sexta-feira, novembro 29, 2013
segunda-feira, novembro 18, 2013
Confiança
No livro "Silent Strength for My life" (Força Tranquila Para a Minha Vida), John Ogilvie conta a história de um menino que conheceu numa viagem.
Ele observou o menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu voo. Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.
Ogilvie entrou no avião e viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando Ogilvie puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar o tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o voo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.
Durante o voo o avião entrou numa tempestade muito forte, o que fez com que balançasse como uma pena ao vento.
A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.
Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com a situação e perguntou ao menino:
- Você não está com medo?
- Não senhora, não tenho medo ? ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir. Meu pai é o piloto.
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Quando você tem confiança, nada pode lhe assustar.
sexta-feira, novembro 15, 2013
quinta-feira, novembro 14, 2013
O Poder da Validação
Autor: Stephen Kanitz
Todo mundo é inseguro, sem exceção.
Os superconfiantes simplesmente disfarçam melhor.
Insegurança é o problema humano número um. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle.
Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação"
Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode se auto validar, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim".
Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é".
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo.
Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros.
Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
domingo, novembro 03, 2013
sábado, novembro 02, 2013
3 dias
Acordou como sempre fez, todos os dias a mesma rotina religiosamente. Levantou, foi de pés descalços até o banheiro. Voltou pro quarto e trocou seu pijama pela roupa de corrida que sempre estava preparada, pegou o celular com o fone e o suporte para o braço, foi até a cozinha e comeu uma xícara de cereal, o de açúcar era o da vez. Tomou o resto de leite que sobrou e saiu pelo portão em direção a rua. Corria todos os dias, havia criado um hábito.
Chegou em casa suado, foi ao computador checar os emails até seu corpo dar uma esfriada, tomar banho ao chegar não resolvia, acabava transpirando. Entrou no banheiro, escovou o dente, verificou a barba no espelho e viu que precisava dar uma aparada. Ligou o chuveiro no box, esperou um pouco a água esquentar, passou o creme de barbear, desembaçou o espelho pendurado ali, manuseou a gilete suavemente, usava creme mentolado, sempre gostou da sensação de refrescância.
Parou na frente do armário, pegou o terno a direita, usava todos em seqüência, coisas do toc leve que possuía. Ajeitou o nó da gravata, calçou o sapato, fechou a porta de casa e entrou no carro. Ligou o carro e no mesmo momento o rádio se fez ouvir nos auto falantes, a música então começou.
Ouvia todo dia a mesma coisa, ária na corda sol, de Bach, era a sua tradição, seu momento de reflexão como se fosse seus 5 minutos de preparação. Essa música sempre o acalmou, costumava dizer que gostaria que tocassem em algum momento especial algum dia, algo que se tornaria marcante como se a música fizesse todo o sentido. Era sentado ali no banco do seu carro com o motor ligado que ele voava, longe com pensamentos distantes e as vezes disconexos.
Mas aquele dia foi diferente, foi único. Enquanto cada nota da música ecoava, flashes de memória foram tomando conta da sua mente, foi então que se lembrou do passado, do que era, do que havia se tornado. Se lembrou dos momentos alegres de infância, aonde não existiam preocupações e a vida era relativamente curta para ter se tornado traumatizante.
Lembrou-se do tempo onde existia um lar, onde recebia um beijo de boa noite pra dormir e não via a hora de acordar no dia seguinte pra fazer barcos de isopor e levar na fonte da praça perto da sua casa. Seu primo era seu melhor amigo, cuidava dele, o defendia, foram criados juntos e enquanto ele era o pequeno da sala seu primo era o grandão, o forte que todas as outras crianças respeitavam e tinham medo. Eram inseparáveis.
Parado ali sentado no banco, seus olhos se encheram de água, lembrou-se do passado, refletiu no presente e finalmente se deu conta de que seu primo não estava mais ali.
quarta-feira, outubro 30, 2013
terça-feira, outubro 29, 2013
Na pele

A verdade é que não existe certo ou errado nesse mundo. O que existe é o julgamento próprio e de outros - os quais, muitas vezes, nos condicionamos a aceitar.
Somos o resultado de nossas escolhas e o que nos prende para fazer algo mais audacioso é apenas o medo, a rotina ou o próprio julgamento sobre o que os outros podem pensar. Eu questiono: mas e daí se a pessoa faz isso ou aquilo? No quê isso interfere em alguém a ponto de julgar?
Todos nós temos uma máscara que esconde as dores e sabores de ser quem somos. E só quem vive na pele, só quem conhece sua realidade, só quem vive o dia a dia de sua batalha, só quem passa o perrengue é quem pode falar!
O julgamento nunca é justo, e só quem conhece seus sentimentos internos pode falar sobre si.
Nada impede ninguém de ser várias versões de si mesmo. Somos camaleões na aparência. Trata-se de uma questão de risco calculado, pois quando se conhece a própria essência, pode-se ser qualquer coisa, pode ser mil pessoas em uma. A loucura de uns pode ser a normalidade de outros. E aí é que está a graça!
Em todos os momentos da vida você pode brincar e saber rir de si mesmo, desde que tenha condições e autoconhecimento de suas capacidades, pois só vontade não basta e às vezes temos que aceitar nossos limites. Seja na música, no esporte, no modo de vestir, na profissão que escolhe, na formação, na opção sexual, na religião e em qualquer outra área, o ser humano pode, sim, brincar consigo mesmo e se permitir o direito de escolher o que lhe faz feliz, independente do que qualquer outra pessoa nesse mundo possa achar. Até porque, no final do dia, quem paga suas contas e deita com a cabeça no travesseiro é somente quem toma suas próprias decisões. Ou seja: você.
Muita gente tem a mania de pregar a moral de cueca ou calcinha. Pornografia parece algo promíscuo ou, se pegam um vídeo de alguém e postam na internet, já falam mal. Por quê? Todos têm um lado sarcástico, pornográfico ou maléfico. Isso é inato do ser humano, que não mostra a todos por questão de bom senso, mas basta olhar o histórico de qualquer computador ou celular para perceber o que tem na mente. Hipocrisia barata! E esse é apenas um exemplo de diversos julgamentos que vemos por aí, mas que no fundo, nada mais são do que a verdade explicitada pelos autênticos e garantidos de si mesmo.
As redes sociais nos trouxeram ainda mais julgamentos e busca constante por afirmações que inflam os egos. O uso de hashtags com mensagens bonitinhas esperando pelo tão esperado ´curtir´ virou lei de sobrevivência para sair de casa. É óbvio que boa parte de nós aqui quer confete, faz parte, é bom para o ego, mas voltar seus atos em prol do julgamento alheio é sinal da falta de autossuficiência. A vida é muito mais que isso! É conhecer e respeitar a si mesmo antes de olhar para o nariz do lado.
Quem é livre disso, quem é livre de suas próprias amarras, não se importa para o quê mundo diz ser certo ou errado. Quem é livre de preconceitos, mas que se dá o respeito, é digno de viver na pele.
Viver na pele é viver à flor da pele. É ser um louco consciente de seus atos, que sabe rir de si mesmo e se garante em qualquer situação desconfortável, que tem humildade para reconhecer suas fraquezas, mas que disso tira forças para abrir novos caminhos. Quem vive na pele é quem deixa marcas por essa vida, marcas boas, que fazem a diferença não apenas na própria rotina, mas que positivamente transformam a rotina de outras pessoas.
Marcas de quem tem a ousadia de ser quem nunca imaginaria, daqueles que, sem saber que uma coisa é impossível, vai lá e faz!
Faça!
segunda-feira, outubro 28, 2013
Para Pensar...
- Mamãe, Papai, estou finalmente voltando para casa. - Disse Sean aos seus pais por telefone.
- Graças a Deus meu filho! Acabaram as nossas preocupações. Estamos morrendo de saudades!
- Mas antes quero pedir um favor a vocês. - Disse o jovem herói. - Tenho um amigo que eu gostaria de levar junto comigo.
- Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo!
- Mas há algo que vocês precisam saber antes. - Continuou o filho. - Ele foi terrivelmente ferido em combate. Pisou numa mina e perdeu um braço e uma perna. Pior ainda é que ele não tem nenhum outro lugar para morar.
- Sinto muito em ouvir isso filho! Talvez possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar onde morar!
- Não é bem assim mamãe. Eu quero que ele fique morando em nossa casa.
- Mas meu filho, você não sabe o que está pedindo? - Objetou o pai.
- Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para nós. - Reforçou a mãe do soldado. - Temos nossas próprias vidas e não queremos que algo assim interfira em nosso modo de viver. Acho que você poderia voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Nesse momento o filho desligou o telefone e nunca mais falou com os pais que, alguns dias depois receberam um telefonema da polícia, informando que o filho havia morrido ao cair de um prédio, e não foi descartada a hipótese de suicídio.
Os pais, angustiados, se dirigiram para a cidade onde ocorreu a tragédia, e foram levados para o necrotério onde, pasmados, identificaram o corpo do filho que faltava uma perna e um braço.
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Às vezes nos acontece coisa semelhante e nem percebemos.
Quantas vezes empregamos predicados negativos a alguém que poderia se tornar nosso grande e verdadeiro amigo?
Quantas vezes desmotivamos alguém com comentários desnecessários e impensados ?
sexta-feira, outubro 25, 2013
quarta-feira, outubro 23, 2013
Fazem xixi em pé, limpam a mão suja na camisa, possuem seus hobbies e nao deixam deles por nada, nada deste mundo!
Nao se envergonham por ir de chinelo no shopping, camisa velha no supermercado, ou constrangidos por irem mais esportivos em algum evento fora do padrão de vestimenta!
Nao possuem pudores de tantas coisas e pouca coisa se torna embaraçoso,pois nao perdem seu tempo se questionando deixando de aproveitar e se divertir.
Se reúnem, são parceiros, amigos irmãos e devotos à amizades que nem mesmo vêem há anos, mas quando se encontram parece que foi mês passado que se viram pela ultima vez!
Se chingam feito crianças, se apelidam com o que o outro tem de bizarro ou foi capaz de fazer alguma atrapalhada inesquecível!
Nao são cheios de mimimis, são práticos, rápidos, por vezes insensatos mas nao se lastimam muito!
Fazem uma reflexão sobre a vida no curto tempo de escovar os dentes, escolhem uma roupa como se fosse um uniforme, nao sabem bem ao certo para que serve etiqueta social e nem que de planeta tenha vindo esta regra de convivência descabida!
O NAO é geralmente é o NAO, assim como o SIM tem seu papel exercido!
Gosta de ter momentos sociais e gosta dos momentos NADA!
Onde NADA é nada mesmo...nada de pensar, nada de agir com raciocínio, o nada que nada pode ser mais que nada! Porque o NADA é o melhor momento!
Nem que seja pra assistir tv vendo nada de interessante, ou trocar canais insistemente pensando em...nada por exemplo!
Definitivamente, por mais que eu nao tenha NADA a ver com isso, devo dizer que TUDO isso e mais outras coisas eu invejo!
E tão pouco quero gerar intrigas dizendo que são melhores ou piores que nós mulheres!
Simplesmente são homens...
E nós as mulheres, que um dia ou outro já nos pegamos invejando pelo menos alguma outra coisa que eles fazem tão naturalmente, que por vezes até irrita!
Aaaah mulheres!
Bah os homens!
Por Simone Czar Ce message, ainsi que tous les fichiers joints à ce message, peuvent contenir des informations sensibles et/ ou confidentielles ne devant pas être divulguées. Si vous n'êtes pas le destinataire de ce message (ou que vous recevez ce message par erreur), nous vous remercions de le notifier immédiatement à son expéditeur, et de détruire ce message. Toute copie, divulgation, modification, utilisation ou diffusion, non autorisée, directe ou indirecte, de tout ou partie de ce message, est strictement interdite. This e-mail, and any document attached hereby, may contain confidential and/or privileged information. If you are not the intended recipient (or have received this e-mail in error) please notify the sender immediately and destroy this e-mail. Any unauthorized, direct or indirect, copying, disclosure, distribution or other use of the material or parts thereof is strictly forbidden.
Lenda Árabe
Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro.
O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:
"Hoje, o meu melhor amigo deu-me uma bofetada no rosto."
Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho.
O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu na pedra:
"Hoje, o meu melhor amigo salvou a minha vida."
O outro amigo perguntou: "Por quê é que, depois que te magoei, escreveste na areia e agora, escreves na pedra?"
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
"Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever onde o vento do esquecimento e o perdão se encarreguem de apagar a lembrança. Por outro, quando nos acontece algo bom e grandioso, devemos gravar isso na pedra da memória do coração onde vento nenhum em todo o mundo jamais o poderá apagar".
sexta-feira, outubro 18, 2013
Meu Pai e a Carroça
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, e de uma carroça vazia...
Perguntei-lhe, então:
- Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz..."









