não é a realidade", diz.

Para ela, o ideal é a mulher aproveitar a oportunidade para conhecer a pessoa, sem realizar interrogatórios e sem falar muito sobre a própria vida. No primeiro encontro ela pode esperar conhecer um pouco do comportamento social do rapaz, além da possibilidade de identificar algumas preferências e até se ele é bem humorado. "Não dá para conhecer profundamente o outro nesse momento, mas já dá para perceber se ele atende às suas expectativas e se esta história pode virar romance", afirma.

Sheila aproveita para falar sobre um assunto que tira o sono do público feminino: a ligação pós-encontro. As mulheres acreditam que se o homem gostou delas, deve ligar no mesmo dia ou no máximo no dia seguinte, mas eles pensam diferente. "Mesmo quando gostam de uma pretendente, podem demorar até cinco dias para fazer uma ligação. Isso é um comportamento típico".


O mesmo acontece com o beijo: algumas mulheres consideram que o homem não está interessado quando não tenta dar um beijo no primeiro encontro, enquanto outras imaginam que o contato físico exagerado nesse momento é sinônimo de falta de interesse em um relacionamento sério. "A verdade é que não existe uma receita. O jeito é aproveitar ao máximo, sem tentar adivinhar o que o homem está pensando", indica Sheila Rigler.

Por Juliana Falcão (MBPress)

domingo, setembro 25, 2011

"Palestra"

 

"Palestra"...    Um homem, cambaleando pela rua, é parado pela polícia às quatro da manhã e é perguntado para onde está indo.

- Estou a caminho para ouvir uma palestra sobre os efeitos do álcool e das drogas no corpo humano. Os danos causados pela ebúrnea e a farra na degradação da vida amorosa conjugal. Nos impactos negativos sobre o sistema nervoso central e periférico advindos dessa vida desregrada e sem Deus no coração. Dos malefícios aos órgãos internos e também
externos devastados pela ingestão desenfreada de fumo, álcool e drogas ilícitas....
    O policial pergunta:
- Fala sério? E quem vai dar uma palestra nesta abrangência e relevância científica a esta hora da madrugada?
    Ele diz:
- Minha mulher...

Quando foi que envelheci?

Por Milka Lopes

Comecei a observar certas coisas à minha volta e notei como algumas delas me irritam.

Sem saber o porquê, lembrei do dia em que peguei as minhas bonecas para brincar e de repente pensei: "não quero mais brincar de bonecas, que coisa mais boba!"

Sem perceber já estava envelhecendo...

Numa outra ocasião, estava eu em uma loja de departamento olhando algumas roupas, quando pensei comigo mesma: "por que estou olhando esse tipo de roupa? Não tenho mais idade para me vestir assim!"

Só então percebi quanto tempo havia passado. Quantas coisas ficaram para trás...
Hoje, as coisas que me incomodam, que parecem não ter mais graça, continuam sendo legais e divertindo outras pessoas, continuam tendo a mesma graça, mas não para mim, que cresci sem perceber.

Essas coisas que hoje parecem tolas são as mesmas que um dia já me divertiram muito, como tocar a campainha dos outros e sair correndo; tomar banho de chuva; comer biscoitos dentro do leite; acordar no dia de natal e ter a sensação que tudo está mais bonito...

Coisinhas simples, mas que um dia já me fizeram tão feliz!


sábado, setembro 24, 2011

Elos da Vida

Não julgue uma pessoa

pelo que falam dela, julgue-a pelas suas ações.

George lvanovitch Gurdjieff (1877 - 1949), Nascido em Kara - Russia

Os Mesmos....


Os erros que tentamos evitar são os mesmos que cometemos.

As promessas que fazemos são as mesmas que não cumprimos.

O silêncio que juramos é o mesmo que quebramos.

As pessoas que dizemos amar são as mesmas que por vezes detestamos.

Os sonhos que sonhamos são os mesmos que esquecemos com o tempo.

O tempo que queremos aproveitar é o mesmo que desperdiçamos.

O dia que começa é o mesmo que termina.

A noite que encanta é a mesma que desencanta.

A vida que parece longa é por si mesma tão breve...


Por Milka Lopes

sexta-feira, setembro 23, 2011

Poço dos Desejos

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Declarações de amor nos tempos de hoje



Escrever uma carta, mandar e-mail, telefonar ou respirar fundo e olhar nos olhos do outro. Cada um tem sua estratégia para vencer aquele frio danado na barriga e o medo da rejeição e botar para fora tudo aquilo que está no coração.

E hoje com as redes sociais, parece que ficou mais fácil ultrapassar esses obstáculos e fazer declarações de amor, não é?

Na verdade, esse mecanismo não funciona para todos. Prova disso é o vídeo abaixo postado no Youtube, que mostra um casal teclando e tentando dizer (ou melhor, escrever) o que está realmente sentindo. Mas sempre que escreve a verdade, por timidez e insegurança, antes de apertar o "Enter" reescreve e coloca no lugar declarações superficiais.



Aí fica a pergunta: por que será que é tão difícil dizermos ao outro que estamos apaixonados? "Falar de seus sentimentos pode causar medo de ser rejeitado, faz com que as pessoas camuflem seus sentimentos. E no caso do vídeo, nem foi a internet que podou a espontaneidade e o desejo dos dois. Isso é algo é individual, depende muito da autoestima e autoconfiança de cada um", diz Eliete Matielo, coach afetivo a criadora do site de relacionamento Eclipse Love.

A especialista lembra que, como em qualquer relacionamento, quanto mais a pessoa se envolve, mais intimidade e liberdade de se expressar ela tem. Caso ela não seja reprimida pelo outro, menos medo ela tem de uma possível resposta negativa. "As pessoas quando me procuram para buscarem um amor e um relacionamento sério, relatam ex-relacionamentos frustrados e muitos deles se dão por falta de diálogo de expor sentimentos a tempo de recuperarem a relação", lamenta.

Eliete alerta que a falta de assertividade nos relacionamentos, sejam eles de namorados, casados ou interessados, leva a relação à falência. "Algumas pessoas ficam esperando uma oportunidade adequada, uma abertura maior da outra pessoa para entrar no assunto de sentimentos. Outros não querem arriscar falando de seus sentimentos e a outra pessoa acaba se afastando de vez", comenta.

E questiona: "Por que tanto medo e cuidado para falar de sentimentos, de falar o que faz bem ou mau naquela relação? Qual é a vergonha de falar ‘eu te amo sim e daí’?" Eliete finaliza com um conselho: "É melhor arriscar do que viver uma vida sabendo que teve uma chance e não tentou ou ainda saber que o outro também sentia amor por você, teve medo de falar e o tempo passou..."

Por Juliana Falcão (MBPress)

quarta-feira, setembro 21, 2011

"Aprendi que se aprende errando...

Que crescer não significa fazer aniversário.
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem.
Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro.
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos.
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim.
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face.
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela
Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada
Que a Natureza é a coisa mais bela na Vida.
Que amar significa se dar por inteiro
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos.
Que se pode conversar com estrelas
Que se pode confessar com a Lua
Que se pode viajar além do infinito
Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.
Que dar um carinho também faz...
Que sonhar é preciso
Que se deve ser criança a vida toda
Que nosso ser é livre
Que Deus não proíbe nada em nome do amor.
Que o julgamento alheio não é importante
Que o que realmente importa é a Paz interior!"

Por Herman Melville
O amor é a força mais abstrata,

e também a mais potente, que há no mundo.

Mahatma Gandhi

terça-feira, setembro 20, 2011

Cristal (coração) quebrado...


Ainda se pode acreditar no amor?
Ainda se pode acreditar nas pessoas?
Hoje ao saber de mais um caso de traição, dessa vez não comigo, mas com um casal que estava acima de qualquer suspeita, fiquei me perguntando onde está aquela palavrinha mágica e quase em extinção chamada fidelidade...
É possível amar sem ser fiel?
É possível ter um relacionamento baseado no amor, no carinho, na compreensão, mas não na fidelidade?
Como alguém pode jurar amar uma pessoa, dizer que não pode viver sem ela, mas não consegue ser fiel?
Voltando ao casal, fiquei passada! Pensem num casal romântico, apaixonado, lindos, jovens, casa construída, móveis comprados e planos, muitos planos...
Ela contava que ele ficava imaginando as cores das paredes quando a casa estivesse pronta, ela ficava imaginando os móveis em cada cômodo... Sonhos, muitos sonhos!
Ela jovem, bonita, cabelos longos, pele de pêssego, sorriso ingênuo, simplesmente linda... O que faltava nela que ele precisou buscar em outra? O que ela deixou a desejar para que ele se sentisse atraído por outra?
Respostas que jamais saberemos ou que, por mais que se explique jamais entenderemos.
O que fazer a essa altura do campeonato com os sonhos, com os planos, com tudo o que se investiu nessa relação? Não estou falando do investimento material e financeiro, falo do coração, da cabeça dessa jovem, que mal começou a viver e já de cara, se depara com a sua primeira decepção, e por que não dizer, com a maior de sua vida... Pois esta decepção vai marcá-la pra sempre.
Poderá levá-la a não acreditar mais no amor, nos homens, nas pessoas... Poderá fazer dos seus sonhos a sua prisão, o seu castelo inacessível, poderá torná-la refém do medo, da desconfiança e da desilusão ou também poderá torná-la mais forte, mais esperta e mais seletiva.
Mas ao que tudo indica, ela será como um copo de cristal quebrado, quem olhar verá que é um cristal, mas também dirá: “que pena, está quebrado!"

Por Milka Lopes

segunda-feira, setembro 19, 2011

Onde Encontrar Um Amor?


Quem está solteira porque ainda não encontrou alguém que ‘valesse a pena’ aproveita para curtir a vida, sair com as amigas, ir para bares e baladas. Mas se você é uma dessas pessoas, com certeza já ouviu da sua mãe, irmã casada ou qualquer outra pessoa: "Não adianta ir para balada, lá você não vai arrumar ninguém que queira algo sério". Mas então, onde encontrar o amor?

A solteira Danielle Teixeira, de 28 anos, conta que já ouviu essa história milhares de vezes, mas apesar de dizer que não tem idéia de onde encontrar o amor, ela tem uma boa resposta para quem diz que a balada não é o lugar.

"As pessoas que estão na balada são as mesmas que estão na academia, no trabalho e no café. Não sei se existe um lugar certo para encontrar um amor, mas acho que ficar em casa e não sair torna ainda mais difícil ser solteira ou pelo menos bem menos divertido", brinca.

A prova de que Danielle não precisa perder as esperanças está na história de Carolina Freitas, de 23 anos. Carolina estava solteira há um ano e nem pensava em ter nada sério com ninguém, já que antes disso havia emendado dois namoros sérios. "Um dia fui para balada com a minha turma de amigos, homens e mulheres, e um deles levou um amigo que eu não conhecia e havia acabado de terminar um noivado". Carol se interessou pelo ‘novo amigo’, mas a primeira coisa que ouviu foi que ele estava querendo curtir a vida após o longo namoro. Naquela mesma noite eles ficaram.

"Eu achei que ia parar por aí, afinal era o que tinham me falado, né? Mas depois desse dia ele não parou de me ligar e menos de um mês depois me pediu em namoro, já faz um ano e meio. Pra dizer a verdade não sei se acredito nessa história de que a pessoa decide que não quer nada sério e assim não se deixa envolver. Isso vale até a hora que encontra alguém por quem se apaixone".

Carolina tem um exemplo em casa de que o amor pode estar mesmo em qualquer lugar. "Meus pais se conheceram no Carnaval em um clube. Logo começaram a namorar e estão juntos há quase 30 anos. Acho que com uma história dessas em casa, fica fácil acreditar que é possível achar um amor em qualquer lugar", diverte-se.

Mas se você está em busca e sem muita sorte como Carolina, vale receber dicas de onde procurar. Será que existe algum lugar onde as pessoas ‘disponíveis e interessadas’ estejam? O Vila Dois conversou com o psicólogo especialista em relacionamentos, Silmar Coelho, que acredita que sim que um homem como o buscado por Danielle não é encontrado em qualquer lugar. Para ele, os melhores lugares para buscar um amor são festas familiares, locais de trabalho e escola.

Além disso, algumas características podem mostrar se o rapaz que você conheceu é um ‘homem para dar certo’ ou não. "Deve ser alguém que valoriza a família. Bom filho, já que todo bom filho é um bom marido. Quem grita com a mãe vai gritar com a esposa. Trabalhador, pois a causa número um das separações é o dinheiro".


E talvez você possa não estar procurando no lugar errado, mas agindo de forma errada. Sobre isso, o psicólogo é bem direto: "Deve procurar sem desespero, sem se expor demais. O homem nasceu para "caçar", quando à "presa" é muito fácil, ele parte para outra. Ninguém precisa procurar a pessoa certa, precisa ser a pessoa certa. Somente a pessoa certa vai encontrar a pessoa certa. O erro atrai outro erro".

Por Larissa Alvarez

Fazer o Bem Sem Ver a Quem?


Existe um ditado que diz: “Fazer o bem sem ver a quem, praticando atos irrefletidos de beleza.” Essa ideia está se espalhando pelo mundo. Uma senhora leu essa frase em algum lugar e resolveu praticá-la.


Ela estava passando por um pedágio e disse ao cobrador: “Quero pagar o pedágio dos seis próximos carros que estão atrás de mim.” Ela pagou e seguiu viagem. Quando cada um dos próximos seis carros ia passando, o cobrador falava que a taxa deles já tinha sido paga por aquela senhora. O marido dela, que é professor, gostou da ideia e a divulgou entre os alunos de sua escola. A ideia foi se divulgando e pessoas têm praticado atos de bondade para pessoas que nem conhecem. As ideias são as mais variadas. Fazer uma dupla e limpar o quintal de alguém que está doente, pintar um muro para uma pessoa idosa, pagar uma conta de água para uma pessoa pobre; enfim, fazer um “bem surpresa” para alguém.


A Bíblia conta a história da menina judia que, por causa de uma invasão militar, foi levada para servir como escrava na casa de um homem muito rico, mas que era leproso. O nome dele era Naamã. A menina contou para Naamã que em Israel havia um profeta de Deus, chamado Eliseu, que poderia curá-lo. O general aceitou a recomendação da menina escrava, procurou o profeta e foi curado. Apesar de Naamã ter sido um homem muito importante, ele precisou da ajuda de uma escrava. A bondade da menina levou Naamã a dizer: “Agora eu sei que no mundo inteiro não existe deus a não ser o Deus de Israel.” O ato de bondade dessa pequena escrava fez seu patrão glorificar a Deus.


Espalhe essa ideia em sua escola. Juntem-se e planejem “boas ações surpresa”. Muitas pessoas irão glorificar a Deus por sua causa!


Todas as vezes que fazemos um bem a alguém e não recebemos a gratidão como retorno pode ser um pouco frustrante, mas quem já vivenciou a experiência de fazer realmente sem esperar nada em troca, sabe que, na verdade, o que importa é nos tornarmos pessoas melhores para nós, para os outros e para o mundo. Faça hoje o bem, simplesmente pelo benefício que causará a alguém. O mundo ficará melhor por causa disso, e você aprenderá que essa é uma das melhores maneiras de ser feliz. Vale experimentar!

domingo, setembro 18, 2011

Porque as Mulheres Ficam Solteiras

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Sua majestade, a traição



Trair é tão antigo quanto se relacionar. Basta olhar pra trás e perceber como, na história dos grandes amores, a traição já dava as caras.


Mas, se antigamente a coisa era velada, hoje nada como escancarar o sentimento. As desculpas menos esfarrapadas e a paciência bem mais curta levam homens e mulheres a repensarem a temida infidelidade. Mas, mesmo assim, o nariz não cresce para entregar o mentiroso. É preciso ficar atenta aos sinais.

No caso das mulheres, que durante muito tempo precisavam aceitar a traição dos maridos até para manter a casa e o status do casamento feliz intactos, a recém independência deu liberdade também para questionar mais, desconfiar mais e, claro, se enganar menos. Desculpinhas como "fiquei trabalhando", "estava preso no trânsito", ou "era uma amiga, no telefone", não colam mais. As mulheres investigam com mais afinco e são feitas de boba apenas quando querem. E, quando resolvem trair, adivinha quem elas culpam?

Para quem já passou por isso mais de uma vez, fica mais fácil perceber os sinais - que vão muito além de uma marca de batom no colarinho ou um recibo de um restaurante suspeito. "Se o homem se envolve de verdade, fica mais vaidoso e até passa a gostar de coisas que nunca prestou atenção", garante Rute Duarte da Silva, 46 anos. Ela foi casada por 18 anos e a infidelidade do ex foi apenas um dos motivos que levou a separação.

Mas, com a experiência de quem passou por isso mais de uma vez, assegura: "Tem homem muito esperto, que não dá sinal. Outros se empolgam tanto que, só sendo muito tapada mesmo para não perceber". Rute acha que o homem é mais controlado quanto aos sinais do corpo, tenta não deixar transparecer a traição. "Eles se entregam mais com ligações, conta corrente, mentiras".

No caso dela, a insegurança motivava toda desconfiança. Como o ex-marido tinha fama de "galinha", ela morria de medo da traição, até que soube da primeira - a mais difícil, segundo ela. "Um amigo dele, que ficou com muita pena de mim, me contou". Depois, ela foi engolindo as outras escapadas até que o relacionamento fadado ao fracasso acabou de vez.

A antropóloga Mirian Goldenberg, autora de "Por que homens e mulheres traem?" (BestBolso, 2010) concorda com Rute com relação aos sinais que o traidor libera quando está fazendo a coisa errada. E explica como eles reagem diferentemente. "Os que se declaram monogâmicos, sentem muita culpa, ficam divididos, sofrem, não sabem lidar bem com a situação e acabam provocando uma profunda crise no casamento. Muitos se separam, outros tentam resgatar o casamento. Já os poligâmicos não deixam muitas pistas, pois acreditam que o caso é passageiro e não pode abalar o casamento", define.

Mesmo com muitos comportamentos masculinos e femininos não estando mais tão distantes, inclusive no que diz respeito à traição - a pesquisa de Mirian mostra que 60% dos homens e 47% das mulheres afirmam já terem sido infiéis - os discursos femininos e masculinos são extremamente diferentes. "Os homens justificam suas traições por meio de uma suposta essência masculina e as mulheres infiéis dizem que seus parceiros, com suas faltas e infidelidades, são os verdadeiros responsáveis por suas relações extraconjugais".

Isso significa que, no discurso dos pesquisados, a culpa da traição é sempre do homem: seja por sua natureza incontrolável, seja por seus inúmeros defeitos (e faltas) no que diz respeito ao relacionamento. "Se é inquestionável que, nas últimas décadas houve uma revolução nas relações conjugais, pode-se verificar que, na questão da infidelidade, ainda parece existir um "privilégio" masculino, isto é, ele é o único que se percebe e é percebido como sujeito da traição. Enquanto a mulher, mesmo quando trai, continua se percebendo como uma vítima, que no máximo, reage à dominação masculina".

Por Sabrina Passos (MBPress)

sábado, setembro 17, 2011

Receita de Dona Cacilda


Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa.
E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.
Depois me pediu para anotar:
COMO MANTER-SE JOVEM
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão..' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio.
8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade

sexta-feira, setembro 16, 2011


Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar!
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um "game" onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo!!

Martha Medeiros

A GRANDEZA DO MAR


"Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe."


Paulo Roberto Gaefke, em "Quando é Preciso Viver!"

quinta-feira, setembro 15, 2011

Idosos


Uma viúva e um viúvo, entre 80 e 85 anos de idade, participaram de um almoço promovido pela comunidade. Na ocasião, houve troca de olhares, uma rápida conversa e uma amizade começou. Pouco tempo depois, ele decidiu pedir a mulher em casamento. Preparou-se, perfumou-se e foi visitá-la. Voltou para casa nas nuvens. Ela havia dito “sim”. Mas, naquela noite, o homem acordou e se perguntou: “Ela disse sim ou não?” Procurava conciliar o sono, mas não conseguia.


Logo de manhã cedo, chamou pelo telefone: “Ontem alguém lhe pediu em casamento, não é verdade?” E do outro lado da linha: “Ai, que bom que você está chamando. Sim, é verdade, alguém me pediu em casamento.” “E... você disse sim ou não?”, perguntou o idoso. “Eu disse sim, só que não me lembro para quem.”

Incerteza x Certeza

Queixei-me para minha amiga Betsy: “Assim que a luz do semáforo fica vermelha, as pessoas descem da calçada e começam a atravessar a rua. Não olham e nem mesmo parecem se preocupar em saber quantos veículos estão vindo, a que velocidade, ou se vão parar.” Também notei que a duração do tempo até a mudança de cor varia em diferentes lugares. Mas também é verdade que em qualquer cidade ou estado, na maior parte do mundo, uma luz amarela significa preparar-se para parar. Assim, reduzo a marcha quando a luz fica amarela.


Certo dia, um homem passou na frente do meu carro assim que parei. Eu disse: “O senhor confia no meu breque mais do que eu mesma.” Ele respondeu com um sorriso. Ele não sabia que eu tinha recentemente mandado trocar os freios. Eles estavam funcionando bem, mas quem garantiria que o automóvel fosse parar mesmo? “E se o freio tivesse falhado no momento em que ele passou na frente do veículo?” perguntei a Betsy.


Ela disse: “Quer saber de uma coisa? Acreditamos que o correio e a transportadora entreguarão nossa correspondência mais importante. Cremos que o condutor do trem nos levará com segurança ao destino e confiamos na proteção da polícia. Confiamos em cirurgiões no caso de operações delicadas, em pilotos que nos levarão de avião de uma cidade para outra, oftalmologistas que cuidam dos nossos olhos, farmacêuticos que preparam a dose da nossa medicação, que poderia resultar numa fatalidade – mas temos dificuldade para confiar em Deus.”


A sociedade depende dessas pessoas e acredita que elas executarão suas funções diariamente, e nos perturbamos se não o fizerem no mais alto nível. Deus está sempre em ação. Ele atua sempre no mais alto nível de perfeição. Sabe qual é a nossa necessidade antes que a expressemos. Conhece tudo sobre os nossos segredos. É capaz de consertar qualquer situação em que nos encontremos. O texto bíblico acima é poderoso.


Temos a tendência de contar segredos uns aos outros, mas nem mesmo oramos acerca de determinadas situações, até vermos que nada do que dizemos ou fazemos está operando em nosso favor. Quando tudo mais falhou, levamos a questão a Deus como nosso último recurso. Como seria melhor se confiássemos em Deus em primeiro lugar, você não acha?



Por Cora A. Walker

O que é Mais Importante?


Por Ivan Saraiva

A coisa mais importante da vida é decidir o que é mais importante!


Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança no colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia: “Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do mais importante. Lembre-se, porém, de uma coisa: depois que você sair a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do mais importante.”


A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas joias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente. Colocava tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente: Você só tem oito minutos.


Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre...


Essa história nunca ocorreu. É apenas uma lenda. Mas nossa vida é exatamente assim. A gente se encanta com o brilho deste mundo e acaba se esquecendo do que de fato importa. As pessoas correm atrás de dinheiro, mas se esquecem do filho que pede para o pai brincar um pouquinho de carrinho com ele. Correm atrás de poder, enquanto sua família está sendo corroída por sua ausência.


O que é mais importante para você, amigo? O que você sente no coração que está sendo prioridade em sua vida? Tem certeza de que este é o caminho para sua felicidade e para a alegria? Obedeça e honre a seus pais, seja um amigo fiel e busque todos os dias o Senhor. Assim, o importante será realmente prioritário em sua vida. Fique atento, antes que se feche a caverna!

quarta-feira, setembro 14, 2011

Viver agora, tarefa dura. De cada dia arrancar das coisas, com as unhas, uma modesta alegria; em cada noite descobrir um motivo razoável para acordar amanhã. Mas o poço não tem fundo, persiste sempre por trás, as cobras no fundo enleadas na lança. Por favor, não me empurre de volta ao sem volta de mim, há muito tempo estava acostumado a apenas consumir pessoas como se consome cigarros, a gente fuma, esmaga a ponta no cinzeiro, depois vira na privada, puxa a descarga, pronto, acabou. Desculpe, mas foi só mais um engano? E quantos mais ainda restam na palma da minha mão?

Por Caio Fernando Abreu

Casados que não dividem o mesmo teto


Quem casa quer casa? Nem sempre. Alguns casais não têm vontade de unirem as escovas de dente eternamente ou dividirem as mesmas contas.


É o caso da atriz Flavia Morais e do publicitário Carlos Azevedo. Casados há cinco anos, não moram juntos. Mas como isso funciona? “Uma noite eu durmo na casa do Carlinhos, na outra noite ele dorme na minha casa. Sexta é livre para os amigos”, se diverte a atriz, de 30 anos.

Namorados desde os 17, o casal decidiu oficializar a união oito anos depois do dia em que se conheceram, mas nunca tiveram a vontade de morar debaixo do mesmo teto. “Para que? São as contas que acabam com o relacionamento. Temos o melhor de um casamento com um plus, cada um tem seu cantinho e sua individualidade respeitada. Podemos dormir juntos sempre, mas minha casa é minha casa e a casa dele, é dele”, garante Flavia.

De acordo com a atriz, os familiares estranham, mas os amigos entendem a opção. “Os mais velhos acham estranho, não convencional. Os nossos amigos entendem. Tem a mesma idade e sabem da nossa necessidade de ter algo individual. A geração é outra, as vontades outras. Cada um já tinha sua casa antes do casamento, para que comprar outra e criar uma nova dívida?”, questiona Flavia.

Nesse caso, não seria melhor continuar namorando? “Não. Queria tornar oficial, celebrar nossa união, mostrar para o mundo todo que ele é meu. Foi assim que ele me pediu em casamento, disse que queria mostrar para o mundo que eu era a esposa dele. Mas sempre prezamos nossa individualidade. Acho que somos meio possessivos. Quero minha casa e ele a dele!”, se diverte.

O empresário João Meira, casado há 25 anos, acredita que relação assim não é casamento. “É na hora que as coisas apertam e as contas chegam que a gente vê o companheirismo e o amor. Pois é quando alguém fica com você apesar de qualquer problema que você tem a certeza de que o casamento é para valer. Morando cada um em um lugar, você permanece naquele namoro adolescente e não vive uma vida de adulto”, acredita.

Esse tipo de relacionamento é mais comum do que parece. A atriz Cássia Kiss, por exemplo, casada há doze anos, mora em uma casa separada do marido. Mas não descarta a possibilidade de morarem juntos. “O Sérgio tem as coisas dele, gosta de ficar sozinho, eu também. A gente não descarta a possibilidade de morar juntos um dia, mas vamos ter cada um o seu quarto, o seu banheiro”, garantiu a atriz em entrevista a uma revista.

A cantora Rita Lee também não divide o mesmo teto com o marido, mas acredita que a questão não é a residência ser separada, mas sim cada um ter o seu banheiro. Pelo visto esse casamento às avessas dá certo para o casal, Rita e o maestro Roberto de Carvalho já têm 32 anos de união, e se casaram oficialmente em dezembro de 1996.

E você, acha que o seu casamento seria melhor se vocês morassem em casas separadas?

Veja também: O desfio dos relacionamentos

Fonte - MBPress

terça-feira, setembro 13, 2011


"Mas o melhor do abraço não é a ideia dos braços facilitarem o encontro dos corpos. O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. ...O melhor do abraço é o charme de fazer com que a eternidade caiba em segundos. A mágica de possibilitar que duas pessoas visitem o céu no mesmo instante..."

Ana Jácomo
Você acha que o nosso amor pode fazer milagres? - Eu acho que o nosso amor pode fazer tudo aquilo que quisermos. É isso que te traz de volta pra mim o tempo todo.

Caio Fernando Abreu

Para um roxo dia de sol de fevereiro


Por Caio Fernando Abreu

Este vazio de amor todos os dias: a cabeça pesada ao meio-dia, a boca amarga, um cheiro de sono e solidão nos cabelos, uma xícara de café bem forte espantando os arcanos da madrugada, e muitos cigarros, as roupas, o espelho, os colares, as pulseiras. Procuro e não acho. Mas saio para a rua todo de roxo, a barriga de fora.

O sol bate forte na cabeça. O sol bate forte e reflete na calçada e dissolve o corpo em gotas pegajosas escorrendo nojentas e brilhantes pelos braços e pelas pernas por baixo do roxo até cair sobre o asfalto formando pequenas poças que logo se evaporam subindo pelos raios do sol cor de cenoura de fevereiro para novamente descer do alto despertando o suor roxo adormecido no meu corpo.

E na esquina riem. Eu não ligo, mas riem e falam baixinho entre si, homens dispostos na calçada com as camisas abertas entre as verduras da tenda da esquina, os homens de pelos aparecendo pelas aberturas da camisa cochicham entre si e riem. Mas eu piso firme e ergo a cabeça e dentro do meu roxo caminho só-rindo entre as verduras e os cochichos, e ninguém entende: mas silenciam e principiam a rir baixo, apenas para eles, e não têm coragem de dizer nada. Eu passo por seu silêncio irônico e perplexo, a minha bolsa oscila, é como se o sol coroasse minha cabeça e ninguém soubesse ao certo se rir ou calar, de espanto, porque nunca naquela rua passou alguém coroado por um sol roxo de fevereiro.

Depois são os corredores e as escadas e o balcão claro do bar e os grupos de pessoas que não distingo umas das outras, mas vou sorrindo, sou um projétil orientado até certo ponto, depois dele, e é agora o depois dele vou furando o desconhecido, violentando o mistério, vou penetrando no incompreensível, e sorrio para o inesperado, o corpo ereto projetado, e alguém me faz uma saudação oriental na porta de entrada e eu sorrio ainda mais largo: é alguém semelhante a um cão são bernardo, falta apenas o barrilzinho de chocolate, desses abençoados que riem o tempo todo e o tempo todo cantam e dizem coisas e soltam notas musicais por entre os pelos espessos da barba e do cabelo grande.

E entro na sala e sinto que os olhares se debruçam sobre mim e cumprimento alguns e outros e não penso nada: gozo a glória deste momento e sei que brilho mesmo sem saber para onde vou. E tombo sobre a mesa e tento arranjar no rosto um ar compungido, qualquer coisa modesta e bucólica, à beira do perdão, um olhar no horizonte nas janelas do arquivo, para que me amem, para que se condoam, para que não se ofendam com meu sol de hoje.

Mas hoje. Hoje não. É impossível perdoar no meio destas máquinas histéricas e destas pessoas que tão pouco sabem de si destas calças desbotadas do feltro verde do jornal mural das vozes que passam misturando marchas de carnaval john lennon e carlos gardel é impossível sofrer entre os telefones que gritam e o suor que escorre e as laudas numeradas e as pilhas de jornais e livros e a porta que vezenquando abre libertando vanderléias comerciais e meninos de roupas coloridas e ar desvairado.

E hoje não. Que não me doa hoje o existir dos outros, que não me doa hoje pensar nessa coisa puída de todos os dias, que não me comovam os olhos alheios e a infinita pobreza dos gestos com que cada um tenta salvar o outro deste barco furado. Que eu mergulhe no roxo deste vazio de amor de hoje e sempre e suporte o sol das cinco horas posteriores, e posteriores, e posteriores ainda.

segunda-feira, setembro 12, 2011

A Esperança Não Decepciona


Por José Maria

Usamos muitas vezes a palavra esperança com o sentido de otimismo: espero que meu time ganhe, que eu passe no concurso público, que meu projeto seja aprovado. Quando a mega-sena fica acumulada, formam-se filas enormes de pessoas que esperam ser os próximos ganhadores.


Uma definição de esperança seria “o desejo acompanhado de uma expectativa. Interesse ou desejo cujo cumprimento é acariciado”. Outra definição simples: “Atitude positiva em relação ao futuro.” Quando você diz a alguém que não há mais jeito, não há esperança, está tirando dele uma coluna de sustentação à qual ele poderia se apegar.


O sistema escolar de uma grande cidade mantinha um programa de ajuda a crianças que estivessem hospitalizadas, a fim de que elas se mantivessem em dia com os estudos durante o período de internação. Certo dia, uma professora recebeu chamada telefônica com a incumbência de visitar um garoto que estava hospitalizado. Ela anotou o nome, o número do apartamento do hospital e foi conversar brevemente com a professora dele. “Estamos estudando substantivos e advérbios, disse a professora. Eu agradeceria se você o ajudasse nesses pontos.”


Naquela tarde, ela foi visitar o garoto. Ninguém mencionou para ela que o menino tinha sido gravemente queimado e sentia muita dor. Chocada com o que viu, simplesmente gaguejou para ele: “A escola me enviou para estudar substantivos e advérbios com você.”


Ao sair, percebeu que não tinha dado toda a matéria que queria. Mas, no dia seguinte, uma enfermeira perguntou para ela: “O que é que você fez para aquele garoto?” A professora ficou preocupada de que tivesse feito algo errado e começou a se desculpar.


“Não, não, disse a enfermeira, você não entendeu o que estou querendo dizer. Nós estávamos muito preocupados com o garoto, mas desde que você o visitou ontem, a atitude dele mudou completamente. Ele está reagindo e respondendo ao tratamento. É como se ele tivesse decidido viver.”


Duas semanas mais tarde, o menino explicou que tinha desistido de tudo, até que a professora chegasse. Tudo mudou quando ele compreendeu, e expressou o seguinte: “Eles não teriam enviado um professor para ensinar substantivos e advérbios para um garoto que estivesse morrendo, não é mesmo?”


Acredite, às vezes, a diferença entre a vida e a morte é nada mais do que a esperança.

domingo, setembro 11, 2011

Quintana.....

E vai chegar o momento que num clique, meio que sem querer ela vai se tocar, vai abandonar os medos e clichês sem se importar com o que os outros vão falar e descobrir que eu sou tudo que ela precisa, vai correr em minha direção, pegar na minha mão e me dar o último primeiro beijo da minha vida.....

Lenz

Estamos com fome de amor...


O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.

Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???

Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.

E não é só sexo não!

Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...

Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...

Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...

Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?

Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...

Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

sábado, setembro 10, 2011

A Gente se Acostuma

"A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.

A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida...
Que, aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma."

Marina Colassanti

sexta-feira, setembro 09, 2011

Reinventar

Como fazer pra dá certo outra vez?
Primeiramente não querer continuar na mesma página, é preciso virá-la, em certos casos até rasgá-la! E assim não continuar de onde parou.
Tem que começar do zero, tudo de novo, passo a passo. Esquecer o que ficou pra trás.
Se já perdoou não tem porque lembrar, não tem porque ficar remoendo o que já foi enterrado.
Combinado assim, teremos que nos reinventar, fazer diferente, deixar as comparações de lado. Viver um novo tempo, conquistar o que se havia perdido, falar o que não foi dito e realizar o que não foi feito.
Para viver o novo é preciso esquecer o velho.
Para viver uma nova história é preciso trocar as velharias, as velhas manias, os velhos conselhos, os maus hábitos, têm que ser diferente, tem que inventar e reinventar pra ser feliz e isso depende de uma única pessoa...
O dia é hoje, o momento é agora e a pessoa é você.
Seja autor da sua história, seja o pintor da sua vida, faça-a colorida, alegre, tome o controle da situação e viva bem, com a certeza de que pra ser feliz é preciso muito pouco e esse pouco você já tem, depende de você.
A oportunidade é essa, comece agora!

Por Milka Lopes

Teste - Você está preparada para o amor?



Já falamos aqui no Vila Dois sobre o reaprender a namorar depois de uma decepção. Por isso, hoje propomos um teste: Você está preparada para o amor?

Você é capaz de se apaixonar por um homem/mulher à primeira vista, num primeiro encontro?
Sim
Não

Acha que um amor, para ser eterno precisa renascer todos os dias?
Sim
Não

Prefere os noivados prolongados às paixões curtas?
Sim
Não

Você se acha bonita?
Sim
Não

Você prefere que o parceiro tome a iniciativa?
Sim
Não

Quando responde a uma declaração amorosa, costuma pedir um tempo pra pensar?
Sim
Não

Ao começar um namoro, evita certas intimidades, já que prefere que a relação se afirme antes?
Sim
Não

Ficaria tranqüila (e sem ciúme) se o homem que ama fizesse uma viagem durante um mês, por compromissos de trabalho?
Sim
Não

Quando escolhe a sua roupa, prefere a que pode usar em várias ocasiões, em vez de peças de vestuário mais chamativas?
Sim
Não

Discute sempre com o seu namorado antes de resolver a que restaurante vai comer?
Sim
Não

Insiste em cumprir todas as obrigações, antes de "se dar ao luxo" de um passeio?
Sim
Não

Acha que ter amigos é mais importante que o amor?
Sim
Não

Resultado

Maioria sim:
Tem uma personalidade forte e sabe o que quer de um grande amor. Só que, para estar realmente preparada, precisa ser um pouco mais maleável, compreender também que o seu parceiro, às vezes, pode ter razão.

Você é uma pessoa segura e tem uma grande capacidade de se apaixonar. Boa sorte!

Maioria não:
Ainda não chegou a hora do grande amor. Aproveite a sua idade para ter amigos e aproveitar a vida. O amor chegará oportunamente.

Fonte - Site do livro “De Volta ao Mercado - reaprendendo a namorar depois da separação”, de Laurie A. Helgoe (Editora Nova Fronteira) - www.devoltaaomercado.com.br

Por Karina Conde

quinta-feira, setembro 08, 2011

Moral da História


Hoje um conjunto de histórias para reflexão.....rs.....

ASNO


No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.

Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!!

A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:

- Vocês sabem onde está o médico do hospital?

Com tranqüilidade o médico respondeu:

- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?

Ríspida, retorquiu:

- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?

Mantendo-se calmo, contestou:

- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!

- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...

- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....

- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...

- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da História:

UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.

BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.

BOA RESPOSTA

Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:

- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'

O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:


- “Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?”

Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:

- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'

Conclusão:

“QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.”

MUITA CALMA!

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:

- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!

O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.

Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o farmacêutico lhe diz:

- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se sentindo?

O senhor responde:

- Cagado... mas tô tranquilo.

Moral da História:

"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".

PROBLEMA É SÉRIO

O sujeito vai ao psiquiatra

- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.

- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.

- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.

O sujeito responde:

- Por R$ 10 ,00 ele cortou os pés da cama...

Moral da História:

MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!

HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Respeite o poder feminino


Cada vez mais as diferenças de comportamento entre homens e mulheres são menores.

Dizer, por exemplo, que somente os homens evitam as mulheres carentes, grudentas e que pegam no pé não é uma verdade, pois um homem que tenha estes mesmos comportamentos também será rechaçado por elas. Assim como dizer que somente os homens não gostam de mulheres feias, também é pouco atual, pois as mulheres estão bem exigentes também no quesito beleza.

Antigamente pensava-se que a ´Amélia´ é quem era mulher de verdade. Hoje em dia, no entanto, quem quer alguém a seu dispor o tempo todo? Os homens querem exercer seu poder de conquista e se, com a mulher que está sempre à disposição, não terão esta oportunidade.

O que podemos dizer é que, no geral, os homens não querem mais uma santa a seu lado. Isto é muito antigo. Foi o tempo em que as mulheres se contentavam em cuidar dos afazeres domésticos e esperar o marido com a janta pronta e a cueca lavada (e passada).

A busca hoje é por uma companheira interessante, uma pessoa que se cuida, bem-humorada, inteligente, íntegra. O que hoje apavora a grande maioria do público masculino é exatamente o contrário: a mulher travada, crítica, controladora, que só pensa na família, nos protocolos e na vida segura, sem ousadia.

Queremos aventura – de chata já basta a rotina de trabalho e contas a pagar. A mulher que não consegue proporcionar momentos divertidos e ousados provavelmente estará fora da relação logo logo, ou pior: verá seu parceiro buscar em outra aquilo que ele não tem em casa.

É lógico que ainda existem muitos homens machistas, daqueles que franzem o nariz quando veem uma mulher expressando um lado mais sedutor, por exemplo. Inseguros, eles investigam seu passado e exigem que a moça tenha tido pouca experiência, ou nenhuma, antes de conhecê-los. Sim, eles ainda existem, mas este tipo de homem está caindo em desuso e, com o tempo, não terá mais espaço em nossa sociedade.

Outro fator que devemos considerar é que atualmente as mulheres estudam mais que os homens e, por isso, não é raro encontrá-las em uma posição profissional mais promissora. Conviver com o sentimento de inferioridade pode ser insuportável para quem sempre esteve acostumado a se sentir por cima. Portanto, controle-se e respeite reconheça o alcance do sucesso feminino.




Por Sergio Savian