terça-feira, janeiro 31, 2012

Plástica masculina: quando ela é necessária?



Nós, mulheres, sempre admitimos que um nariz diferente em um homem pode ser afrodisíaco. A palavra ´diferente´, no entanto, tem váááárias conotações. No caso de um nariz, pode ser maior que o normal. Ou talvez arrebitado, quebrado, imenso, boludinho, pequeno demais... Alguns defeitinhos não nos incomodam, nós até gostamos! Porém, em alguns casos, não seria vaidade excessiva consertar.Acidentes de carro, uma briga num bar, uma janela de vidro. Às vezes alguns incidentes transformam partes quase perfeitas dos nossos corpos em outras que desprezamos. Há também os defeitos ´de fábrica´, que nos acompanham desde que nascemos e quase sempre não nos acostumamos com eles. Nesses casos, a cirurgia plástica pode ser uma ótima aliada.



Orelhas



Quando nascemos, nossas mães cuidam muito das nossas orelhas, para que elas não dobrem durante o sono e tornem-se as famosas ´orelhas de abano´. Muitas pessoas já nascem com orelhas maiores, com pontinhas à la Doutor Spock ou abanas.Neste caso, uma das opções para driblar o destino é a otoplastia - uma cirurgia simples que requer anestesia local, internação clínica de poucas horas e exames básicos de sangue. Os ajustes são feitos na cartilagem e na parte posterior da orelha. A sutura percorre a orelha, na parte interna. Como a cartilagem é rígida, o pós-operatório é bastante dolorido, mas o resultado é visivelmente positivo. Não é nada legal ser o Dumbo na infância, adolescência e vida adulta, embora a idade recomendada para passar por uma otoplastia seja depois dos 16 anos.



Nariz



Nariz é personalidade na certa. E nariz bonito é super charmoso, sendo que bonito não quer dizer perfeito. Artes marciais, acidentes de carros ou brigas podem gerar narizes quebrados e feios. Geralmente o osso saliente bem no meio do nariz é que divide esses tais narizes nas categorias ´charmosos´ ou ´feios´. Não é frescura nenhuma fazer uma rinoplastia para lixar o osso quebrado e diminuir o septo nasal em casos da respiração ser comprometida pelo desvio. Nos homens, a rinoplastia é sutil e serve apenas para deixar o rosto suavizado, sem mudanças bruscas ou feições muito delineadas.



Gordurinhas



A lipoaspiração tem ganhado grande porcentagem na preferência do time masculino. Retirar gordurinhas indesejadas em uma cirurgia é o desejo de todos (além de ser muito mais fácil do que ir à academia e se acostumar com o progresso lento). Mas tudo deve ser feito com aprovação e acompanhamento médico. Afinal, a lipo pode ser bem complicada se não for feita por bons profissionais (outras vezes pode também estar ligada a complicações de saúde em cada paciente).Os homens têm muito mais facilidade de perder gordura e têm menos celulite do que as mulheres, fatos que ajudam a adiar a possibilidade de uma lipo. No caso dos homens, um regime feito rigorosamente e seguido por exercícios físicos pode ser mais saudável do que a intervenção cirúrgica. Pra quem quer perder bastante peso, é só aliar os dois: primeiro um regime, e depois a lipoaspiração para remover os excessos.O resultado é mais natural e o procedimento, menos agressivo. Algumas partes do corpo que também podem ser lipoaspiradas, além do abdômen, são virilha, queixo, braços, costas e bumbum. Lembre-se de pesquisar os prós e contras e consultar um médico de sua preferência para tirar todas as suas dúvidas antes de tomar qualquer decisão!



Silicone



O silicone já não é mais uma arma exclusivamente feminina. Muitos homens aderiram ao uso das próteses para definir o peito e a panturrilha. Uma rotina forte de exercícios físicos, como musculação e aeróbico, queima calorias e levanta todos os músculos. A exaustão muscular cessa esse crescimento, retirando toda a gordura da região e deixando apenas a musculatura. No entanto, existem homens que malham muito e não conseguem ‘aquele’ peito perfeito, por isso recorrem ao silicone. Assim como as pernas malhadas que podem ter panturrilhas definidas, ou algumas vezes panturrilhas bem pequenas e magras. O silicone também pode ser implantado na região, deixando as pernas mais torneadas. Talvez um tabu que aos poucos está se desmanchando, a cirurgia plástica masculina não precisa cometer nenhum exagero. A intervenção deve ser leve e moderada. Se algumas mulheres já conseguem ficar com aspecto de bonecas de plástico com tantas incisões, imaginem então os homens...É superimportante escolher um médico conceituado, analisar procedimentos, clínicas e valores. A cirurgia plástica deve vir pra agregar e não para transformar homens que precisam apenas de um retoque em esculturas artificiais. Fica a dica!



Por Mariana Goulart

segunda-feira, janeiro 30, 2012

Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.
Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
Muitos homens arranham, mordem e forçam o seu caminho até o topo da escada, fazendo hora extra e "jogando para o time".
Assim que chegam o topo da escada, porém, chegam a desconcertante conclusão de que a escada deles estava apoiada na parede errada.

SCOTT, 1996

Do livro

Tenho recebido tantas cartas de homens, que reconheceram o quão era importante a ligação que tinham com suas mulheres....somente depois que elas morreram ou os abandonaram. Aliás, há uma grande quantidade de pesquisas indicando que, principalmente no caso dos homens, o casamento proporciona significativamente mais beneficios em termos emocionais, financeiros e de saúde do que a vida de solteiro ou concubinato. Embora o concubinato tenha algumas das vantagens, mas não todas, do casamento, os homens casados desfrutam de uma melhor saúde, de sucesso financeiro e de sexo mais satisfatório-provavelmente por haver mais certeza, senso de compromisso, permanência e interdependência em um casamento.....segurança e conforto.

Do livro: Dez coisas idiotas que os homens insistem em fazer para complicar suas vidas.

PARA REFLEXÃO

 

domingo, janeiro 29, 2012

Homens pensativos e mulheres sorridentes são vistos como sexy

Estudo publicado mostra que homens e mulheres se sentem atraídos por posturas opostas

Reuters

Foto: Getty Images Ampliar

Pesquisadores não souberam explicar porque homens pensativos são mais atraentes

Homens, vocês querem ficar com ar sexy e conseguir aquela garota? Não sorriam demais. Em vez disso, adotem uma expressão pensativa ou um pouco envergonhada. Mulheres, ignorem esse conselho.

De acordo com pesquisadores canadenses, as mulheres acham homens felizes menos sexualmente atraentes do que os homens cujas expressões traem orgulho ou deixam transparecer que eles erraram e têm consciência do fato.

Publicado online na terça-feira (24) no periódico Emotion, da Associação Psicológica Americana, o estudo mostrou fotos de pessoas do sexo oposto a homens e mulheres. Pediu-se aos participantes que citassem suas reações iniciais em termos de atratividade sexual, com base nas expressões que viram.

"Os homens que sorriam foram considerados pouco atraentes pelas mulheres", disse a professora de psicologia Jessica Tracy, da Universidade da Colúmbia Britânica, que dirigiu o estudo.

"Assim, se os homens pensam que sorrir é bom se eles querem ser vistos como sexualmente atraentes, nossas descobertas sugerem que esse não é o caso", disse Tracy.

A reação dos homens foi exatamente o oposto.

"As mulheres que sorriem são muito atraentes. O sorriso foi de longe a expressão mais atraente manifestada pelas mulheres", disse Tracy em entrevista.

Os pesquisadores admitem que não têm certeza porque homens e mulheres reagem de maneira diferente ao sorriso. Em um homem, um sorriso aberto pode fazer com que ele pareça demasiado feminino ou muito desesperado por sexo.

O estudo também corrobora a ideia de que as mulheres se sentem atraídas por "bad boys."

"As mulheres se sentem atraídas por homens como James Dean ou Edward, o vampiro. Os sujeitos que têm falhas, mas que têm consciência delas e se sentem atormentados por isso", disse Tracy.

Os homens também consideraram sexualmente atraentes as mulheres cujas expressões e linguagem corporal sugeriam que elas sentiam vergonha.

Os pesquisadores ressaltaram que analisaram apenas as reações iniciais de atratividade sexual e que não recomendam que os homens adotem uma política de não sorrir em relacionamentos de longo prazo.

"Quando as pessoas buscam um relacionamento de longo prazo, levam em conta muito mais que apenas a atratividade sexual. A simpatia da pessoa é muito importante", disse Tracy.

"Logo, não estamos recomendando aos homens que não sejam pessoas legais."

sábado, janeiro 28, 2012

Barriga feminina chapada não é tão importante para os homens

Apesar do desejável corpo violão, gordurinha extra é bem aceita pelo público masculino

Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG SP


Foto: Getty Images Ampliar

Barriga perfeita é obsessão entre as mulheres

Se você é do tipo que se mata nos exercícios abdominais para ficar com a barriga chapada e fazer sucesso com o sexo oposto, observe esses dados: uma pesquisa realizada pelo Delas, na qual mais de três mil homens responderam sobre a parte do corpo feminino que mais admiram, o abdome ficou em último lugar, com 8% dos votos. O bumbum, campeão absoluto, levou 40% das respostas, seguido pelos seios (35%) e pernas (17%).

Para as mulheres, no entando, a circunferência da cintura parece ser um drama. Segundo o mesmo estudo, com participação de mais de cinco mil mulheres, 45% delas fariam algum tipo de correção na região da barriga – a lipoaspiração ficou em primeiro lugar, com 25% dos votos, e, logo em seguida, a abdominoplastia somou 20% das intenções.

Dono do abdome mais exibido da Rede Globo, o ator Marcos Pasquim analisa outras partes no corpo feminino antes da barriga. “Eu não acho que seja uma parte chamativa. Primeiro vem a boca, as mãos, e por aí vai”, diz ele. Colega de profissão, Max Fercondini concorda: “Fora o sorriso e o olhar, olho o rosto como um todo, e depois reparo nas pernas. Nunca tinha parado pra pensar na barriga; vou até começar a reparar mais”, promete. (Não, Max, continue assim).

Foto: AP Ampliar

Violão de fazer inveja! As curvas generosas da cantora Beyoncé

“As mulheres que estão muito preocupadas em ter um abdome seco não sabem o que realmente atrai os homens”, diz Fernando Gomes, publicitário de 29 anos. “Nunca me desinteressei por uma mulher só por causa da barriguinha”. Para Hélio Andrade, analista de sistemas, 33 anos, o corpo feminino apreciável tem mais a ver com a harmonia das curvas do que com os centímetros da cintura. Uma gordurinha aqui outra ali não incomoda, desde que seja discreta, sem exageros. Segundo o gerente de projetos Daniel Fernandes, 30 anos, no “mundo real”, todas as mulheres têm uma gordurinha no abdome. E incomoda? “Um pouco, mas existem outras coisas que incomodam muito mais numa relação”, diz.

Ironicamente, a opinião dos homens parece pesar pouco quando o assunto é se sentir à vontade com a própria cintura e, por consequência, desejável e sexy. Qual mulher nunca ouviu do namorado a declaração sincera de que “você está ótima!” – e, mesmo assim, continuou cismada com a aparência? Na busca pela barriga de tanquinho, madrinhas de bateria representam sonhos, e o espelho, muitas vezes, um carrasco.

No jogo da conquista, o corpo tipo violão é a preferência absoluta dos homens (35%) – independente de gordurinhas localizadas. Tendo como referência os seios, a cintura tem que ser menor e o bumbum maior. As chamadas marombeiras, com barriga tanquinho e perna musculosa, ficaram em ultimo lugar, com apenas 1% da preferência masculina. Um viva à Beyoncé.

Quero ser seu Deus

Musiquinha muito linda e calminha pra refletir.........



Você se cansa de tentar
Sem lágrimas pra derramar
Frustrado com o eu insiste em orar ao céu
Com sentimento de erguer sua voz ao léu
Lá dentro a fé que agoniza
Razão clamando por justiça
Efeito da dor que cega o seu olhar
E que apaga a cor de um sonho a desmoronar

Coro:
Quero ser a sua visão e acalmar a agonia do seu coração
Quero ser o reflexo polir e cantar
Suavemente pra você dormir
Quero ser sua motivação e manter a união entre a vida e a paz
Quero apenas ser o Deus que tudo faz

Eu sei que pode ser difícil
Mas não conheço o impossível
Estou ao seu lado ouvindo você clamar
Na esperança de você me deixar ajudar

Coro:
Quero ser a sua visão e acalmar a agonia do seu coração
Quero ser o reflexo polir e cantar
Suavemente pra você dormir
Quero ser sua motivação e manter a união entre a vida e a paz
Quero apenas ser o Deus que tudo faz

Final:
Só quero ser Seu Deus

sexta-feira, janeiro 27, 2012

.” Não podia ceder: tinha que ir em frente na minha escolha. (...) As coisas acontecem do jeito que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas vezenquando passa pela cabeça um “ah, podia ter sido diferente...”

CFA

CFA


'Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé.Tudo que é Verdadeiro, volta.'

' E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente... '

"Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos. E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar."

'E decidiu: vou viajar. Porque não morri, porque é verão, porque é tarde demais e eu quero ver, rever, transver, milver tudo que não vi e ainda mais do que já vi, como um danado, quero ver feito Pessoa, que também morreu sem encontrar.Maldito e solitário, decidiu ousado: vou viajar.'

"Podia ser só amizade, paixão, carinho, admiração, respeito, ternura, tesão. Com tantos sentimentos, (...) tinha de ser justo amor, meu Deus?"

"E acrescentou: mas ele está tão longe."

'Por que a única pessoa que pode me tornar realmente feliz está tão longe? Por que hein, Deus?'

“Estou cada vez mais bossa-nova, espiritualmente sentado num banquinho, com o violão no colo. Deus, como eu quero paz.”


obs: clique na foto, é um papel de parede

Martha Medeiros

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Sentir saudade faz parte de um relacionamento a distância.

Por Dr. Thiago de Almeida

Driblar a saudade é um dos maiores desafios do namoro à distância. Ingrid Menezes, 18 anos, de São Bernardo, sente isso na pele há 11 meses. O namorado mora em Ponta Grossa, no Paraná - onde se conheceram duranteviagem com a família - e o casal tenta se ver todos os meses. "É difícil não poder passear no parque e discutir sobre nosso futuro. Sonho com o dia em que as despedidas e o sofrimento vão acabar."Apesar de parecer chata, a saudade ajuda. É prova de que sente a distância do outro e que está se preparando para encontrá-lo. "Na maioria dos casos, é saudável. Não é motivo de afastamento, mas lembrete de que realmente gosta de quem se está esperando", acredita Thiago de Almeida, psicólogo especialista emrelacionamento amoroso.Ingrid afirma que vale a pena cada dia de espera. "A partir do momento que se tem certeza de que gosta da pessoa, qualquer esforço vale a pena." Para ela, fortalece o relacionamento, pois ensina a dar mais valor ao outro. "Faz com que tenhamos disposição de fazer de tudo para que possamos ficar sempre juntos."Todo namoro, seja presencial ou virtual, tem chance ou não de dar certo. Se o casal descobriu que à distância não dá, o jeito é terminar. Em qualquer situação é difícil dizer ao outro que não quer mais, mas é sempre melhor falar a verdade. "A gente pensa demais pelo outro, acha que não vai ter estrutura emocional, mas todos estão acostumados a ouvir não. Levar um fora faz parte da vida", diz o psicólogo Thiago de Almeida.Se não dá para falar pessoalmente não tem problema. O que não pode é manter compromisso que não agrada mais. Diego Martins, 19 anos, de São Bernardo, percebeu que namorar à distância não dava certo para ele e terminou. "É muito difícil, principalmente quando precisamos de um abraço, de ter alguém por perto." Além disso, afidelidade é essencial e ele havia conhecido outra pessoa. "Disse a verdade, pois não queria magoá-lo".Diego conheceu o ex-namorado em uma sala de bate-bapo e o adicionou no MSN. Durante três meses conversaram por horas todos os dias, além de trocar cartas e presentes pelo correio. "Ver a letra do outro é forma a mais de demonstrar carinho." Hoje, tem certeza de que terminar foi a melhor solução. "Encontrei quem me faz feliz e que mora a meia hora da minha casa."

Para Alcançar a felicidade é preciso estar bem com o espelho

Por Dr. Thiago de Almeida

A autoestima, também conhecida como amor próprio, é um sentimento que faz parte da personalidade e deve ser constituído ao longo do desenvolvimento humano. Durante toda a vida, o homem constrói uma imagem de si mesmo que o leva a estabelecer uma confiança em suas capacidades. Uma vez estipulados os seus limites, o convívio com outras pessoas torna-se mais fácil e as chances de ser bem-sucedido em um relacionamento amoroso também tendem a aumentar.
Para o psicólogo Thiago Almeida, a falta de autoestima pode influenciar em diversos fatores, podendo determinar uma pessoa frustrada e infeliz. "Pessoas com baixa autoestima, frequentemente recorrem ao isolamento e quando são 'obrigadas' a interagir socialmente podem causar grandes transtornos. Todo ser humano tem necessidade de valorização positiva e esta é aprendida mediante a interiorização, ou introjeção, das experiências de valorização realizadas pelos outros", explica.
O cuidado para evitar a desvalorização de si mesmo pode começar por se evitar a rigidez com a forma física. A maneira como a pessoa se vê é a base para a construção de uma imagem positiva do que se é. "A autoestima apresenta altos e baixos. Ela se revela nos acontecimentos psíquicos e fisiológicos e emite sinais através dos quais podemos detectar seu grau. Vivemos contemporaneamente, e mais do que em quaisquer outros períodos que nos antecederam, uma cultura do corpo", afirma.
O psicólogo explica que o sentimento está diretamente ligado à felicidade, pois através da autoconfiança, as pessoas se consideram boas, competentes e decentes. Ele garante que a valorização de si mesmo influencia no amor e afirma que alguns autores acreditam que quando uma pessoa tem a autoestima rebaixada nutre ilusões a respeito do que pode esperar dos outros, abriga intensos temores, além de ter uma forte predisposição para manifestar desapontamentos e desconfiar das outras pessoas. "Haveria uma clara associação entre a autoestima rebaixada, consequentemente, a sensação de insegurança e, finalmente, o ciúme", revela.

Tempo

Por Andre Lenz
09/07/09


Sao em momentos precisos de tempo que penso em voce. Naquele unico instante que olho para o alem e me perco em meus proprios sentimentos numa profusao de ideias e pensar.

Por um minuto deixo de fingir que meu sorriso sincero e espontaneo esconde somente a vontade de te ter, nem que fosse por um curto periodo onde somente pudesse sentir no fundo do coracao o amor de verdade.

Deixei meu coracao te criar, te construir, e o melhor das minhas 24 horas eh quando enfim posso dormir e encontrar-te em meus sonhos, linda, perfeita, como sempre achei possivel existir e como sempre fui capaz de pensar amar.

Amor nao daqueles de olhos tao facilmente impressionaveis com uma aparencia exterior regada as vezes de uma beleza futil e inexpressiva. Quando digo amor, digo amor de alma, do profundo sentimento escondido alem do olhar e do sentir. Amor verdadeiro, sabe? Amor de respeito que sempre mergulha no mais puro desejo de querer bem, nao no desejo egoista de ser feliz e sim se contentado somente em fazer alguem feliz. Quer saber????? Essa eh a verdadeira felicidade.

Te procuro nas pernas sedosas e levemente morenas beijadas um pouco pelo sol que parecem veludo ao sentir meus carinhos. Me perco nos cabelos negros lisos que voam com a brisa e caem quase sob meus olhos ao receber seus beijos, ou no arrepiar que sinto em somente sentir teu toque, tua aproximacao, que me faz ouvir um turbilhao de palavras em apenas um profundo olhar, daqueles que nao mente.

Por pensar em voce me alegro, sinto que vale a pena esperar todo esse tempo por ti e que meus momentos soh me fortificam a cada instante para construir meu castelo indestrutivel, construir meu sonho.

Ao mesmo tempo me perco no real e no imaginario tentanto dar vida a algo que talvez nunca encontre mas que se torna real pelo simples acreditar, pela feh!

Quase posso ouvir tua suave voz a me chamar ao acordar, quase posso sentir seu cheiro de cabelo recem lavado ou aquela colonia tao gostosa que te vejo espalhar pelo corpo inteiro antes de dormir.

Meu amor, minha vida, meu sonho.

Dificil me encontrar no meio desta ficcao que me encontro, dificil eh achar no meio deste labirinto imenso a porta da realidade e por isso estou aqui, sentado.

Quero ouvir tua voz, saber que tu existe, saber que procura tambem por mim, mas por enquanto ficarei aqui, observando a beleza da vida que corre ao meu redor e vivendo com extrema intensidade o hoje, porque a cada dia que vivo e naum te encontro eh somente um dia a menos na contagem regressiva pra total felicidade, amor de alma....... e tornando nao meu inimigo, mas meu melhor amigo aquele a quem chamamos de tempo!

quarta-feira, janeiro 25, 2012

CFA


E seria cruel demais para mim lembrar agora que cheiro era esse, aquele, bem na curva onde o pescoço se transforma em ombro, um lugar onde o cheiro de nenhuma pessoa é igual ao cheiro de outra pessoa.

O PRIMEIRO AMOR É O VERDADEIRO

Por Gravatai Merengue

Eis uma tese que defendo ou divirjo, a depender de circunstâncias pessoais ou o contexto em que ela se apresenta. De fato, acho que faz sentido e é bem por aí; ao mesmo tempo, há uma dúvida que talvez seja eterna: quando sabemos que determinado sentimento é EFETIVAMENTE amor?

Sentimos algo violentamente forte, vivemos uma relação, terminamos e ainda continuamos sentindo; mesmo sem gostar da pessoa, temos na memória que aquilo, sim, foi um amor verdadeiro. Alguns casos vêm e vão e corroboram tal “certeza”.

Mas, de repente, pode surgir alguém e o sentimento tornar-se MUITO maior que aquele que, até então, era o que considerávamos o amor-amor. Ou ninguém aqui achou que tivesse conhecido o limite sentimental até que outra pessoa apareceu e surgiu algo ainda mais intenso?

Sim, isso aconteceu e acontece com todos. Então voltemos àquele tempo em que achávamos ter amado... Na hora, diante do que (e de quem) até então conhecíamos e sentíamos, era o auge. Nada poderia ser maior. Uma certeza absoluta que tínhamos. E se quebrou depois. E depois.

Daí que, pela lógica, talvez o PRIMEIRO amor seja mesmo o verdadeiro, o maior, o mais intenso. Mas nunca teremos a completa certeza de que o estamos vivendo ou, por outra, que possa acontecer em nossas vidas algo acima disso, no futuro.

Digo isso do PRIMEIRO porque, quando nos pegamos realmente amando (ou supomos que seja essa a situação), logo vem uma outra certeza-do-momento: “aquilo lá de antes não era amor, isso que é”. E assim criamos um mecanismo lógico/sentimental que determina ser o sentimento mais forte o amor de fato, requalificando os anteriores (ou posteriores menos intensos) de outras formas, com a segurança de que não foram nem seriam amores.

E soma-se a isso a complexidade (quase impossibilidade) de conceituar “amor”. A palavra que representa o sentimento entra naquela categoria na qual figura, por exemplo, “liberdade”. Sabemos o que é, podemos explicar, mas é impossível fechar um único conceito – até porque ambas variam semanticamente para cada um.

Por fim, mais um mindfuck, dos infinitos possíveis: há a chance, claro, de uma segunda (ou terceira, quarta...) relação com determinada pessoa ser no fim das contas aquela a despertar algo bem mais intenso, de modo a configurar, assim, o amor – aliado à certeza de que, antes, por mais que fosse forte, não era exatamente esse amor de agora. E assim por diante.

ps - não tinha foto alguma para o tema "amor", então pus essa da Monica Bellucci porque, bom, acho que representa a contento o tópico ora comentado :D

terça-feira, janeiro 24, 2012

Obrigado

Estamos com mais de 12000 visualizações mês, obrigado a todos.......

Guarulhos

Ainda hoje eu recebo revistas promocionais, brindes de cantores, tudo isso restos da minha antiga agência promocional a Lumecasting. Recebi recentemente o CD promocional do Ataide e Alexandre e achei essa música uma pérola, principalmente na hora que ele xinga Santos Dumont....kkkkkkkkk

Postura de Aceitação

Por Doroty Eaton Watts

1. Face a face. Se você quer mostrar que está interessado em alguém, fixe os olhos no rosto da pessoa que está falando e fique face a face, ombro a ombro.

2. Posição aberta. Uma pessoa amiga conserva as pernas e os braços descruzados.

3. Inclinação para a frente. Você pode comunicar aceitação e interesse, inclinando o corpo um pouquinho na direção da pessoa que está falando. Pense numa partida de futebol. Quando o jogo está “esquentando”, qual é a postura dos torcedores? Eles ficam na extremidade do assento, inclinados para a frente, numa posição de expectativa.Inclinar-se para trás quer dizer: “Não concordo com você” ou então “Não tenho interesse naquilo que você quer dizer” ou ainda “Não quero aproximar-me de você”.

4. Contato do olhar. Para muitos de nós é difícil estabelecer contato através dos olhos. Olhamos em volta da sala, para o chão ou para alguma outra coisa que está acontecendo. Quando não olhamos para o rosto da pessoa, estamos dizendo: “Não estou muito interessado naquilo que você tem a dizer. Eu gostaria de sair daqui o mais rápido possível.”Inconscientemente interpretamos a falta de contato visual como hostilidade. Não ficamos junto de pessoas que se recusam a nos olhar dentro dos olhos.

5. Músculos relaxados. Músculos tensos dizem às pessoas que temos medo delas, que não confiamos nelas. Uma postura relaxada comunica que nos sentimos à vontade com a pessoa, felizes por estar na sua companhia ou que confiamos nela.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Quando

Por Andre Lenz
25/10/09

Quando resolveres me olhar nos olhos ou me encarar a distancia, talvez minha visao jah esteja muito turva e quem sabe numa dessas eu naum possa te enchergar e nem saiba ou queira acreditar que teus olhares se destinam a mim.
Quando criares coragem de pegar em minha mao talvez eu acredite que seja por amizade ou mesmo como um ato sincero e amigavel de uma pessoa que somente me queira bem, nada mais.
Quando sentires um frio ao me ver talvez eu jah esteja aquecido por um outro sonho, por um outro pensamento mesmo que pequeno que me deixe frio o suficiente para lhe dar apenas um oi ou um aceno de longe.
Quando perceberes a minha presenca, o que sou, quem sou e com isso acreditar em mim talvez jah seja tarde e receberas apenas a minha mais fiel amizade, um sentimento destituido de libido que conformou-se em nao sentir.
Quando quiseres escrever uma carta linda com seus sentimentos e mais profundos desejos, talvez eu tenha mudado meu endereco e sem te avisar nunca retornarei e tu ficaras na certeza de eu ter lido e nao te respondido quando apenas eu li.
Quando resolveres me libertar do meu mundo fechado e bater no meu coracao, talvez ele jah esteja perdido ou encontrado, sem amor ou sofrimento lutando apenas para bater.
Quando quiseres realmente deixar o mundo saber o que sentes por mim talvez seja tarde, talvez eu naum possa sentir o mesmo por voce, simplesmente porque o tempo passou, escorreu e se foi num segundo apenas, muito menor do que a duracao de um beijo.
Portanto estou aqui, esperando um carinho seu, um beijo roubado, um reconhecimento minimo de quem sou, que me torne diferente, mas que na verdade voce me torna diferente, nao por ser melhor que o mundo, mas no seu mundo ser melhor pra voce.
Quando tiveres coragem, quando quiseres arriscar, quando juntares tua forca minima e quase extinta, eu te prometo que te ampararei em meus bracos, te deitarei na grama verde, e me entregarei ao mais ardente beijo, nao meu primeiro beijo, mas meu ultimo beijo, meu ultimo amor, pois naum tenho mais forcas por lutar, nao curei todas as feridas abertas e por isso fico aqui esperando, por isso entenda que somente espero o quando......

domingo, janeiro 22, 2012

Ponha fim na relação sem descer do salto






Fim do relacionamento, com elegância


Aceitar que o amor chegou ao fim não é nada fácil. É comum querer manter a relação e evitar que a história acabe. Porém, nem sempre é possível. Quando isso acontece qual é a melhor forma de sair desta saia justa sem perder a elegância?


O que mais causa situações constrangedoras são os comentários a respeito dos motivos da separação. A consultora de etiqueta e boas maneiras Sofia Rossi conta que é comum amigos e familiares ficarem curiosos pelos motivos que levaram ao rompimento. “A elegância está na atitude de não revelar a intimidade para as outras pessoas e, se puder, evitar contar os mínimos detalhes, é melhor. Discrição e educação acima de tudo!”, diz.


Quando decidir avisar que está solteira, faça de forma breve. Evite dar muitas explicações. Segundo Sofia, falar sobre a vida pessoal aos quatro cantos não é recomendado, pois nunca se sabe como as noticias chegarão aos outros ouvidos. Portanto, discrição sempre. Ao invés de dizer que não deu certo, diga que deu por algum tempo, mas que agora não estava dando mais.

Conter os comentários dentro da própria família não é fácil. Os parentes, em geral, interferem uns na vida dos outros. Convém impor um limite para isso e não permitir que eles deem palpite ou comentem sua intimidade. “Caso a situação passe do seu limite, é melhor sentar, conversar com quem está interferindo demais e explicar que não gosta disso, que a vida é sua e cabe ao outro respeitar isso”, sugere a consultora.


Outro momento muito delicado é quando a discussão com o ex envolve dinheiro ou bens. O ideal é dar um tempo, esperar a poeira abaixar e, com a cabeça fria, discutir certos pontos. “São assuntos que não parecem tão importantes, mas saber quem vai sair de casa, quem ficará com o cachorro, os discos, os livros, os filmes etc. é primordial” alerta Sofia Rossi.


Se o papo não for tão tranquilo como gostaria, tente manter a calma. Jamais desça do salto. “A mulher elegante sai de certas situações com educação e delicadeza. Ao invés de demonstrar insatisfação é melhor conversar, já que sem diálogo não se chega a um denominador comum”, lembra.


Sofia Rossi tem algumas dicas de como passar pela crise sem perder a elegância:


- Evite despejar as suas insatisfações, aquilo que estava guardado há anos e ressentimentos, todas de uma só vez
- Evite brigar e xingar a outra pessoa em público, principalmente em seu ambiente de trabalho.
- Não adianta quebrar as coisas do ex num possível momento de raiva.
- Não se deve brigar com a atual companheira do ex, muito menos ofendê-la.
- Telefonar insistentemente e fora de hora para conversar também não é elegante.


Por Redação Bolsa de Mulher

Pessoas, não morri não.....rs...fiquei sem acesso a internet neste final de semana, por isso o sumiço, e olha que tentei viu? Bom....segue teaser do livro pra quem ainda não viu.....o livro pode ser comprado nas livrarias Curitiba, está em promoção....... rs....


quinta-feira, janeiro 19, 2012

Ser ou não ser

Por Marco C. Leite

"To be or not to be" em Hamlet do mestre Shakspeare.


As pessoas buscam tantas coisas nessa vida que acabam se perdendo dentro de si mesmas. As vezes buscamos explicações, buscamos razões, buscamos tanta coisa que nos indique quem somos nós que acabamos deixando de lado nossa definição mais trivial e também aquilo que mais fala sobre quem sou eu. Nosso próprio nome.


Nosso nome não diz muito da gente, mas diz sobre quem sou eu. Diz que há alguém que existe para um outro e que neste existir para alguém espera-se algo dele, tanto de quem existe, quanto do outro que me permite existir.

É interessante ver como dizer o nome de alguém pode mudar toda a história de um objeto, animal, ou mesmo e principalmente, de uma pessoa. É interessante saber que as pessoas que mais marcam nossas vidas são aquelas que de uma forma ou de outra, jamais esqueceremos seus nomes. Podemos esquecer quem são, o que fizeram, ou ainda nem sequer lembrar da voz, da fisionomia, ou do porque que ela foi um dia importante, mas seu nome, é muito mais díficil de ser esquecido.

Lembro-me do nome de duas professoras que tive. Uma delas pegava muito no meu pé e eu a odiava. Era professora de português e como eu odiava aquela mulher que todo dia brigava comigo porque eu não fazia a tarefa. Final do ano lembrei-me de estar feliz porque ganhei uma estrelinha por uma "redação" que eu havia escrito. E hoje meus amigos, só lembro-me do nome dela, Patrícia.

Seu nome me remete a uma parte de minha história. Claro que o nome não quer dizer que seja ela, mas por alguma razão o nome dela condensa todo o ser que ela foi pra mim naquele momento.

É o nome que procuramos desesperadamente lembrar quando encontramos alguém na rua.

Quando alguém não lembra nosso nome, ficamos sentidos, parece que não significamos nada, ou que fizemos muito pouco na vida do outro. É sempre ao nome que estão ligados uma série de sentimentos bons e ou ruins que guardamos. Alguns dizem "Não quero nem ouvir o nome de fulano".

É esta parte de nós, parte falada, que nos define enquanto pedaço de história na vida do outro, enquanto alguém que é, que existe e que também ocupa um espaço, mais ou menos bem difinido, na linha do tempo.

É legal pensarmos o nome como uma continuidade genética. Passada de pai para filho, diferente do DNA este é visível. É o nome que nos identifica com uma causa, por exemplo quando estamos em um grupo e damos um nome ao grupo, muitas vezes nos identificamos tanto com a causa que aquele grupo passa a ser nosso sobrenome. Assim era feito na idade média com Dom Luíz de Bragança, por exemplo, ele é o Luiz que veio de bragança, pronto, tá aí o nome definindo quem é e da onde veio, e o que faz (dono de bragança).

Mas o nome é só um conjunto de letras que produz um som ao ser enunciado.

"O significante (nome) é apenas o som da palavra esvaziado de sentido, como uma palavra estrangeira desconhecida ou o nome próprio que, embora designe, nada significa. Se não se conhece ninguém que responda por aquele nome próprio..." (Quinet, A. "A descoberta do inconsciente")

É isso mesmo, assim como os nomes nos designam, nos colam a uma representação gráfica e também a uma representação de um som, eles nada significam, nada falam de quem o possui, ao não ser que quem o possui chama-se fulano ou beltrano.

O nome pode falar, pode representar, mas acima de tudo diz de alguma coisa, de alguém, mas sempre ligado a minha história, ao que eu compreendo por aquele significante, por aquele nome.

Isso faz uma diferença danada quando quando pensamos sobre a identificação e a dificuldade das pessoas serem de forma diferente, de mudarem, de serem alguma outra coisa diferente daquilo em que estão acostumadas a ser.

Albert Einstein

'A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho
original.' (Albert Einstein)


'A imaginação é muito mais importante que o conhecimento..' (Albert
Einstein)


'Um raciocínio lógico leva você de A a B. Imaginação leva você a
qualquer lugar que você quiser.' (A lbert. Einstein)

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Eternos namorados, com ou sem casamento



Algumas pessoas preferem continuar o namoro para sempre, e mesmo assim, viverem um grande amor, terem filhos e poderem ou não morar em casas separadas. Para algumas, o casamento pode representar um peso ou estragar a leveza que existe nesse relacionamento.
Imaginar que o casamento em si, a certidão, ou qualquer que seja o símbolo, como alianças, por exemplo, representarão uma segurança maior, é pura ilusão.

Há também quem não se case por falta de dinheiro ou pelo trabalho que dá, porém, o maior motivo fica por conta de querer mesmo. Dinheiro é algo exato, que se resolve com prazo e trabalho. Já um estilo de viver com alguém pode custar bem mais caro em termos afetivos.
Viver com prazer é melhor do que qualquer outra convenção social, do que qualquer casamento, ou namoro. O que importa mesmo é ser feliz e fazer alguém feliz.
A psicóloga Rebeca Fischer possui um texto sobre felicidade no casamento e pelo que notamos tem tudo ver com convivência, independente de ser dentro de um casamento ou de um namoro. De qualquer forma, as divergências e brigas existem, mas o que permanece é a vontade de estar junto.
A psicóloga comenta sobre o que vê em dia cotidiano de trabalho: "Tenho conversado com pessoas que buscam aflitas a certeza de estarem escolhendo a pessoa certa. Bem, certa para quê? Certa para quem? Parece bobagem mas algumas pessoas ainda se preocupam em agradar amigos e familiares e esquecem de perguntar se conseguem imaginar interessadas por esta pessoa mesmo após a paixão passar".
E para quem nutre ilusões, vale a pena viver a realidade, que pode até trazer para você alguns desafios. A maior surpresa pode ser superá-los ao lado de alguém que se escolhe para viver sem exigir perfeição.

Rebeca Fischer explica: "Não, não quero tirar a sua ilusão, não quero te dar um banho de água fria e dizer que tudo isto é bobagem. Tudo isso é muito importante para manter acessa a chama do amor. Na paixão, você não se preocupa com isto, pois as labaredas que mantêm o calor parecem infinitas. Mas elas apagam se não forem cuidadas. E é importante lembrar que roupa suja, pia cheia de louça e poeira na casa te acompanharão. E, se você estiver preparado, seu dia a dia pode ser intenso mesmo tendo que investir num pouco de trabalho a mais".




Por Giseli Miliozi

Compartilhe seus momentos romanticos com o mundo



"O amor verdadeiro tem um começo, mas não um final." É com essa frase romântica que os internautas são recebidos no site do projeto "True Love in Pictures", lançado pela joalheiria Tiffany & Co -a mesma de Bonequinha de Luxo - em parceria com os blogueiros fashionistas Scott Schuman e Garance Doré, para os casais de apaixonados.

Inspirados pela aproximação do Valentine\'s Day - dia dos namorados nos EUA - a proposta é contar por meio da fotografia em ações digitais as histórias de amor verdadeiro espalhadas pelo mundo a fora.
Para isso, foram criados um blog e um aplicativo para celular onde os casais poderão compartilhar os momentos mais bonitos e até mesmo simples da vida a dois, com fotos e frases. Você também pode adicionar o seu caso de amor no mapa, Love Is Everywhere. Além disso, o aplicativo para celular permitirá que os usuários escolham modelos de aliança e escute playlists com músicas para embalar o clima romântico.
Para dar início ao projeto o casal Scott e Garance visitaram cidades como Paris e Nova York e fotografaram casais nas ruas em situações apaixonantes. As fotos já podem ser conferidas no site do projeto e a partir do dia 23 de janeiro, o público também poderá compartilhar seus próprios momentos.

Além de romântica a tarefa também será divertida, pois a cada semana um novo tema será dado. Use a criatividade e compartilhe aqueles momentos que você quer guardar para sempre na memória. A sua história pode inspirar muitos outros casais!



Por Mariana Benjamim

É só pô-Lo à prova

A fim de captarmos as respostas de Deus às nossas orações, precisamos construir um relacionamento com Ele. Isso não é automático. Já ouvi e li acerca das experiências de muitas outras pessoas com Deus, e finalmente percebi que tudo o que precisava fazer era submeter Deus à prova. Foi o que fiz. Quando orava a Deus, isso constituía parte natural do meu relacionamento com Ele. Sentia-me à vontade, indo a Deus com minhas necessidades, preocupações e quaisquer questões daquele momento da minha vida.

Pedi ao Senhor muitas coisas, e Ele as concedeu. Por exemplo, se eu desejasse acordar cedo pela manhã, por qualquer razão, orava antes de dormir: “Querido Deus, Tu sabes qual é o meu programa para amanhã. Por favor, acorda-me com um tempo razoável que me permita preparar-me para o meu compromisso.” De modo surpreendente, eu acordava justamente no tempo certo para fazer os preparativos de acordo com o compromisso do dia. Deus é maravilhoso, e devemos revelar confiança em Sua palavra quando nos aproximamos dEle.

A Bíblia diz que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve.

Leciono uma matéria na faculdade de ciências do comportamento na Universidade do Sul do Caribe. Eu disse aos meus alunos que, se eles orassem antes de começar a estudar para uma prova, o Senhor os levaria a concentrar-se nas áreas exatas que a prova cobriria. No fim do semestre, alguns dos alunos testemunharam que isso funcionou para eles.

Conta-se a história de um homem que pediu a Deus uma flor e uma borboleta, mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta. O homem não entendeu. Depois de algum tempo, ele foi dar uma olhada no seu negligenciado pedido e, para sua surpresa, sobre o cacto espinhento e sem graça havia uma bela e vistosa flor, e a repugnante lagarta havia se transformado numa linda borboleta.

Deus sempre faz as coisas da maneira certa. O caminho dEle é sempre o melhor, mesmo que pareça totalmente errado. Você pode ter a certeza de que Ele sempre lhe dará aquilo de que você precisa, no momento certo. Aquilo que você deseja nem sempre é o que você precisa. Deus nunca falha em atender as nossas petições; portanto, continue indo a Ele sem duvidar nem murmurar. O espinho de hoje é a flor de amanhã. Deus concede o melhor àqueles que deixam as escolhas por conta dEle, pois Ele faz tudo formoso no seu devido tempo (ver Eclesiastes 3:11).


Carol J. Daniel

terça-feira, janeiro 17, 2012

Convivência no casamento

Convivência no casamento

O casamento e a convivência entre marido e mulher são assuntos que nós nunca cansamos de discutir, seja para falar de nossas próprias atitudes ou as de nossos parceiros, que muitas vezes não nos agradam muito.

O Vila Dois foi procurar um especialista para tentar desvendar alguns mistérios sobre o tema.

Publicidade

O psicanalista, autor de vários livros e artigos sobre masculinidade, paternidade e cultura contemporânea, Sócrates Nolasco, respondeu algumas perguntas sobre o tema. Confira:

1) É mais fácil para o homem que morava sozinho se adaptar às tarefas domésticas do dia-a-dia e ajudar a esposa do que para um homem que morava com a mãe e tinha sua refeição pronta todas as noites?
Incorporar tarefas domésticas como parte de uma rotina que faz da vida adulta é um aprendizado que começa na infância. Isto serve tanto para homens, quanto para mulheres. As pessoas se tornam adultas na medida em que aprendem a cuidar delas mesmas, bem como das escolhas que fizeram na vida, sejam elas profissionais ou afetivas.

Para um adulto, a casa representa um lugar no mundo onde ele descansa, se alimenta, mas sobretudo onde produz sonhos e elabora desejos. Ela pode ser expressão de intimidade, autonomia e de algo novo. Todavia, existem pessoas, mães e filhos, que desejam manter tudo como está, pesando que assim não correrão riscos.

Para tanto, eternizarão uma "brincadeira" apreciada na infância: a de mãe e filho(a).

2) Os homens estão mais participativos nas tarefas domésticas? Alguns ainda se sentem incomodados por acreditar que essas sejam funções femininas? Por quê?
O incomodo se caracteriza mais por serem tarefas que não tem fim, ou são repetitivas e pouco criativas, do que por ser de mulher. Alguns homens dizem que existe sempre algo melhor para fazer do que executar uma rotina doméstica.

Os homens de hoje são mais participativos quanto às rotinas da casa do que foram seus pais. Isso pode não estar à altura do que deseja uma mulher, pois elas se sentem sobrecarregadas.

Contudo, a carga que elas sentem por conta da dupla jornada na maioria das vezes atribuída a
pequena participação dos homens, também diz respeito ao modelo social que atravessa os casais de hoje, exigindo muito dos mesmos. Com isto, desenvolveu-se a crença de que fazendo mais se terá segurança no emprego, na família e na educação dos filhos. Isto é impossível!

No Brasil, os meninos participam muito pouco das tarefas domésticas, e atualmente as meninas também. Podemos imaginar como será a casa de ambos quando crescerem se até lá não existirem as empregadas domésticas.

3) Algumas vezes a mulher, por ter mais familiaridade com a dinâmica da casa assume o papel de "mandona", dá ordens todo momento de como ele deve cuidar do espaço que é comum aos dois. Essa atitude está correta?
O poder sempre interessou a homens e mulheres. Não temos dúvida disso se observarmos a cena publica. A questão é que ela também se coloca no âmbito privado. Durante a história, a casa pertenceu a uma mulher. Tudo que nela existe ficou associado ao feminino. Arrumar, lavar, cozer, enfim isso é uma demarcação de território e espaço.

Acreditou-se até que há uma identidade, um jeito que é próprio de mulher associado a ela. Certa vez, um homem me contou uma historia sobre sua sogra. Ela percebendo que ele cozinhava bem, sabia cuidar da casa, vestir e pentear os filhos, lhe disse:
- Você deveria ter nascido mulher!

Quando há xingamentos ouvimos: "seu filho da mãe!" Do mesmo modo que o filho é uma posse, um bem que coube a mulher na partilha do mundo, tudo o que está na cena publica pertence aos homens. Muitos juizes e juizas ainda entendem as coisas deste modo quando dão a guarda às mães.

Essa visão de mundo faz parte de um conjunto de crenças que limita e empobrece a experiência humana.

4) Por que quase nunca parte do homem a iniciativa de ajudar nas tarefas do lar?
Primeiramente, porque nunca se esperou isso de um homem. As famílias não educam os meninos acreditando que isso tenha um valor positivo para eles. Portanto, eles não se identificarão com isso.

De um homem era exigido que ele protegesse, provesse a família existisse. Disseram para eles que se desempenhassem bem seu papel teriam a recompensa de serem eternamente amados. Mas esse prêmio nunca chegou. E os homens foram atrás dele em outro lugar. Amantes, amigos de bar, trabalho, era importante acreditar que seria possível encontrá-lo, pois junto ao reconhecimento estaria a estima de seu valor. O lar pertence à mulher, não há quem diga: "mãe é mãe!" E o pai? A cultura precisa inventar um outro modelo de família para ser divulgado e valorizado além da cena publicitária.

5) Alguns homens brincam dizendo que casamento é sinônimo de fim do sexo. É verdade? Por que alguns pensam assim?
No casamento o sexo pode coroar uma relação de intimidade. Essa conexão está presente em diferentes histórias que eu apresento em meu ultimo livro: O Primeiro Sexo.

O sexo é subutilizado quando empregado para aplacar angústias, conter medos, confirmar identidades, reparar sofrimentos ou promover vinganças. Na literatura ele já esteve associado à traição, morte, guerras, e ao impossível. Nos dias de hoje, é grande o interesse que se tem por ele, sendo difícil saber se ele nos liberta ou nos escraviza?

No casamento, quando um homem se sente amado, querido e valorizado, o sexo com sua mulher melhorará, pois neste contexto ele gera alegrias. Do contrário, se transforma em uma loteria, cuja função é tentar encontrar o amor que falta.

Posto desta forma, quanto mais sexo eles fizerem, maiores serão suas chances serem reconhecidos. Mas, na medida em que isso não ocorre o casamento se transformou no evento que extinguirá o sexo, não pelo sexo em si, mas sobretudo, porque o casamento não lhes trouxe o amor.

Há homens e mulheres que não sabem o que é amar, e possivelmente viverão sem adquirir a sabedoria necessária para tal. Isto porque só conhecem o valor do amor aqueles que se sentem bem amados. O sexo mecânico ficou como um prêmio de consolação para os que são acompanhados freqüentemente pelo sentimento de perda do amor.

6) O que muda na cabeça do homem ao casar? Depois que casa, do que ele sente mais falta?
Possivelmente sente falta do que esperava encontrar. Quem não está casado consigo mesmo dificilmente conseguirá se envolver nessa empreitada. O casamento sempre foi um desafio para homens e mulheres. A humanidade precisou dele para avançar e para isso não poupou esforços para cercá-lo com um cinturão moral e religioso. Na medida que esse cinturão foi retirado podemos perceber que dificuldades são essas, elas não são um privilegio de nosso tempo.
A perda de fé no casamento tem mais haver com aquilo que ele propicia ao casal enxergar: suas limitações, seus desafios e frustrações. O casamento é apenas uma experiência que para ser satisfatório dependerá do que cada um traz na bagagem pessoal.

A mulher chega no casamento pensando que agora ela terá um novo começo para sua vida. Para um homem ele representa a conclusão de um caminho.


O sentimento de perda pode estar associado às expectativas impossíveis de serem realizadas, as incapacidades de se lidar com problemas da vida e sobretudo, pela falta de certeza de que se é verdadeiramente amado. No casamento, só o sexo pode conter a intensidade do amor.

Por Larissa Alvarez

Resgatada por Causa da Covinha

(história real)

A mãe conhece. Mesmo depois de muitos anos, a mãe ainda conhece o filho.


Em 24 de janeiro de 2004, Luz Cuevas participou de uma festa de aniversário na Filadélfia, Estados Unidos. Com um único olhar para a menina de 6 anos de idade e de cabelos negros, viu a covinha em seu rosto e soube.


“Quando a vi, soube que era minha filha”, afirmou Cuevas, que não é muito fluente no inglês. “Senti vontade de abraçá-la. Queria fugir com ela.”


Luz Cuevas nunca aceitou o que todo mundo já havia aceitado: que Delimar Vera, de apenas dez dias de vida, sua única filha, havia falecido em 15 de dezembro de 1997 durante um incêndio na casa da família. O corpo do bebê nunca havia sido encontrado. Apesar de o incêndio ter sido controlado em dez minutos, o quarto de Delimar fora destruído e os investigadores concluíram que o calor e as chamas intensas haviam consumido o corpo.


Mas a mãe duvidou. Primeiro, ao entrar no quarto, viu o berço vazio. Segundo, a janela do quarto da criança estava aberta, mesmo sendo uma tarde fria de inverno.


Além disso, não podia se esquecer do estranho comportamento de uma conhecida da família. Essa mulher apareceu várias vezes após o nascimento do bebê dizendo estar grávida. Após o incêndio, no entanto, as visitas pararam de repente.


Agora, seis anos mais tarde, Luz Cuevas olha – e sabe. “Disse para a minha irmã: ‘Olhe; ela é a minha filha’”, relatou a um repórter.


Mas era preciso provar. Durante a festa, ela disse à menina que havia chiclete grudado em seu cabelo e puxou cinco fios. Embrulhou-os num guardanapo, depois numa sacola plástica e trancou-os num lugar seguro em casa. Em seguida, entrou em contato com as autoridades.


“Por causa da televisão, sabia que era preciso fios de cabelo para fazer o teste de DNA”, Cuevas declarou.


O teste de DNA confirmou que a menina de 6 anos de idade com a covinha no rosto, chamada Aliyah, era de fato Delimar Vera.


Exatamente como Deus. Porque Ele nunca Se esquece. Ele conhece.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Educação sexual em casa

Educação sexual em casa

Com a facilidade no acesso à informação, muita coisa que antes ficava velada ou nem era comentada agora vira tema recorrente. O sexo, por exemplo, passou das conversinhas e burburinhos à overdose de dados com ajuda da internet e da televisão.

Aí, as perguntas que surgiam apenas depois dos 14, 15 anos, já pipocam bem antes.

Com tanto apelo por parte de todas as mídias, são os pais que precisam mudar de estratégia. Esconder um assunto ou mentir não funciona mais, já que no primeiro clique é possível elucidar qualquer questão. O problema é saber como fazer. Sem ter passado pela mesma situação quando crianças, pais e mães precisam aprender como lidar com o tema sexo dentro de casa.

Uma das sugestões da professora Rejane Façanha, psicopedagoga e especialista em educação sexual, é respeitar a idade na hora de apresentar as respostas. Mas, mais do que isso, é preciso se mostrar aberto às possíveis dúvidas que os filhos tiverem - para que eles venham perguntar em casa (e não recorram ao computador, por exemplo). "Com esta abertura os pais criam maior proximidade com seus filhos, facilitando a orientação durante a adolescência e prevenindo agravantes da falta de informação, inclusive situações de abuso sexual e gravidez indesejada", ressalta.

A mídia (e a escola) trata do tema quase sem tabu hoje - mesmo que muitas vezes superficialmente. Mas em casa, a coisa ainda é complicada. Vale então a dica de Rejane para que o diálogo comece ainda na infância. "A abertura logo cedo facilita a naturalidade da abordagem, como um processo comum", afirma. Dessa forma fica mais fácil questionar e introduzir valores. "Os pais precisam saber que a educação sexual de seus filhos não é uma questão separada da educação como um todo e que ela começa quando o filho nasce. Dedicar-se a ela quando os filhos são adolescentes pode ser tarde demais".

Uma boa forma de entrar no assunto em casa e a partir de alguma cena ou exemplo, pode ser de filme ou novela, e aí sim, questionar a temática. Quem se considera totalmente inseguro para tratar do assunto precisa ir atrás de informação também, em livros e revistas. Mas, em situações delicadas e perguntinhas "indiscretas", o que fazer? Rejane alerta que mentir e disfarçar não são atitudes indicadas.

Observe antes de onde vem a pergunta e restrinja-se a ela para, a partir daí, progredir com base no que a criança conhece. "É muito importante que a ela encontre as respostas em casa e que tenha este canal com a família. Se não tiver seu questionamento respondido em casa, irá buscar outras fontes como informação e estas nem sempre são as mais aconselháveis".

O que os pais precisam deixar de lado é seu próprio tabu de que conversar sobre o assunto pode estimular a prática. "Educação sexual transmite informações seguras para a formação do indivíduo e contribui para uma geração mais consciente, tanto do seu corpo quanto dos seus limites", alerta Rejane. Então, faz parte da formação como cidadão e a conscientização sobre o próprio corpo, limites, riscos e até valores. Um estudo da Organização Mundial da Saúde revela, inclusive, que as crianças que passaram por educação afetivo-sexual tendem a ter relações mais tarde.

Por Sabrina Passos (MBPress)

........

Mulheres fracas escolhem homens aparentemente fortes (e, depois, reclamam do controle), a fim de se sentir seguras e protegidas- e são tão dependentes dessa dinamica, que se tornam ferozes e punitivas diante de qualquer demonstração de "fraqueza"de seus homens, que é uma ameaça ao conjunto do seu próprio bem estar. Isso fortalece a falsa virilidade unidimensional de seu homem; isto é, o solitário emocional.

(do livro 10 coisas que os homens insistem em fazer para complicar suas vidas)

domingo, janeiro 15, 2012

CFA


Resulta que, dependendo de decisões alheias — e isso me irrita muito — não posso me mover. Fico até não sei quando.


Era isso — aquela outra vida, inesperadamente misturada à minha, olhando a minha opaca vida com os mesmos olhos atentos com que eu a olhava: uma pequena epifania.


Repito: Que seja doce. Sete vezes pra dar mais sorte: Doce, doce, doce, doce, doce, doce, doce…

Não importa quanto vá durar – é infinito agora.

O Amor está mudando......

Para a psicanalista Regina Navarro Lins, a sexualidade e a forma do brasileiro se relacionar estão passando por uma transformação: é o fim do amor romântico

Júlia Reis, iG São Paulo

Um dilema entre os desejos de estar sempre junto e de liberdade. É o que vivemos nos relacionamentos amorosos atuais, segundo a psicanalista Regina Navarro Lins. Para ela, as pessoas enfrentam cada vez mais conflitos entre as exigências de um namoro ou casamento – como monogamia e controle - e seus os desejos individuais. Ainda de acordo com a especialista em relacionamentos com quase 40 anos de experiência, a tendência é de que os envolvimentos fiquem diferentes no futuro próximo, com cada vez menos fusão do casal, exclusividade sexual e ciúmes.

Esse cenário do comportamento amoroso e sexual dos brasileiros é apresentado no livro “Cama na Rede - o que os brasileiros pensam sobre amor e sexo” (Editora BestSeller), que chega às livrarias em dezembro. Nele, Regina comenta o resultado de 50 enquetes sobre o tema feitas com leitores de seu site entre 2000 e 2009.

Foto: Celso Pupo/Fotoarena

Regina Navarro Lins: "Sexo é sexo e amor é amor"

Colunista do Delas, Regina Navarro Lins fala ao site sobre a nova forma de amar:

iG: A pesquisa apresentada no livro aponta quais grandes alterações no comportamento sexual e de relacionamento dos brasileiros?

Regina Navarro Lins: O amor romântico começa a sair de cena, felizmente. Ele é calcado na idealização do outro, na ideia de que os parceiros se completam, de que quem ama não sente desejo por mais ninguém. Hoje vivemos um momento de busca da individualidade, que não é egoísmo, e sim poder realizar desejos e projetos sem depender do outro. Antes a ordem do amor era fazer sacrifícios - e era a mulher quem fazia. Hoje a pessoa pode não estar a fim de permanecer na relação se ela não trouxer um crescimento individual. Claro que cada um escolher como viver, mas acho que a maioria não vai mais querer se fechar na relação a dois. O amor romântico de ficar grudado parece bom, mas a maioria vive mal e o sexo no casamento é uma tragédia, né?

iG: Então o amor sem a ideia de complementaridade muda o casamento como conhecemos?

Regina Navarro Lins: O casamento pode ser ótimo, mas para isso é necessário que as pessoas reformulem as suas expectativas a respeito da vida a dois. Se vocês acham que se completam, que nada mais no mundo interessa e só o outro te satisfaz, o casamento não vai funcionar bem porque não é real.

iG: Então ficar muito junto ou muito seguro é o que esfria o sexo no casamento? E há como resgatar a química na relação?

Regina Navarro Lins: É a excessiva intimidade, familiaridade. Mas o grande vilão do tesão no casamento é a exigência de exclusividade. O casamento vira uma dependência emocional entre pessoas. Se você sabe que seu marido não sai do seu pé, não larga de você, ele vira um irmão e não tem mais estímulo para desejar. O mínimo de insegurança é necessário para que o tesão continue. Tenho consultório há 37 anos e nunca vi um casamento com controle no qual as pessoas realmente estejam bem.

iG: Muita gente afirma que o ciúme faz parte do amor, 44% das pessoas na pesquisa concordam com isso. Essa é uma insegurança positiva ou negativa na relação?

Regina Navarro Lins: É maléfico. Desde que nascemos aprendemos que quem ama tem ciúme. Já cansei de ver gente que se preocupa quando o parceiro não sente ciúmes. É um cacoete, um hábito que as pessoas precisam largar, porque é muito limitador pra quem é alvo e pra quem sente.

iG: Então as relações extraconjugais podem ser aceitas em um relacionamento? Mas as pessoas não se sentem desrespeitadas ou magoadas quando isso acontece?

Regina Navarro Lins: A exigência de transar só com uma pessoa é difícil de cumprir. Temos muitos estímulos. Só que não transam com outros para não magoar, dentro de uma mentalidade moralista. É óbvio é que as relações extraconjugais acontecem em maioria porque variar é bom, todo mundo gosta.

Mas as pessoas dizem que isso acontece porque a pessoa não ama a outra. E daí vem o sofrimento atroz. Se você é amada ou desejada, o que o outro faz quando não está com você não interessa. Acho importante refletir sobre essa questão. As mentalidades têm que mudar e as pessoas precisam entender que fidelidade não é importante para ser amado, para a relação dar certo. Quem ama pode transar com outras pessoas. É uma ficção achar que as pessoas vão estar muito satisfeitas transando com a mesma pessoa por 30 anos. Quem quer comer a mesma comida, usar a mesma roupa todo dia?

iG: Em uma das perguntas apresentadas no livro, mais de 70% das pessoas dizem que sexo sem amor pode ser ótimo. A limitação para fazer sexo sem estar em um relacionamento parece ser mais moral, portanto, já que o desejo existe para a maioria?

Regina Navarro Lins: Criou-se uma ideia para as mulheres que sexo tem que estar ligado ao amor. Para homens nunca disseram isso. Podemos ter sexo ótimo amando ou com alguém que acabamos de conhecer.

Foto: Divulgação

A cama na rede - O que os brasileiros pensam sobre amor e sexo 434 páginas R$ 39,90 Editora BestSeller Editora BestSeller

iG: Mas a mulher com essa postura mais aberta de relacionamento não afasta os homens? Porque segundo o seu levantamento, 68% das pessoas dizem que eles se assustam quando elas são experientes.

Regina Navarro Lins: Sim, eles ficam temerosos. Homem não se assusta com a mulher independente financeiramente, com sucesso profissional. Ele se assusta com a mulher autônoma, liberta dos padrões de comportamento. É a mulher experiente, que não está mais presa naqueles estereótipos definidos de ser frágil, não fazer sexo no primeiro encontro.

iG: E de maneira geral a sociedade está preparada para essas mudanças, para abrir mão da exclusividade sexual com o parceiro e investir na individualidade?

Regina Navarro Lins: A sociedade não estava preparada para o divorcio na década de 50 e olha como está agora. Os casais caretas sempre existiram e fazem parte de uma minoria.

Eu Adoraria se ela......

Blog - Resultado: eu adoraria se ela...

08/04/2011

por Bella da Semana

A última enquete do Bella da Semana perguntou aos marmanjos de plantão: o que você adoraria que ela fizesse?

Como era de se esperar, a maioria de vocês, mais de 44%, respondeu que gostaria que a gata liberasse a retaguarda com mais frequência. As moças estão difíceis mesmo, hein?!

Em segundo lugar, com pouco mais de 18% dois votos, ficaram aqueles que gostariam que as companheiras acertassem o jeito de excitá-los. As reclamonas receberam 15% dos votos da galera, o que quer dizer que os caras adorariam que as mulheres parassem de reclamar de tudo o tempo todo.

Em empate técnico ficaram aqueles que gostariam que as moças fossem mais carinhosas e aqueles que prefeririam uma companheira mais rebelde e não tão certinha assim, cada qual com pouco mais de 7% dos votos.

Com 6,8% ficaram os que gostariam que a parceira os liberasse pra sair com os amigos mais vezes.

E aí, concordam com os resultados?

sexta-feira, janeiro 13, 2012

Par Perfeito

por Gigi Caravaglia

Existe o homem ideal ou estamos sendo exigentes demais?






O perfil de exigência da maioria das mulheres está altíssimo: o alvo é um homem perfeito. Infelizmente, se ele existe, é uma rara exceção. Porém, ainda que saibamos disso, não perdemos a esperança e, sim, acreditamos que vamos encontrar agulha no palheiro. Será que não estamos exigindo demais?

O último balanço feito pelo Censo do IBGE aponta que nós, mulheres, já somos a maioria da população brasileira. O índice não é nada reconfortante para quem busca a cara metade. "No meu consultório, as mulheres se apresentam frustradas e ansiosas em saber por que não conseguem achar um amor", conta a terapeuta sexual e de casais Eliete Matielo.

Frustrações ainda presentes

A experiência na área afetiva nos faz criar barreiras contra determinados perfis que um dia já nos fizeram sofrer. "Muitas projetam erros de relacionamentos anteriores nos atuais, generalizando o comportamento dos homens", salienta. Segundo a sexóloga, a mulher tem que ter a consciência de que se boicota ao trazer consigo frustrações anteriores. A dica é entrar em uma nova busca ao parceiro ideal com hodômetro zerado, ou seja, aberta para conhecer pessoas.

Mas quem disse que sabemos qual é o perfil compatível? "Se não está acertando é porque é hora de conhecer outros tipos. Raramente o desejado se transforma em realidade", acredita Eliete Matielo.

Exigência X Perfeccionismo

Existe uma grande diferença entre os exigentes e os perfeccionistas, asseguram os especialistas. "Todo perfeccionista acaba se tornando um chato", brinca a consultora de imagem Natália Machado.

O psicólogo Aílton Amélio da Silva, autor do livro "Relacionamento Amoroso", sugere uma regra básica para ajudar você a desviar o foco dos defeitos. "É a regra de 5 para 1. Todo bom relacionamento está baseado em uma média de cinco qualidades para um defeito, em média. Existem épocas em que as qualidades estão mais afloradas e vice-versa", explica.

A mulher pode abusar do seu tradicional jogo de cintura para driblar o nível de exigência. "Homens não são tão vaidosos quanto as mulheres. Se uma mulher conhece um cara com vários requisitos legais, mas que não liga tanto para a aparência, por exemplo, ela tem total condição de dar um jeitinho para melhorar isso", soluciona Natália.

"Homens perfeitos não existem. Há, sim, aqueles com qualidades muito disputadas pelas mulheres, mas não quer dizer que o relacionamento com ele será ideal. Isso depende de ambos", considera Matielo.

E não é porque você acredita ter encontrado "o" par que terá garantido um futuro de flores e bombons. "Os relacionamentos são muito imprevisíveis, não dá para saber se vão dar certo ou não. Isso acontece porque o ser humano é muito dinâmico em seus comportamentos. Para uma relação ser bem-sucedida, a flexibilidade é um fator fundamental", conclui a terapeuta.

Eles também querem namorar!

por Ana Carolina Pinto

Homens confessam que gostariam de ter uma companhia para namorar



A situação não está mesmo fácil. Enquanto as mulheres, em sua maioria, seguem atrás de um relacionamento sério, os homens fogem do compromisso e só querem festa. Há bem pouco tempo atrás, essas afirmações eram dadas como um fato concreto, muito por causa da romantização do amor por parte das donzelas e da necessidade dos meninos afirmarem sua masculinidade pelo número de parceiras. Mas perto do Dia dos Namorados, não tem jeito: todo mundo gostaria de ter uma companhia para curtir a data dos apaixonados.

Sempre sobra para as mulheres a função de celebrar a data publicamente, ou lamentar a falta de um namorado para curtir o dia. Mas os homens românticos também existem e fomos atrás deles para saber: afinal, o Dia dos Namorados tem ou não importância no calendário masculino?

A resposta é animadora! "Com a proximidade da data, sempre bate o desejo de encontrar alguém e a vontade de começar um relacionamento sério. Comprar presente e ganhar também, fazer ou sair para um jantar romântico e mandar flores são algumas opções que pensaria em fazer nesse dia", confessa Bruno Costa, 30 anos, morador do Rio de Janeiro.

"Mas como solteirão, o programa que me resta é ficar em casa para não ter que ver casais felizes curtindo a data especial.", lamenta o rapaz, que não perde as esperanças de achar a mulher amada. "Continuo a procura de uma parceira disposta a começar um relacionamento sério".

Mas o mercado está tão difícil assim? Bem, de acordo com o últim Censo, feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil tem mais mulheres do que homens: são 96 para cada grupo de 100 brasileiras! O que está faltando então para encontrar uma pretendente?

"Gosto muito de namorar, mas também sou criterioso quando o assunto é dividir minha vida com outra pessoa. Solteiro há quase 3 anos e morando sozinho, fica cada vez mais difícil encontrar mulheres que saibam namorar e dar a liberdade necessária para não “sufocar” o companheiro", explica Bruno.

Para Elano Ramos, de 37 anos, não tem tempo ruim. "A história é sempre a mesma, quando estou sozinho, quero arrumar uma namorada; quando estou namorando, quero ficar sozinho. É o ciclo!", brinca o rapaz, para depois revelar que curte sim um clima mais romântico.

"Se estiver com uma gata, tudo é um motivo pra um jantar bacana, um lugar especial, ou até mesmo um motel bem maneiro, passar o dia junto e pegar um cinema ou ver um filme em casa", lista ele, que já se programou para este ano, em que está - oficialmente - solteiro. "No sábado, a boa vai ser um show e no domingo, de repente, um cinema com a gata que ainda não se tornou uma namorada!", deixa escapar ele.

Com certeza, o desejo de ter alguém especial não se restringe apenas às mulheres. Mesmo solteiro, Fernando Pinheiro, de 39 anos, curte o romantismo e considera o Dia dos Namorados uma data especial, sim. "É uma data para ser comemorada e acima de tudo para mudar um pouco a rotina do dia a dia. Infelizmente tudo fica lotado, assim prefiro fazer alguma coisa em casa mesmo, quando não dá para viajar e curtir a dois".

E mesmo que os homens não confessem, uma mulher ao seu lado faz toda a diferença. "Sinto falta de uma namorada. Apesar de estar sozinho é bom ter alguém ao seu lado, o que esta complicado hoje em dia", afirma Fernando, sem querer repetindo o discurso de muitos mulheres.

O coro é endossado pelo ilustrador Pacha Urbano, de 33 anos. "É sempre bom ter alguém com quem compartilhar carinhos, intimidades, momentos bacanas. Mas isso acaba se tornando um problema quando a gente vê esta ausência como uma vaga a ser preenchida", ressalta ele, que não quer uma companhia só por causa da data comemorativa.

"Justamente nestas épocas festivas que esta sensação se agrava, porque somos extremamente expostos à manifestações de amor alheio e cobranças, sejam íntimas, sejam culturais. É mais ou menos como ser órfão no Dia das Mães ou Dia dos Pais. E uma namorada, penso eu, não é um cargo que se dê a qualquer uma, então o melhor é não se precipitar e tentar preenchê-la desesperadamente. Quando acontece naturalmente é sempre muito melhor". Viu como ainda há esperança? Basta não ter pressa e deixar o amor acontecer o ano todo!

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Doente de Amor

Por Vila Mulher

Não é frescura! Especialistas dizem que o amor pode, sim, prejudicar a sua saúde


Parece que Luiz Gonzaga estava coberto de razão quando, em 1953, brincou com a história de um pai que acredita que a filha está adoentada quando, na verdade, o problema era que a menina só pensava em namorar. Estudos do século XXI provaram que o amor pode, sim, fazer com que alguém adoeça de verdade.

No livro "Free Fall: A Late-in-Life Love Affair" (em tradução livre "Queda Livre: um caso de amor que chegou atrasado"), a autora, Rae Padilla Francoeur, de 63 anos, relata como uma paixão da terceira idade a deixou fisicamente instável. "Eu estava mais feliz do que nunca emocionalmente, apesar de não conseguir comer, e me sentir trêmula o tempo todo", lembra ela. E uma visita ao médico foi suficiente para diagnosticar uma infecção urinária bem severa. Tudo fruto do amor.

Não é novidade que diversos neurotransmissores entram em atividade quando nos apaixonamos, e esse "coquetel" de emoções acaba servindo como uma anfetamina para o nosso organismo. "Se apaixonar afeta seu cérebro como se você estivesse fumando crack", afirma Ethiele Ann Vare, autora de "Love Addict" ("Viciado em Amor", em tradução livre), que pesquisou os efeitos reais do amor, e seus "efeitos colaterais".

Todo mundo já sentiu - ou vai sentir - as mãos suadas, pernas bambas, boca seca, e o coração acelerado. Mas essa "doença do amor" é uma fase passageira. Afinal - se a relação for para a frente - todo aquele fogo e insegurança do início de uma paixão, acaba se tornando um amor mais maduro e tranquilo.